Desembargadores comprados

Desembargadores comprados

sábado, 1 de setembro de 2018

Claudi Roberto Ferraz - O médico drogado.




Caros leitores deste blog

Mais uma vez, uma censura sem qualquer explicação. Um texto publicado por mim, sobre o viciado em cocaína Claudi Roberto Ferraz foi retirado de forma abusiva do meu blog.

Os fatos são explícitos. O médico Claudi Ferraz foi preso ameaçando pessoas na rua com uma arma após ter usado cocaína. Não há qualquer dúvida em relação à isso. Há imagens. A dúvida que pode existir é: Como ele está solto depois de tudo isso? Algum processo foi aberto contra ele? E a arma, era registrada? Ele tinha porte de arma? Qual a quantidade de cocaína encontrada com ele? Não era destinada a tráfico de drogas? Mas isso a justiça não quer saber. Ela está preocupada com o meu texto.

O viciado é médico e é um dever da justiça permitir que a sociedade saiba com quem está se tratando. Os riscos para os pacientes são enormes. Mas o que vemos aqui é, mais uma vez, a proteção aos criminosos.

A decisão da justiça demonstra claramente o viés protetor do viciado. Vale lembrar que a empresa do viciado tem convênio com a AMAGIS (outra máfia de Minas Gerais onde se negociam sentenças judiciais).

O juiz de 1a Instância tem a petulância de dizer que a minha intimação deveria ser feita por edital, já que não possuia o meu endereço no exterior. Ora magistrado!! Que vergonha. Eu já forneci o meu endereço à este tribunal diversas vezes. Além disso, bastaria que me enviasse um e-mail solicitando tais dados e eu responderia com prazer. Eu não fugi da justiça. Eu fugi da máfia. Mas vejo que as duas coisas se confundem. Também acho que a ação deveria ser movida aqui na Inglaterra, onde eu publiquei o texto, e não no Brasil! Mas vocês são um bando de covardes e querem travar a batalha ai, onde vocês dominam e levam as propinas para casa.

Caro magistrado. Sua desonestidade é flagrante. Afirma que eu moro no exterior e manda me intimar em edital no Jornal da Mantiqueira?? Você acha mesmo que eu posso comprar este jornalzinho de merda em uma cidade como Londres?

É importante ressaltar também que o G1, que publicou a notícia, não precisará retirá-la de suas páginas. Somente o meu blog foi penalizado pois o objetivo da máfia de tráfico de órgãos é não permitir que eu me manifeste, como se isso fosse possível. O direito de pensar e falar é inerente ao ser humano e não está sob tutela de qualquer juizeco brasileiro. Principalmente quando os fatos narrados são verdadeiros e com provas. Em relação aos adjetivos que utilizei, fazem parte do meu direito de indignação com os fatos e não cabe à justiça dizer como eu devo opiniar.

Mas continuando!!

Segundo os juízes, eu abusei no direito de liberdade de expressão. Vejamos?

- Eu afirmei que ele pertence à máfia de tráfico de órgãos de Poços de Caldas. Para dizer isso, tenho um documento que comprova que ele implantou um rim do meu filho na paciente Angela Maria dos Santos, que faleceu 1 mês após o implante.

- Tenho o depoimento na CPI do médico Celso Roberto Frasson Scafi (membro comprovado da máfia de tráfico de órgãos), dizendo que ele estava sendo preparado para fazer parte disso.

- Ele não possuía credencial exigida por lei para fazer transplantes e ainda humilhou o delegado da polícia federal dizendo que continuaria a fazer, mesmo sabendo que era crime.

O fato de ele não ter sido denunciando ou acusado em inquérito, apenas comprova mais uma de minhas denúncias: As instituições mineiras são podres. As provas existem aos montes. E mais uma vez o TJ-MG está tentando empurrar para debaixo do tapete.

Apesar de tudo isso, insistem os magistrados (filiados à AMAGIS) que trata-se de "inverdades" (palavra usada por mim) publicadas sobre Claudi Ferraz. Ora, só será inverdade se eu não tiver oportunidade para mostrar as provas. E foi isso que a justiça mineira fez mais uma vez! Negou-me o direito ao contraditório! Sumariamente executou a derrubada do meu texto, sem sequer me ouvir, numa atitude típica de ditaduras sulamericanas.

Vale lembrar também que os processos do meu filho estão parados nas gavetas do TJ-MG. O Juri popular já foi adiado mais de 4 vezes e ainda não tem data para acontecer. Não é estranho que a decisão para proteger o viciado tenha saído tão rápido. Eu espero há 18 anos, mas o viciado não pode esperar muito tempo.

Há ainda um fato interessante. Ele teria 6 meses para tomar uma atitude contra o blog, depois de publicado o texto. Mesmo vencido o prazo, a justiça concedeu à ele o direito de esconder da sociedade o seu vício em drogas, mais de um ano após a publicação. Muitos de seus pacientes cardíacos não fazem idéia do risco que correm e agora muito menos! A Justiça é parceira do viciado.  Não me espantaria encontrar desembargadores e desembargadoras com o médico em uma rodinha de pó, escrevendo tal sentença.

A desembargadora Monica Libânio Rocha Bretas, ainda destaca parte do meu texto que interessa para a decisão dela, omitindo a verdade dos fatos referente à participação deste vagabundo assassino no implante do rim do meu filho, rim este conseguido por meio de ação criminosa. Se você compra um carro roubado, você é receptador. Se você implanta um órgão resultado de um homicídio, é o que?

Monica Libânio (desculpe tratá-la assim, mas é que você me tratou como Paulo, e não como Sr. Pavesi), vai além. Ela está incomodada com as palavras "vagabundo", "assassino" e "viciado em drogas".

O termo vagabundo está bem empregado quando me refiro a uma pessoa drogada, armada e que ameaças pessoas inocentes nas ruas da cidades. Não há nada de grave nesta afirmação.

O termo assassino está bem empregado quando me refiro a alguém que participou de cirurgias de implante de órgãos utilizando ógãos obtidos após assassinato. Ele sabia e não fez nada para interromper o crime, utilizando o órgão para implante o que lhe trouxe benefícios financeiros.

O termo viciado em drogas está muito bem empregado para aquele que faz uso frequente de cocaina. Aliás, a justiça mineira usa o termo "substância ilícita". Não senhores juízes. É cocaína mesmo.

Após esta decisão de censura à verdade, não me resta a concluir que a podridão da justiça mineira só poderia ser extinta através de ação armada e uma revolta popular, pois de ofício, o dinheiro já dominou tudo.

Seria injuria, calúnia e difamação, ou qualquer outra coisa se eu estivesse me referindo gratuitamente a uma pessoa inocente e com uma vida de comportamento ilibado. Não é o caso. Não faz qualquer sentido proteger a honra e a moral de quem não a tem.

Para finalizar, como dizia o prof. Walter White em Breaking Bad:

Say my name.
Paulo Pavesi




segunda-feira, 9 de julho de 2018

Uma nova guerra vai começar contra o tráfico de órgãos e a proteção das autoridades de Minas Gerais.

Caro amigos,

Interrompo o meu retiro para voltar para a trincheira. Trata-se de mais um capítulo da minha luta contra o tráfico de órgãos no Brasil, e principalmente contra a máfia que se instalou no judiciário e no Ministério Público Federal.

Vamos ao que interessa!


Em 27 de fevereiro, eu denunciei formalmente ao Ministério Público Federal de Minas Gerais, um crime cometido mais uma vez na área de transplantes do Estado. Para quem acompanha a minha luta contra o tráfico de órgãos, sabe muito bem que o Ministério Pùblico Federal de Minas Gerais, é o principal foco de resistência desta máfia. Tem até procurador que é testemunha de defesa de traficante e processou o juiz da causa por ter sido citado em sentença.

Muito bem. Segundo a lei de transplantes, solicitar um órgão para uma pessoa determinada é crime. E isto tem uma razão bastante simples. A pessoa beneficiada, ao apelar para um órgão, passa a ter privilégios em relação às outras. O caso se torna evidente e pode causar a morte de outros que esperam o mesmo órgão em condições precárias. Nem todos possuem o mesmo poder de ter acesso à mídia o que torna o pedido injusto.

Além disso, médicos podem apressar a morte de pacientes para beneficiar um colega, como é neste caso. O pedido partiu de um médico para outros médicos. Reparem que eu estou denunciando a divulgação de propaganda para obter um órgão. Os demais fatos, como, bular a fila, ou apressar a morte de alguém, não faz parte da minha denúncia, pois para isto, eu precisaria ter provas, e não tenho.

O que eu posso provar é que a propaganda foi feita, e sendo assim apresentei a denúncia em fevereiro de 2018.

4 meses depois, para a minha surpresa, eu recebo a notícia de arquivamento da denúncia. E agora começa o que eu já conheço muito bem. Um verdadeiro circo para que ninguém seja responsabilizado ou punido e que tudo caia no esquecimento. E mais!!! Eles querem mais uma vez arquivar para dizer que minhas denúncias são infundadas e eu vou demonstrar como fazem isso.

Eis um trecho do arquivamento.




Vamos às analises.

1. No primeiro parágrafo o procurador EDMUNDO ANTONIO DIAS NETTO JUNIOR, confirma o que eu denunciei: Ocorrência de veiculação midiática solicitando um fígado humano a fim de transplantá-lo para um médico acometido pela doença da Febre Amarela em Belo Horizonte. 

Procurador Edmundo, conhecido pela aguerrida luta aos
direitos dos índios.

Já neste trecho, percebe-se que após 4 meses nenhuma investigação foi feita para apurar as minhas denúncias. O fato estava parado em alguma gaveta sem que ninguem tivesse se debruçado sobre o assunto. Foram 4 meses pagando o salário de mais de 30 mil reais para um procurador não fazer minimamente o seu trabalho.

Eu digo isso porque o médico em questão RODRIGO BASTOS FOSCOLO, não teve a confirmação da Febre Amarela antes do transplantes. Somente depois dos transplantes é que a doença foi confirmada. Além disso, o próprio médico revela que foi VACINADO duas vezes contra a febre amarela, o que em tese, deveria impossibilitar o acometimento da doença, e ainda, colocar as autoridades sanitárias em alerta, pois, se a vacina não funciona, não faz sentido vacinar a população.


2. Começa aqui a completa falta de caráter de alguém que diz ter estudado direito e se tornado um procurador da república. Diz ele: O representante (Paulo Pavesi) suspeita que pode ter ocorrido induzimento à antecipação da morte de algum paciente para obtenção do referido órgão ou burla da fila da espera para transplantes.

Eu gostaria que o procurador me mostrasse em que momento eu disse isso como sendo uma acusação. O que disse é que a lei foi transgredida no artigo 11 que proibe a veiculação de pedidos de figado para pacientes especificos. Em seguida, eu expliquei o motivo pela qual a lei deve ser respeitada: Para evitar que burlem a fila e que apressem a morte de pacientes.

Em nenhum momento eu denunciei homicidio ou fila furada! E qualquer idiota com o primeiro grau completo, vai compreender o texto que escrevi, pois meus textos são objetivos e claros. Mas o procurador EDMUNDO, já acostumado a dar um jeitinho em tudo, encontrou uma forma fácil de acabar com o assunto. Aprenda no próximo item, como atua um procurador covarde e corrupto.

3. "Os fatos descritos são, em tese, tipicados nos artigos 121 e 297 do código penal ...". Com base nisto, ele manda arquivar a denuncia e enviá-la à procuradoria para apuração de HOMICÍDIO.

Obviamente, a minha denuncia se refere ao artigo 11 do capitulo sobre disposição de órgãos humanos da lei de transplantes. Nem mesmo tendo explicitado isto na minha denúncia, o procurador corrupto teve a honestidade intelectual de compreender. Basta ver meu post no Facebook para termos a certeza do conteudo da minha denuncia.

O que o procurador fez e que vou levar ao CNMP (mesmo sabendo que não vai dar em nada, mas para efeito de documentação), foi receber uma denuncia X, e repassa-la como Y. Ao fazer isso, ele sabe que a denuncia X será esquecida e a denuncia Y será arquivada por falta de provas, já que em nenhum momento eu denunciei um suposto homicidio.

Vale lembrar que quando eu denunciei um homicidio, eu o fiz com provas e este mesmo Ministério Público tratou de abafar para livrar os assassinos da cadeia, fato conseguido com sucesso.

Obviamente que eu respondi no mesmo dia em que recebi a notícia de arquivamento, ao melhor estilo PAVESI de ser, cuja mensagem reproduzo abaixo.



Não demorou muito para que o Procurador tão ocupado com as causas indígenas, apresentasse representação criminal contra mim por injúria, calúnia e difamação, com todo o peso da lei e seus agravantes por ele ser uma autoridade pública.

Ele demorou 4 meses para arquivar um caso com provas, mas contra mim, precisou apenas de 1 dia.

E o mais ilário de tudo isto é que ele enviou a minha denuncia a outro Procurador Corrupto e safado, chamada Eduardo Morato Fonseca, que no passado, foi o responsável por proteger os assassinos do meu filho e também representar criminalmente contra mim por injuria, calunia e difamação!! E ele perdeu!!!

Depois de tudo, só me resta iniciar uma nova guerra, aproveitando a anterior que ainda não acabou. E para isso não me falta disposição. O procurador dos indiozinhos vai compreender o que estou falando.

Amanhã estarei na Live do meu canal, falando sobre este caso e outros também.



segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Delegado da polícia federal vai usar Janaina Paschoal para validar os crimes contra o meu filho

Sebastião Augusto de Camargo Pujol, era o delegado chefe de Varginha quando o Paulinho foi assassinado. Pujol é responsável pelo abafamento dos inquéritos que estavam em seu poder. Graças as pressões, alguns tiveram de ser concluídos, mas até hoje, ainda há inquéritos abertos, sem qualquer conclusão, mesmo recheado de provas.

Pujol foi responsável por sumir com a carta em que Carlos Mosconi, solicitava um rim para a equipe de transplantes, fora da fila de espera. Pujol ganhou muito dinheiro com este processo e também obteve favorecimentos políticos que o fizeram crescer dentro da polícia.

Acabo de receber uma cópia de um pretenso estudo sobre tráfico de órgãos, sob orientação de Janaina Pascoal, em que o delegado pretende demonstrar que a corrupção da qual ele fez parte, era lícita. Em um dos objetivos do estudo, o delegado deixa claro a que veio:
Outro escopo do trabalho (terceiro objetivo) é afastar a criminalização da medicina. É que a obrigação médica é de meio e não de resultado, pois os médicos são guiados pelo encargo de cuidar (do latim medeor) e pelo princípio de servir, o que configura um imperativo ético de intervenção ativa o que os leva a assumirem riscos nem sempre possíveis de serem calculados com a segurança que se quer no preceito do non nocere (não prejudicar ou não fazer mal), nos termos dos ensinamentos do professor de medicina forense Henrique Caivano Soares.
Sim! Este era o objetivo desde o início: Não criminalizar traficantes de órgãos por serem médicos. Pujol está fazendo este estudo para fortalecer dentro da acadêmia, os crimes que cometeu ao presidir o processo. Ele ainda está tentando juntar a sua tese, depoimentos de pessoas importantes, como o juiz que julgou os casos, na tentativa de persuadi-lo a mudar de idéia.

Pujol vai além. Ele quer fazer um estudo usando informações que ele mesmo gerou, manipuladas por propinas e que inocentou médicos que acabaram por ser condenados. Infelizmente a máfia comprou novamente a justiça e anularam tudo. E é este o objetivo deste estudo. Criar no meio acadêmico informações falsas que ele mesmo produziu, para validar o que fizeram.

Esta máfia de corruptos e vagabundos, poderiam ao menos disfarçar e pagar alguém para fazer o estudo. Como podemos ver, eles não têm limites. Estão usando Janaina Paschoal para tal finalidade. 


O título do estado do delegado é este: 

PROJETO DE PESQUISA

A PROTEÇÃO DA VIDA HUMANA ATRAVÉS DO DIREITO
PENAL: HOMICÍDIO E ANTECIPAÇÃO DE DIAGNÓSTICO DE MORTE
ENCEFÁLICA PARA FINS DE TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS

Mas ao ler o texto, depois de falsamente citar vários casos, encontrei o "principal objetivo", como ele mesmo define:
Sétimo e principal objetivo : discutir os quatro casos de homicídio referidos no item 3 suso-citado, sobretudo aqueles ocorridos em Poços de Caldas/MG que fazem parte da experiência profissional deste projetista. Essa discussão será pautada pela diretriz do papel construtivo da jurisprudência em matéria penal, com destaque para o primado da práxis. Como disse o penalista Ricardo Antunes Andreucci, a “a jurisprudência tornou-se o Direito ela mesma”.
Quatro casos delegado? Foram 8! Eram quatro quando você estava com os inquéritos nas mãos, recebendo propina de Carlos Mosconi para inocentar os assassinos. Segundo ele, estes casos fazem parte da experiência profissional do projetista. O que estaria incluso neste estudo? O meu asilo? A venda de inquéritos para inocenter assassinos?

Sebastião Pujol é um delegado corruptos, vagabundo e está mais uma vez protegendo traficantes de órgãos em troca de dinheiro ou de algum posto dentro da polícia federal. O resto é balela. 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Bandidos sempre serão bandidos









A perseguição ao juiz de Poços de Caldas.

A matéria foi publicada em agosto deste ano e pode ser lida na íntegra CLICANDO AQUI. Mas destaco o trecho relacionado ao Juíz Narciso Alavarenga Monteiro de Castro.

Juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro. Um dos
mais honestos do TJMG, ameaçado pela máfia de tráfico de órgãos


Vida sem sossego ao combater o crime organizado

Em duas décadas atuando como juiz, Narciso Alvarenga Monteiro de Castro já recebeu inúmeras ameaças. O que não sabia era que a rotina dele e da família seria totalmente alterada após desengavetar o processo da suposta atuação de uma máfia de transplantes de órgãos em Poços de Caldas, no Sul de Minas. 

Profissionais influentes da cidade estavam na mira da Justiça. Havia indícios da retirada de órgãos de pacientes mortos sem autorização prévia. Os crimes chocaram a população.

Ao retomar o caso, Castro começou a sofrer intimidações e viveu escoltado de 2011 a 2015. “Quem trabalha em algum momento para combater o crime organizado, como eu fiz, nunca mais tem sossego. Não dá para desligar nunca. Eles fazem questão de se mostrar presentes para que eu nunca mais me esqueça que estão por perto”, relata.

Abandono

O juiz não fala mais sobre o processo, que já está encerrado. Mas se lembra bem como a rotina da família mudou. Policiais armados acompanhavam Castro o tempo todo. Ele parou de sair e abandonou as atividades que mais gostava, como jogar futebol e visitar amigos e familiares.

Família

Além de dois filhos menores, a família tinha um bebê na época. “A escolta era só para mim. Quando eu saía para trabalhar, minha esposa e meus filhos ficavam sob risco em casa”, conta.
“Recebemos ameaças todos os dias. Umas mais graves, outras menos. Mas o objetivo delas é sempre o mesmo: que você deixe o processo em que está trabalhando. Tomo cuidados, mas sigo meu trabalho de forma tranquila” (juiz Narciso Alvarenga)
Bandidos deixavam bilhetes debaixo da porta da residência e até abordavam a mulher do juiz, batendo no vidro do carro dela. “Passavam recados. Até em uma viagem ao exterior tivemos situações de alerta”. Com tanta pressão, ele desenvolveu estresse pós-traumático e foi obrigado a buscar tratamento. “Ninguém sai da mesma forma quando passa por isso”.

-xxxx-

Muito bem! A pessoa que ameaçou o juiz e ainda o ameaça veladamente é CARLOS MOSCONI. O mesmo que mandou executar o administrador do Hospital da Santa Casa em Poços de Caldas, cujas investigações apontam para Mosconi, e mesmo assim foram arquivadas. O Ministério Público reconhece que Carlão (como era conhecido) foi assassinado pela máfia do tráfico de órgãos, e mesmo assim pediu o arquivamento.

Atualmente sou eu que tenho ameaçado juízes. Mas ao contrário dos casos reportados pelo Hoje em Dia, as minhas ameaças são para que eles trabalhem. O processo do meu filho está parado na 1a Câmara Criminal de Poços de Caldas, onde atuou Narciso. Depois que ele saiu, Mosconi escolheu o juiz que está na ativa, e este juiz está simplesmente impedindo o andamento do processo. Se eu fosse ele, não deixaria prescrever.

Mosconi é um sujeito sujo e perigoso, com poder economico e político. Ele precisa ser executado antes que mais pessoas tenham as vidas destruídas por ele. Infelizmente, o tribunal de justiça de Minas Gerais, é comandado por Mosconi (ex-assessor especial de Aécio Neves).

Atualmente Mosconi é secretário de saúde de Poços de Caldas onde vem cometendo diversos crimes. O último, foi a contratação fraudulenta de um serviço de saúde, sem licitação.

Carlos Mosconi, o velho e gordo, chefe da máfia de tráfico de órgãos ao lado do prefeito Sérgio de Poços de Caldas.
Sergio se elegeu prefeito com o compromisso de entregar à Mosconi a Secretraria de Saúde do Município.



AMAGIS e o tráfico de órgãos

Em 2015, enquanto médicos eram condenados por tráfico de órgãos, e pelo assassinato do meu filho Paulo Veronesi Pavesi, em Minas Gerais, a AMAGIS - Associação do Magistrados Mineiros, comemorou seus 60 anos de existência. A AMAGIS é uma organização criminosa criada para negociar sentenças judiciais. Toda a sorte de magistrados vagabundos e vendedores de sentenças, fazem parte desta associação.

Mas eles também sabem ser cruéis.

A festa dos 60 anos que ocorreu em Alfenas, teve como patrocinador o traficante de órgãos e assassino de Carlos Henrique Marcondes (administrador da Santa Casa de Poços de Caldas, onde o tráfico acontecia), CARLOS MOSCONI. Mosconi financiou a festa em Alfenas, para demonstrar que a justiça mineira está em seu bolso.

Para animar a festa, Mosconi fez questão de que fosse contratada uma banda específica. A banda leva o nome do meu filho.


Durante o evento, em meio ao som da banda Paulinho Veronezi, também foi feita a tentativa da anulação da sentença do filho de Mosconi, condenado a limpar cemitérios, numa ação de sonegação de impostos. A empresa sonegadora era controlada pelo filho de Mosconi, mas pertence à Mosconi. Esta empresa, além de sonegar impostos, participava ativamente de licitações fraudulentas. Após vencer as licitações, sequer entregavam os materias adquiridos pelas prefeituras, ou ainda, entregava materiais de baixa qualidade - tudo comprovado por auditorias.


A obesa loira cujo filho é defeituoso, ao centro da foto retratada durante o evento, é a desembargadora Karin Emmerich, que anulou as sentenças dos assassinos do meu filho e de mais outras 12 vítimas, após receber 500 mil reais de Carlos Mosconi, intermediados por Aécio Neves. O voto principal foi do desembargador Flavio Batista Leite. Um magistrado que entrou por cota no TJMG. Não meus amigos. Não é cota racial (embora ele até pudesse ter o direito), mas estou falando de cota de bandidos - vagas reservadas a desembargadores que aceitam se vender por qualquer moeda. Flavio tentou paralisar o processo por diversas vezes, soltou os assassinos da cadeia, e ainda concedeu habeas corpus para um dos médicos que estava foragido - Sérgio Poli Gaspar. As autoridades alegaram que não sabiam do paradeiro do assassino foragido, mas conseguiram informa-lo de que era preciso se entregar pois a liberdade já estava garantida. 

Karin estava lá para prestigiar a sujeira da justiça.

Eles não estavam satisfeitos apenas em livrá-los da cadeia. Eles queriam mesmo era humilhar a minha família, festejando o assassinato do meu filho, usando para isso uma banda com o nome dele.

A AMAGIS é um tribunal de justiça paralelo. É ali que as sentenças são negociadas. A Associação tem acesso a todos os andamentos processuais, inclusive os sigilosos - como se fosse um tribunal de justiça. O faturamento da Associação é astronômico, pois a AMAGIS recebe um percentual de cada transação realizada por seu intermédio. Os negócios ocorrem como num mercado de peixe. O interessado em comprar a sentença, comunica o presidente da associação que passa a negociar diretamente com o juiz do caso. Uma vez aceita a proposta, o valor é pago e a sentença concretizada.

O CNJ - Conselho Nacional de Justiça, tem conhecimento destas práticas. Porém, dentro do CNJ, há representantes da AMAGIS que negociam ali também o silêncio deste Conselho. Recentemente eu enviei uma denúncia sobre a compra da anulação da sentença a que me refiro, e o CNJ me respondeu - por email - que se tratava de um problema meu, e que se eu quisesse, deveria contratar um advogado e entrar com uma ação na justiça. O CNJ tem obrigação institucional de apurar os fatos, mas eles também se beneficiam financeiramente destas negociações.

Estamos diante de uma justiça que protege assassinos de crianças, e zombam da família da vítima, em festas patrocinadas pelos assassinos. 

É esta a justiça brasileira. E é por isso que o Brasil jamais será um país decente.

Ps. Sobre a frase filho defeituoso, podem me condenar. Se não respeita meu filho, eu não tenho de respeitar o dela.