Desembargadores comprados

Desembargadores comprados

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A máfia do tráfico de órgãos está migrando para Jundiaí.

O ex-presidiário da foto é o médico Celso Roberto Frasson Scafi (foto Scafi deixando a prisão em Poços de Caldas). Ele é sócio do ex-deputado estadual, Carlos Eduardo Venturelli Mosconi, que é o chefe da Máfia de tráfico de órgãos de Poços de Caldas. Como muitos devem saber, a máfia não atua mais em Poços de Caldas. A quadrilha foi desbaratada e impedida de operar naquela cidade. Mas isto não significa que a máfia suspendeu suas atividades. As organizações criminosas, devido a impunidade, apenas mudam a forma e o local de atuar. E parece-me que o local escolhido foi Jundiaí.

As cidades do interior são as mais visadas pois a polícia e o ministério público estão nas mãos de políticos locais, exatamente como foi em Poços de Caldas. 

Celso Scafi, logo depois do escândalo que surgiu em 2000, foi convidado por um amigo a fazer transplantes na UNICAMP em Campinas. A UNICAMP recebia órgãos ofertados pela máfia, como ficou demonstrado nos processos da Máfia dos Órgãos, mas nunca foi investigada. Este amigo, chama-se Adriano Fregonesi. Fregonesi abriu as pernas - ou melhor - as portas para a entrada de Scafi em sua equipe de transplante, fato que ficou registrado no diário oficial da época. Eu narrei este fato em meu livro:
A Unicamp foi o destino, muitas vezes ilegalmente, dos órgãos captados em Poços de Caldas. A portaria de numero 51, emitida em 24 de janeiro de 2002, pela Secretaria de Assistência a Saúde, incluía Scafi na equipe de transplantes campineira.
Vejamos os membros desta equipe segundo a portaria do Ministério da Saúde:

I - Nº do SNT 1 01 99 SP 46
II - responsável técnico: Gentil Alves Filho, nefrologista, CRM 28.212;
III - membro: Nelson Rodrigues Netto Júnior, urologista, CRM 9.802;
IV - membro: Marcelo Lopes de Lima, urologista, CRM 63.043; 
V - membro: Ubirajara Ferreira, urologista, CRM 36.936;
VI - membro: Fernandes Denardi, urologista, CRM 34.780;
VII - membro: Ossamu Ikari, urologista, CRM 21.937;
VIII - membro: Carlos Arturo Levi D'Ancona, urologista, CRM 30.709;
IX - membro: Wagner E. Matheus, urologista, CRM 63.344;
X - membro: Marilda Mazzali, nefrologista, CRM 56.322;
XI - membro: Raquel Lopes Silva Santos, nefrologista, CRM 77.323;
XII - membro: Kelcia Rosana da Silva Quadros, nefrologista, CRM 81.194;
XIII - membro: Cássio Luiz Zannettini Riccetto, urologista, CRM 66.552;
XIV - membro: Celso Roberto Frasson Scafi, urologista, CRM 60.178;
XV - membro: Ricardo Destro Saade; urologista; CRM 68.881;
XVI - membro: Adriano Fregonesi; urologista; CRM 68.067;
XVII - membro: Paulo César Rodrigues Palma; urologista; CRM 35.109;
XVIII - membro: Vera Maria Santoro Belangero; nefrologista pediátrica, CRM 29.931;
XIX - membro: Liliane Cury Prates; nefrologista pediátrica; CRM 66.311.

Muito bem. Celso Roberto Frasson Scafi, já condenado várias vezes por tráfico de órgãos e também aguardando juri popular por homicídio atuava com Adriano Fregonesi em Campinas. São amigos de longa data.

Em junho do mesmo ano (2002), Cecília Rocha Mesquita Santos, 23 anos, internou-se no Hospital Santa Elisa (Jundiaí - SP) dia 14 de junho para retirar cálculo renal e faleceu seis dias depois com perfuração de alça intestinal, peritonite, choque séptico e infecção generalizada.

Familiares registraram queixa no plantão policial (em 20 de junho) por suspeitarem de erro médico, negligência, maus tratos e até falta de sangue no tratamento de Cecília. Foi solicitado exame necroscópico no Instituto Médico Legal (IML). A mãe Marta Rocha Mesquita e o marido de Cecília, Jean Paulo, afirmam que ela tinha saúde e estão reunindo provas, documentos e testemunhas para reforçar as denúncias no Conselho Regional de Medicina (CRM) e na Justiça de São Paulo. Cecília deixou um filho, Bruno, de dez meses.

A família afirma que ela tinha plano médico Unimed e devia ser operada pelo diretor presidente do Hospital Santa Elisa, o médico José Carlos Bandeira Soares de Camargo. "Quem assumiu as cirurgias e os erros foi outro médico, o sócio de Camargo, Adriano Fregonesi", afirmaram Marta e Jean Paulo.

Não podemos esquecer que estamos no Brasil. Bandido protege bandido. Não tenho informações sobre o resultado deste caso na justiça, e nem se o mesmo já foi encerrado. É possível que sim. A justiça brasileira é um balcão de negócios. Pagando bem, sai dos processos sorrindo. Adriano Fregonesi responde por erros médicos de outra vítima, cujo processo se arrasta como uma lesma. É possível que também não aconteça nada.

Procurando em meu vasto arquivo, encontrei o depoimento de Adriano Fregonesi na época dos fatos. Suas afirmações foram publicadas no site da Unicamp em 2001:
As notícias veiculadas na mídia sobre tráfico de órgãos trazem prejuízos irreparáveis ao trabalho de captação nas centrais do país, uma vez que contribuem para levantar dúvidas e deixar a população insegura quanto à credibilidade do processo. Para o urologista Adriano Fregonesi, muitas das notícias são improcedentes e sensacionalistas, com o único interesse de vender jornal ou conquistar audiência. 
Em outro trecho, também publicado no site da Unicamp em 2001, Adriano afirma:
Um dos fatos que mais assustam as pessoas é presumir que há, no Brasil, comércio ilegal de órgãos para transplante. Ou que ainda há gente acreditando numa fila de espera de pacientes preferenciais com conhecimento dos próprios hospitais. Para o urologista Adriano Fregonesi, coordenador da Organização para a Procura de Órgãos (OPO) do HC, nenhuma dessas questões tem o menor fundamento. 

Mas o fato importante é que Adriano Fregonesi (foto) é a ligação de Álvaro Ianhez com o hospital Santa Elisa. Ianhez era o chefe de Celso Scafi em Poços de Caldas. Aos poucos, eles estão se infiltrando no interior de São Paulo para montar uma nova rede de tráfico de órgãos e ao que tudo indica o HSE (Hospital Santa Elisa) foi o escolhido. 

Estamos falando de pessoas renomadas e intocáveis. Nenhuma autoridade vai investigar estas denúncias pois sabem que eu estou falando a verdade. Os fatos e documentos estão ai.  Mas eles saem babando e gritando que é tudo mentira, que são honestos, íntegros, heróis na verdade. Não são! São açougueiros com conhecimento técnico para salvar - e para matar também.

Trata-se de um bando de vagabundos assassinos, traficantes de órgãos, e que se protegem. O fato de salvarem a vida de alguns, não lhes dá o direito de matar outros.

Isto explica a defesa implacável do HSE perante a presença de Álvaro Ianhez na instituição. Ianhez é presença fundamental para que tudo funcione perfeitamente.

Assalto em BH

Um amigo meu de Belo Horizonte, foi assaltado nesta madrugada. Ele me perguntou quem deveria chamar. Do jeito que estão as coisas, eu disse para que ele deixasse quieto. O assaltante pode ser um promotor ou desembargador e com essa gente não se mexe.

sábado, 3 de setembro de 2016

A bandidagem da saúde - Operação Mister Hyde

Foi "descoberta" uma organização criminosa que envolvia procedimentos médicos desnecessários com o uso de órteses e próteses de qualidade inferior ou com data de validade vencida, compradas com preços superfaturados. Esta organização criminosa está espalhada pelo Brasil. 

Ao contrário das máfias de tráfico de órgãos, o esquema foi interrompido por não oferecer benefícios à membros do Ministério Público e demais autoridades. O tráfico de órgãos hoje, envolve diretamente o Ministério Público e a Justiça Brasileira já que são eles que autorizam as cirurgias na ilegalidade através de ações judiciais camufladas de legalidade.

PERIGO

Ao contrário do que muitos possam imaginar, aqueles senhores bonzinhos, vestidos de branco e com um estetoscópio pendurado no pescoço, podem ser perigosos.

Segundo a Polícia Civil, o grupo tentou matar um paciente que ameaçava denunciar a quadrilha, deixando um arame de 50 cm na jugular dele. Da mesma forma que os traficantes de órgãos matam pacientes em coma para aproveitar os órgãos, o médicos deste esquema, destruiam partes importantes de seus pacientes para vender próteses. 

Crimes contra a saúde pública deveriam ser hediondos, sem fiança, e os acusados não poderiam ter direito de responder em liberdade. Mas no Brasil, estes mesmos acusados, em breve estarão fazendo novas vítimas em algum hospital do país. Quem sabe no Santa Elisa em Jundiaí?

Os crimes teriam sido praticados nas esferas pública e privada da Saúde. Segundo a investigação, um dos alvos é coordenador de uma área da Secretaria de Saúde. A apuração da Mister Hyde evidencia casos em que cirurgias eram sabotadas pelos médicos para que o paciente necessitasse novos procedimentos, o que geraria lucro para o esquema. Além de utilizarem produtos vencidos, os envolvidos também trocavam produtos mais caros por outros de menor custo.

MUITA GRANA

Ainda segundo a Polícia Civil, o esquema movimenta milhões de reais em cirurgias, equipamentos e propinas. Durante as buscas, R$ 51 mil foram encontrados na casa de um dos médicos, outros R$ 100 mil na casa de outro alvo além de US$ 90 mil dólares e euros. Em outra residência no Sudoeste, foram apreendidos aproximadamente R$ 69 mil, grande documentação de clientes e um cofre que o autor se recusa a abrir.  

Nenhuma organização criminosa pode prosperar sem pagar propina. E pagar propina significa calar polícia, promotores, investigadores, juízes e autoridades em geral. Sem a participação de membros do poder público, não existe organização criminosa.

PARAÍSO

O Brasil é o paraíso da criminalidade. A área da sáude é uma área fértil, fácil de se roubar. Carlos Eduardo Venturelli Mosconi é um exemplo disso. Ele é o maior traficante de órgãos do Brasil e ao mesmo tempo intocável.

O brasileiro não desiste nunca.

Primeiramente eu sou Italiano. Tenho nojo de ter nascido no Brasil.

Dito isto, resta a dizer mais: Tentar calar Paulo Pavesi é o mesmo que esvaziar o oceano, utilizando-se de um baldinho de praia.

O brasileiro não desiste nunca, mas são os italianos que constroem obras duradouras enquanto os brasileiro instistem em não desistir.

Bom final de semana à todos de bem.


O RH do Hospital Santa Elisa em Jundiaí

O Hospital Santa Elisa em Jundiaí, está bravo. Ele não admite que eu denuncie que no seu quadro de fucionários, há um médico assassino. Eu imagino como deve ser feito o processo seletivo deste hospital. 

Recursos Humanos do Hospital Santa Elisa

Em outubro de 2014, foi preso dentro do Hospital Santa Elisa o médico Hélio Silvano. Na verdade ele foi preso justamente porque não era médico. Está explicado a ira do hospital em relação a minha denúncia: Se for demitir ou prender todos, não vai restar nenhum.

Os médicos honestos que aceitam ter colegas deste tipo, ou são cúmplices, ou estão na mesma situação. Talvez fosse mais fácil construir um muro em torno do hospital e mudar os letreiros de HOSPITAL para PRESÍDIO.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Mais uma vítima de Álvaro Ianhez - Não percam a conta

Ao acabo de receber está mensagem no meu blog.  É mais uma vítima de Álvaro Ianhez, o assassino perigoso. Por onde Álvaro Ianhez passa, deixa um rastro de mortos e incapacitados. Este vagabundo é protegido por autoridades. A responsabilidade pela morte de pacientes é da justiça brasileira que se nega a julgá-lo. Enquanto isso, este psicopata vai fazendo novas vítimas. 

Estas mortes seriam evitadas se o TJMG não fosse corrupto e julgasse o assassino como prevê a constituição. Eles estão frequentemente adiando o julgamento até que o caso prescreva. Estamos diante de um tribunal covarde, cheio de vagabundos.

Vale a pena ler o texto:

Caro Paulo
Saudações
Pagamos por um plano de saúde caro para ser atendido por assassinos e despreparado para lidar com vidas. Onde Alvaro Ianhez "passa" acontece episódios cabulosos de "morte encefálica" e outras mortes sem a "menor explicação". Há quatro anos minha esposa fez cirurgia e teve complicações.
A principio parecia tudo sob controle (segundo os médicos) mas quando ela deu entrada na UTI tudo ficou desfavorável. Passou uma semana internada a perdemos. Perdi minha esposa porque confiávamos muito nas palavras do médico. Houve um assédio muito grande por parte das assistentes sociais do hospital para que eu autorizasse a retirada dos órgãos da paciente ainda no primeiro dia em que ela deu entrada na UTI.
Na época não sabia o que estava acontecendo nem imaginava que se pudesse induzir um paciente ao coma para fins de retirada de órgãos. Hoje sei que por dinheiro esses assassinos são capazes de fazer tudo! Consultei diversos advogados para entrar com ação junto ao hospital, mas estranhamente quando eu revelava detalhes do caso eles diziam que não podiam me ajudar. 
Manaus está em plena campanha a favor da doação de órgãos mas é uma pena que tudo isso não passa de publicidade. Ianhez fez escola nesta terra em tudo se fala que doar órgãos é bom...Aos desavisados todo cuidado é pouco. 
Estou pensando em lançar um livro com todas as histórias que recebo sobre vítimas de Álvaro Ianhez. O Doutor morte brasileiro, não tem qualquer sentimento pelo seus pacientes. Há um rastro de sangue abençoado pelas autoridades que seguem os passos de Ianhez.



STF e a presunção da inocência.

Está em discussão no STF a questão de prender condenados em 2a instância. É claro que o STF adotou esta medida que está apenas valendo para as pessoas menos favorecidas (pobres, pretos e putas).

Acionando o STF

Ontem uma série de defensores da liberdade destes condenados manifestou-se no plenário do Supremo. Não teve UM SÓ representante da sociedade civil que tenha sido ouvida. O que nos leva a concluir que a luta ali é comercial e não jurídica. E explico o motivo.

A forma dos discursos de ontem, parece que todos os acusados são inocentes e estão sendo prejudicados por um estado policial militar, como nos tempos da ditadura. A verdade não é esta. A criminalidade está cada vez mais crescente justamente por pensamentos arcaicos como este.

Atualmente no Brasil, um pessoa suspeita de um crime tem benefícios enormes. Primeiro ela é investigada por um inquérito policial, onde tem amplo direito de defesa em seu depoimento. Uma vez que o inquérito levanta provas ou indícios suficientes do crime praticado, apresenta o indiciamento à justiça em 1a instância. Na 1a instância novamente há o amplo direito de defesa e os advogados abusam de recursos para evitar o julgamento buscando à prescrição. É evidente o que chamam no jargão jurídico, o letígio de má fé. Mas os tribunais aceitam isso passivamente, tendo processos simples que podem demorar mais de 5 anos nesta instância. Vale lembrar que durante este período, os advogados recorrem muitas vezes ao STF e ao STJ.

Uma vez condenados em 1a instância, a condenação precisa ser confirmada em 2a instância e o processo passa então a ser julgado pelos desembargadores. Mais 5 anos se passam discutindo fatos que já foram exaustivamente discutidos em 1a instância. Se o réu é condenado em 2a instância, ou seja, tem a confirmação da sentença, ainda cabe recursos ao STJ. O processo então passa mais 5 anos no STJ para discutir novamente o que já foi discutido em 1a e 2a instâncias. E finalmente, caso confirmada a sentença, o processo vai para o STF onde ficará mais 5 anos até que seja apreciado pelos ministros. 

Eis porque a questão é comercial. Esta demora faz a alegria dos advogados que a cada recurso que apresentam, tomam mais dinheiro de seus clientes. O cliente dos advogados torna-se um empregador e passa a pagar "despesas" e "honorários" com muita frequência. Impedir os condenados de liberdade é impedir que eles trabalhem e percam a fonte de renda, o que penaliza os advogados, que ficarão sem receber.

Por outro lado, a presunção da inocência acaba já no inquérito. Uma vez encontrado provas e indícios de cometimento de crimes, se obtém o inverso: A presunção de culpa e o réu deve demonstrar que é inocente. Após a primeira condenação, sempre muito bem fundamentada, não cabe mais presunção de inocência. Estamos diante de um condenado. Confirmada a sentença em 2a instância, o réu DEVE iniciar sim o cumprimento de pena. A menos que consideremos que o inquérito policial, a 1a instância e a 2a instância não tenham responsabilidade sobre o que fazem. A partir do STJ as discussões giram em torno da impunidade. É ali que os advogados vão levantar questões jurídicas para fazer o seu cliente livra-se das penas, já que o crime ficou comprovado.

É o caso da querida ex-presidente Dilma. O crime foi provado, ela foi condenada, e criou-se uma nova instância para discutir se ela deveria ser punida ou não. Vimos na prática que ela não será punida, embora tenha cometido o crime como ficou comprovado, causando a perda do mandato.

Há ainda que se ressaltar o tempo. Do inquérito à 2a instância se perde pelo menos 10 anos, com um bom advogado (coisa que Pobre, Preto e Puta não podem bancar). Em grande parte destes processos será admitida a prescrição, e é isso que se busca hoje num tribunal. Não querem provar inocência e sim atrasar os julgamentos para atingir a prescrição. E neste embalo chegamos ao cúmulo de permitir que um assassino frio (por exemplo) passe 15 anos soltos aguardando um julgamento em liberdade, vivendo com uma ficha limpa, sem antecedentes e trabalhando normalmente como se nada tivesse acontecido. E mais! Você não pode falar que ele matou ninguém, ainda que tenha confessado. 

O Brasil preza pela impunidade. Nosso sistema jurídico foi feita para pobres, pretos e putas. É por isso que nossas cadeias públicas estão cheias delas, e não há ninguém de alto poder aquisitivo que não esteja em casa aguardando a prescrição. 

Processos idênticos podem levar tempos diferentes. Pessoas pobres são condenadas em 2 anos. Pessoas ricas escapam por prescrição, após 15, 20 anos de enrolação. 

Quando o réu está solto, permite aos advogados abusarem de recursos. Isto não acontece quando o réu está preso, pois ele tem pressa em sair da cadeia. Os ritmos mudam. Réu preso tem pressa. Réu solto quer mais é que o processo se extenda.

O STF é um antro jurídico que vem distorcendo leis e regras para beneficiar quem tem dinheiro ou poder político. Veja que há pouco tempo depois de decidir pela prisão de condenados em 2a instância, Lewandowski (que suspende apresentação), livrou da cadeia um traficante de drogas alegando que os recursos não foram esgotados, mesmo ele estando condenado em 2a instância. Ou seja, é comercial. Quem paga obtém o melhor da lei. Quem não paga apodrece na cadeia.

Isso vale também para a 2a instância. Os desembargadores brasileiros são milionários pois vendem sentenças a rodo. 

É isso pessoal.