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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Delegado da polícia federal vai usar Janaina Paschoal para validar os crimes contra o meu filho

Sebastião Augusto de Camargo Pujol, era o delegado chefe de Varginha quando o Paulinho foi assassinado. Pujol é responsável pelo abafamento dos inquéritos que estavam em seu poder. Graças as pressões, alguns tiveram de ser concluídos, mas até hoje, ainda há inquéritos abertos, sem qualquer conclusão, mesmo recheado de provas.

Pujol foi responsável por sumir com a carta em que Carlos Mosconi, solicitava um rim para a equipe de transplantes, fora da fila de espera. Pujol ganhou muito dinheiro com este processo e também obteve favorecimentos políticos que o fizeram crescer dentro da polícia.

Acabo de receber uma cópia de um pretenso estudo sobre tráfico de órgãos, sob orientação de Janaina Pascoal, em que o delegado pretende demonstrar que a corrupção da qual ele fez parte, era lícita. Em um dos objetivos do estudo, o delegado deixa claro a que veio:
Outro escopo do trabalho (terceiro objetivo) é afastar a criminalização da medicina. É que a obrigação médica é de meio e não de resultado, pois os médicos são guiados pelo encargo de cuidar (do latim medeor) e pelo princípio de servir, o que configura um imperativo ético de intervenção ativa o que os leva a assumirem riscos nem sempre possíveis de serem calculados com a segurança que se quer no preceito do non nocere (não prejudicar ou não fazer mal), nos termos dos ensinamentos do professor de medicina forense Henrique Caivano Soares.
Sim! Este era o objetivo desde o início: Não criminalizar traficantes de órgãos por serem médicos. Pujol está fazendo este estudo para fortalecer dentro da acadêmia, os crimes que cometeu ao presidir o processo. Ele ainda está tentando juntar a sua tese, depoimentos de pessoas importantes, como o juiz que julgou os casos, na tentativa de persuadi-lo a mudar de idéia.

Pujol vai além. Ele quer fazer um estudo usando informações que ele mesmo gerou, manipuladas por propinas e que inocentou médicos que acabaram por ser condenados. Infelizmente a máfia comprou novamente a justiça e anularam tudo. E é este o objetivo deste estudo. Criar no meio acadêmico informações falsas que ele mesmo produziu, para validar o que fizeram.

Esta máfia de corruptos e vagabundos, poderiam ao menos disfarçar e pagar alguém para fazer o estudo. Como podemos ver, eles não têm limites. Estão usando Janaina Paschoal para tal finalidade. 


O título do estado do delegado é este: 

PROJETO DE PESQUISA

A PROTEÇÃO DA VIDA HUMANA ATRAVÉS DO DIREITO
PENAL: HOMICÍDIO E ANTECIPAÇÃO DE DIAGNÓSTICO DE MORTE
ENCEFÁLICA PARA FINS DE TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS

Mas ao ler o texto, depois de falsamente citar vários casos, encontrei o "principal objetivo", como ele mesmo define:
Sétimo e principal objetivo : discutir os quatro casos de homicídio referidos no item 3 suso-citado, sobretudo aqueles ocorridos em Poços de Caldas/MG que fazem parte da experiência profissional deste projetista. Essa discussão será pautada pela diretriz do papel construtivo da jurisprudência em matéria penal, com destaque para o primado da práxis. Como disse o penalista Ricardo Antunes Andreucci, a “a jurisprudência tornou-se o Direito ela mesma”.
Quatro casos delegado? Foram 8! Eram quatro quando você estava com os inquéritos nas mãos, recebendo propina de Carlos Mosconi para inocentar os assassinos. Segundo ele, estes casos fazem parte da experiência profissional do projetista. O que estaria incluso neste estudo? O meu asilo? A venda de inquéritos para inocenter assassinos?

Sebastião Pujol é um delegado corruptos, vagabundo e está mais uma vez protegendo traficantes de órgãos em troca de dinheiro ou de algum posto dentro da polícia federal. O resto é balela. 

Um comentário:

  1. Acabei de ler uma parte do seu livro e estou chocada,tenho filhos na idade do seu pequeno e não consigo mensurar a dor de algo assim,horror define o que estou sentindo, é uma pena que a maioria das pessoas desconheca esses fatos,eu mesma descobri seu livro por acaso.

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