Desembargadores comprados

Desembargadores comprados

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Uma nova guerra vai começar contra o tráfico de órgãos e a proteção das autoridades de Minas Gerais.

Caro amigos,

Interrompo o meu retiro para voltar para a trincheira. Trata-se de mais um capítulo da minha luta contra o tráfico de órgãos no Brasil, e principalmente contra a máfia que se instalou no judiciário e no Ministério Público Federal.

Vamos ao que interessa!


Em 27 de fevereiro, eu denunciei formalmente ao Ministério Público Federal de Minas Gerais, um crime cometido mais uma vez na área de transplantes do Estado. Para quem acompanha a minha luta contra o tráfico de órgãos, sabe muito bem que o Ministério Pùblico Federal de Minas Gerais, é o principal foco de resistência desta máfia. Tem até procurador que é testemunha de defesa de traficante e processou o juiz da causa por ter sido citado em sentença.

Muito bem. Segundo a lei de transplantes, solicitar um órgão para uma pessoa determinada é crime. E isto tem uma razão bastante simples. A pessoa beneficiada, ao apelar para um órgão, passa a ter privilégios em relação às outras. O caso se torna evidente e pode causar a morte de outros que esperam o mesmo órgão em condições precárias. Nem todos possuem o mesmo poder de ter acesso à mídia o que torna o pedido injusto.

Além disso, médicos podem apressar a morte de pacientes para beneficiar um colega, como é neste caso. O pedido partiu de um médico para outros médicos. Reparem que eu estou denunciando a divulgação de propaganda para obter um órgão. Os demais fatos, como, bular a fila, ou apressar a morte de alguém, não faz parte da minha denúncia, pois para isto, eu precisaria ter provas, e não tenho.

O que eu posso provar é que a propaganda foi feita, e sendo assim apresentei a denúncia em fevereiro de 2018.

4 meses depois, para a minha surpresa, eu recebo a notícia de arquivamento da denúncia. E agora começa o que eu já conheço muito bem. Um verdadeiro circo para que ninguém seja responsabilizado ou punido e que tudo caia no esquecimento. E mais!!! Eles querem mais uma vez arquivar para dizer que minhas denúncias são infundadas e eu vou demonstrar como fazem isso.

Eis um trecho do arquivamento.




Vamos às analises.

1. No primeiro parágrafo o procurador EDMUNDO ANTONIO DIAS NETTO JUNIOR, confirma o que eu denunciei: Ocorrência de veiculação midiática solicitando um fígado humano a fim de transplantá-lo para um médico acometido pela doença da Febre Amarela em Belo Horizonte. 

Procurador Edmundo, conhecido pela aguerrida luta aos
direitos dos índios.

Já neste trecho, percebe-se que após 4 meses nenhuma investigação foi feita para apurar as minhas denúncias. O fato estava parado em alguma gaveta sem que ninguem tivesse se debruçado sobre o assunto. Foram 4 meses pagando o salário de mais de 30 mil reais para um procurador não fazer minimamente o seu trabalho.

Eu digo isso porque o médico em questão RODRIGO BASTOS FOSCOLO, não teve a confirmação da Febre Amarela antes do transplantes. Somente depois dos transplantes é que a doença foi confirmada. Além disso, o próprio médico revela que foi VACINADO duas vezes contra a febre amarela, o que em tese, deveria impossibilitar o acometimento da doença, e ainda, colocar as autoridades sanitárias em alerta, pois, se a vacina não funciona, não faz sentido vacinar a população.


2. Começa aqui a completa falta de caráter de alguém que diz ter estudado direito e se tornado um procurador da república. Diz ele: O representante (Paulo Pavesi) suspeita que pode ter ocorrido induzimento à antecipação da morte de algum paciente para obtenção do referido órgão ou burla da fila da espera para transplantes.

Eu gostaria que o procurador me mostrasse em que momento eu disse isso como sendo uma acusação. O que disse é que a lei foi transgredida no artigo 11 que proibe a veiculação de pedidos de figado para pacientes especificos. Em seguida, eu expliquei o motivo pela qual a lei deve ser respeitada: Para evitar que burlem a fila e que apressem a morte de pacientes.

Em nenhum momento eu denunciei homicidio ou fila furada! E qualquer idiota com o primeiro grau completo, vai compreender o texto que escrevi, pois meus textos são objetivos e claros. Mas o procurador EDMUNDO, já acostumado a dar um jeitinho em tudo, encontrou uma forma fácil de acabar com o assunto. Aprenda no próximo item, como atua um procurador covarde e corrupto.

3. "Os fatos descritos são, em tese, tipicados nos artigos 121 e 297 do código penal ...". Com base nisto, ele manda arquivar a denuncia e enviá-la à procuradoria para apuração de HOMICÍDIO.

Obviamente, a minha denuncia se refere ao artigo 11 do capitulo sobre disposição de órgãos humanos da lei de transplantes. Nem mesmo tendo explicitado isto na minha denúncia, o procurador corrupto teve a honestidade intelectual de compreender. Basta ver meu post no Facebook para termos a certeza do conteudo da minha denuncia.

O que o procurador fez e que vou levar ao CNMP (mesmo sabendo que não vai dar em nada, mas para efeito de documentação), foi receber uma denuncia X, e repassa-la como Y. Ao fazer isso, ele sabe que a denuncia X será esquecida e a denuncia Y será arquivada por falta de provas, já que em nenhum momento eu denunciei um suposto homicidio.

Vale lembrar que quando eu denunciei um homicidio, eu o fiz com provas e este mesmo Ministério Público tratou de abafar para livrar os assassinos da cadeia, fato conseguido com sucesso.

Obviamente que eu respondi no mesmo dia em que recebi a notícia de arquivamento, ao melhor estilo PAVESI de ser, cuja mensagem reproduzo abaixo.



Não demorou muito para que o Procurador tão ocupado com as causas indígenas, apresentasse representação criminal contra mim por injúria, calúnia e difamação, com todo o peso da lei e seus agravantes por ele ser uma autoridade pública.

Ele demorou 4 meses para arquivar um caso com provas, mas contra mim, precisou apenas de 1 dia.

E o mais ilário de tudo isto é que ele enviou a minha denuncia a outro Procurador Corrupto e safado, chamada Eduardo Morato Fonseca, que no passado, foi o responsável por proteger os assassinos do meu filho e também representar criminalmente contra mim por injuria, calunia e difamação!! E ele perdeu!!!

Depois de tudo, só me resta iniciar uma nova guerra, aproveitando a anterior que ainda não acabou. E para isso não me falta disposição. O procurador dos indiozinhos vai compreender o que estou falando.

Amanhã estarei na Live do meu canal, falando sobre este caso e outros também.



segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Delegado da polícia federal vai usar Janaina Paschoal para validar os crimes contra o meu filho

Sebastião Augusto de Camargo Pujol, era o delegado chefe de Varginha quando o Paulinho foi assassinado. Pujol é responsável pelo abafamento dos inquéritos que estavam em seu poder. Graças as pressões, alguns tiveram de ser concluídos, mas até hoje, ainda há inquéritos abertos, sem qualquer conclusão, mesmo recheado de provas.

Pujol foi responsável por sumir com a carta em que Carlos Mosconi, solicitava um rim para a equipe de transplantes, fora da fila de espera. Pujol ganhou muito dinheiro com este processo e também obteve favorecimentos políticos que o fizeram crescer dentro da polícia.

Acabo de receber uma cópia de um pretenso estudo sobre tráfico de órgãos, sob orientação de Janaina Pascoal, em que o delegado pretende demonstrar que a corrupção da qual ele fez parte, era lícita. Em um dos objetivos do estudo, o delegado deixa claro a que veio:
Outro escopo do trabalho (terceiro objetivo) é afastar a criminalização da medicina. É que a obrigação médica é de meio e não de resultado, pois os médicos são guiados pelo encargo de cuidar (do latim medeor) e pelo princípio de servir, o que configura um imperativo ético de intervenção ativa o que os leva a assumirem riscos nem sempre possíveis de serem calculados com a segurança que se quer no preceito do non nocere (não prejudicar ou não fazer mal), nos termos dos ensinamentos do professor de medicina forense Henrique Caivano Soares.
Sim! Este era o objetivo desde o início: Não criminalizar traficantes de órgãos por serem médicos. Pujol está fazendo este estudo para fortalecer dentro da acadêmia, os crimes que cometeu ao presidir o processo. Ele ainda está tentando juntar a sua tese, depoimentos de pessoas importantes, como o juiz que julgou os casos, na tentativa de persuadi-lo a mudar de idéia.

Pujol vai além. Ele quer fazer um estudo usando informações que ele mesmo gerou, manipuladas por propinas e que inocentou médicos que acabaram por ser condenados. Infelizmente a máfia comprou novamente a justiça e anularam tudo. E é este o objetivo deste estudo. Criar no meio acadêmico informações falsas que ele mesmo produziu, para validar o que fizeram.

Esta máfia de corruptos e vagabundos, poderiam ao menos disfarçar e pagar alguém para fazer o estudo. Como podemos ver, eles não têm limites. Estão usando Janaina Paschoal para tal finalidade. 


O título do estado do delegado é este: 

PROJETO DE PESQUISA

A PROTEÇÃO DA VIDA HUMANA ATRAVÉS DO DIREITO
PENAL: HOMICÍDIO E ANTECIPAÇÃO DE DIAGNÓSTICO DE MORTE
ENCEFÁLICA PARA FINS DE TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS

Mas ao ler o texto, depois de falsamente citar vários casos, encontrei o "principal objetivo", como ele mesmo define:
Sétimo e principal objetivo : discutir os quatro casos de homicídio referidos no item 3 suso-citado, sobretudo aqueles ocorridos em Poços de Caldas/MG que fazem parte da experiência profissional deste projetista. Essa discussão será pautada pela diretriz do papel construtivo da jurisprudência em matéria penal, com destaque para o primado da práxis. Como disse o penalista Ricardo Antunes Andreucci, a “a jurisprudência tornou-se o Direito ela mesma”.
Quatro casos delegado? Foram 8! Eram quatro quando você estava com os inquéritos nas mãos, recebendo propina de Carlos Mosconi para inocentar os assassinos. Segundo ele, estes casos fazem parte da experiência profissional do projetista. O que estaria incluso neste estudo? O meu asilo? A venda de inquéritos para inocenter assassinos?

Sebastião Pujol é um delegado corruptos, vagabundo e está mais uma vez protegendo traficantes de órgãos em troca de dinheiro ou de algum posto dentro da polícia federal. O resto é balela. 

sábado, 23 de dezembro de 2017

Novos rumos

A todos que acompanham este blog, gostaria de dizer que o caso Pavesi está definitivamente encerrado. Os desembargadores foram comprados e o processo encontra-se parado na justiça mineira esperando a prescrição.

Este é meu último ano em Londres. Acho que é hora de deixar o país e procurar um lugar novo para viver. 

O caso Pavesi está encerrado, mas não termina aqui. Em breve vocês terão novidades.

Abraço a todos e meus desejos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo.