Desembargadores comprados

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Minori, traffici d'organi in Italia

Aqui não é Brasil!


«Minori, traffici d'organi in Italia»

Maroni all'assemblea Unicef: «Presente anche nel nostro Paese il fenomeno che riguarda i migranti»

Roberto Maroni (Insidefoto)
Roberto Maroni (Insidefoto)
ROMA - «Abbiamo delle evidenze di traffici di organi di minori che sono presenti e sono stati rintracciati in Italia». Lo ha detto il ministro dell'Interno, Roberto Maroni, intervenendo all'assemblea annuale dell'Unicef a Roma.

DATI INCROCIATI - Le «evidenze» di cui parla Maroni si spiegano, ha precisato successivamente il ministro, con l'analisi incrociata dei dati sui ragazzi extracomunitari scomparsi dopo esser arrivati a Lampedusa e le segnalazioni relative al traffico d'organi inviate dai paesi d'origine alla polizia italiana tramite Interpol. La traccia del traffico d'organi, ha aggiunto il titolare del Viminale, è rintracciabile «negli esposti provenienti da diversi paesi del mondo che nel corso degli anni, e anche nel 2008, sono stati portati all'attenzione della polizia italiana, che ha iniziato un'attività di indagine». Evidenze, inoltre, che «si incrociano con un dato che è assolutamente negativo e molto preoccupante e che riguarda i minori extracomunitari che spariscono ogni anno in Italia». Maroni cita il dato relativo al 2008: «Su 1.320 minori approdati a Lampedusa l'anno scorso, ovviamente portati da qualcuno, circa 400 sono spariti. Di loro non abbiamo più notizie. Incrociando questo dato con alcuni esposti sul traffico di organi, arrivati dai paesi d'origine di questi minori, possiamo ritenere che il fenomeno tocchi anche il nostro Paese». Per questo Maroni ha ribadito che solo con la banca dati del Dna si può affrontare e risolvere il problema. «Oggi gli strumenti a disposizione non ci consentono di accertare se effettivamente la scomparsa di questi minori sia da mettere in relazione ad un traffico di organi - spiega il ministro -. Saremo in grado di farlo appena il Parlamento approverà il trattato di Prum, già approvato al Senato: l'istituzione della banca dati del Dna ci consentirà di prelevare il codice genetico ai minori in modo da poter incrociare i dati con certezza e proteggerli meglio».

MIGRANTI - A margine dell'assemblea pubblica dell'Unicef a Roma, Maroni ha anche annunciato che tutti i minori migranti che sono sbarcati a Lampedusa «sono già stati prelevati e portati nelle comunità». Il ministro ha sottolineato l'esistenza di una «collaborazione molto efficace tra il Viminale e i comuni d'Italia per assegnare i minori immigrati a comunità familiari che li tengono, li curano e li accudiscono».


30 gennaio 2009

sábado, 24 de janeiro de 2009

A quem interessar possa

Recebi de uma amiga um e-mail dizendo que algumas pessoas não acreditam que eu tenha recebido o status de Asilado Humanitário do Governo Italiano. Poderia aqui, publicar uma cópia da decisão da Commissione Territoriale per il riconoscimento della protezione internazionale de Milano, bem como o certificado e até mesmo o permesso concedido por asilo humanitário, mas seria inútil, porque também diriam que são documentos falsos.

No Brasil, aquilo que não se pode combater, desqualifica-se.

Mas posso oferecer um caminho bastante simples e eficaz. Basta contatarem o governo italiano e me denunciar por usar o nome de um país tão sério, em um assunto tão sério, para criar uma farsa tão séria. Atualmente eu moro na Itália. Tenho certeza que eles saberão tomar as providências.

Boa sorte!!

Paulo Pavesi

domingo, 21 de dezembro de 2008

O estado brasileiro respondeu à OEA!

Para quem não sabe, estou denunciando o Brasil na OEA. A OEA em junho deste ano notificou o estado brasileiro à responder a minha denúncia. O Brasil pediu prorrogação do prazo e a resposta chegou em Novembro à OEA. Ontem a OEA me enviou a resposta do estado brasileiro para que eu fizesse algumas observações. Tenho o prazo de um mês e estou enviando inclusive algumas gravações que nunca divulguei. Esperei muito por este momento.
É preciso ainda que saibam que na denúncia enviada à OEA, constam algumas perguntas sobre o fato de não terem denunciado os verdadeiros assassinos do Paulinho, e que após apresentadas ao Ministério Público Federal e no Conselho Nacional do Ministério Público foram ignoradas e arquivadas. Tanto no Ministério Público Federal, quanto no Conselho Nacional do Ministério Público.
Mas foi em agosto de 2008, tão logo que cheguei na Itália para pedir asilo político, fui informado que estava sendo procurado por um oficial de justiça para realizar um exame de sanidade mental. Um jeito sútil de me chamaram de débil mental.
Voltando à resposta, o governo brasileiro não respondeu nenhuma das perguntas que estão no dossiê, e nem mesmo entrou no mérito da violação dos meus direitos. E está dizendo que eu não tenho direitos porque o processo do Paulinho que julga o seu homicídio, ainda está em andamento.
É importante ressaltar que, segundo as regras internacionais, é preciso esgotar todos os recursos internos para se ter um direito reconhecido internacionalmente.
Há um trecho bastante interessante em que o estado brasileiro afirma que o caso é tão sério que 4 procuradores assinaram a denuncia contra os médicos. Digo que é "interessante" porque eles anexaram à esta resposta uma cópia da denúncia que fizeram contra mim onde foram 9 os procuradores que assinaram. Só que está folha foi excluída! Sumiu! Se 4 assinaturas são importantes contra os médicos, imaginem 9 assinaturas contra mim? Imaginem a importância que tem para eles me calarem. Além disso, não anexaram o resultado deste processo onde eu fui absolvido e a juíza reconheceu que eu estava certo.
Mais uma omissão!
Esta página excluída faz parte da minha denúncia e está na página 191.
E esta resposta é tão primária quanto a denúncia de homicídio do meu filho. Passo a acreditar que a falta de capacidade do estado brasileiro, em especial, do Ministério Público chega a ser preocupante.
Esta resposta foi mais um grande erro do governo.
Por que? Simples.
Os direitos fundamentais do Paulinho se encerraram em 21 de abril de 2000 quando ele foi assassinado. Ou seja, o direito fundamental DELE, a vida, foi violado. Depois disso, nenhum direito mais que ele tivesse seria violado pois ele não estava mais vivo. O que se discute agora é a violação do direito da minha família e de outros brasileiros em receber respostas satisfatórias sobre o motivo que os verdadeiros assassinos não tenham sido denunciados. Respostas estas que se negam a fornecer há 8 anos, e continuam sem fornecê-las.
Tudo para proteger uma quadrilha traficante de órgãos, que possui pessoas poderosas e renomadas da medicina brasileira. O problema é que respondê-las é na verdade uma confissão de corrupção e canalhicie. Se o estado brasileiro tivesse razão, bastaria enviar as respostas sobre os questionamentos do dossiê e enterrar o assunto.
Por que não respodem?
No caso da minha denúncia, não cabe esperar o processo do Paulinho acabar, até porque, as violações não se limitam somente a receber as respostas, mas a perseguição que venho sofrendo por denunciar. E neste caso, são os direitos fundamentais meus, de minha família e por extensão de todo e qualquer cidadão brasileiro, que estão sendo violados.
Neste sentido, para não sofrer retaliações, perseguições e ameaças é que estou na Itália sob proteção do governo italiano, que, com base na mesma denúncia, me concedeu asilo humanitário. Tudo isso para poder continuar denunciando. O que o governo brasileiro pretende nada mais é, violar mais alguns dos meus direitos.
Como se não bastasse ao estado brasileiro cercear todos os meus direitos no
Brasil, ainda almejam que não eu tenha direito fora dele.
E para concluir com os abusos, o estado brasileiro ainda intimida a OEA dizendo que não cabe à esta entidade questionar decisões judicias brasileiras. Ou seja, caso aconteça uma absolvição dos médicos.
Em outras palavras, já estão assinalando que isso vai acontecer, afinal, este é justamente o principal item da denúncia: Há um acordo neste processo onde os verdadeiros assassinos foram substituídos por outros médicos, e nulidades processuais foram cometidas para que não houvesse condenações. O nome dos principais acusados ficavam intactos e os coadjuvantes sairiam impunes.

Nesta trama criada pelo Ministério Público Federal, concluíram que acabando com uma família inteira, forçando a minha saída do Brasil, é que eles poderão dizer que NUNCA no Brasil, uma pessoa foi assassinada para a finalidade de tráfico de órgãos, e que todo o sistema de transplante brasileiro (uma fraude comprovada), é um exemplo a ser seguido.
Ainda neste contexto, torna-se justificavel os mais de 600 milhões de reais que vão para os bolsos de traficantes de órgãos todos os anos.
Este é o estado brasileiro NAZISTA de direito democrático!

Desqualificar quem denuncia, mentir, omitir documentos, forjar provas e proteger bandidos.
Paulo Pavesi
O débil mental brasileiro for força do estado.

sábado, 13 de dezembro de 2008

A máscara dos transplantes no mundo, está caindo

Mas obviamente não cairá. É muito dinheiro envolvido. Tem muita gente enriquecendo com o problema renal dos outros.

Sobre corrupção, eu falo em outro texto. Neste aqui quero destacar uma organização que encontrei na Itália. Trata-se da "Lega Nazionale Contro la Predazione di Organie la Morte a Cuore Battente". É uma ONG que luta contra a retirada ilegal de órgãos com o apoio de diversos médicos espalhados no mundo, e inclusive no Brasil.
Os motivos? Basta assistir parte do meu documentário que está no YouTube. A verdade é que o conceito de morte encefálica é a grande fraude da humanidade e foi criada para justificar a retirada de órgãos de pessoas vivas para "salvar" pessoas que precisam de um transplante.
A medicina preventiva está indo para o lixo para que pessoas acabem numa fila de transplantes, pois é muito mais fácil receber do governo federal uma bolada de dinheiro por uma cirurgia que não tem obrigação nenhuma de dar certo.
Vou deixar aqui o texto publicado por esta ONG em italiano (para quem conhece) e depois vou traduzí-lo assim que tiver tempo. Se preferir, conheça o site desta entidade, pois vale a pena.
QUELLO CHE NON TI HANNO DETTO
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Non ti hanno detto che l'espianto di organi quali cuore, fegato, polmoni, reni, ecc., si effettua solo e sempre da persona in coma, con respirazione aiutata, e non da cadavere freddo e rigido come tutti intendiamo.

La persona viene incisa dal bisturi mentre il suo cuore batte, il sangue circola, il corpo è roseo e tiepido, urina, può muovere gambe, braccia, tronco, ecc...Le donne gravide portano avanti la gravidanza.
Non è vero che prima si interompa la ventilazione e che poi, a cuore e respiro fermi, si inizi il prelievo, ma è proprio l'opposto.
Gli organi vengono tolti da persona che ha perso la coscienza le cui reazioni alla sofferenza prodotta dall'espianto sono impedite da farmaci paralizzanti o da anestetici.
Prof. Dr. Massimo Bondì, L.D. Pat. Chir. e Prop. Clin. Univ. La Sapienza di Roma, chirurgo generale e patologo generale: "la morte cerebrale è ascientifica, amorale e asociale" (Audizione Commissione sanità '92).
Dr. David W. Evans, Fellow Commoner of Queens' College Cambridge, cardiologo dimessosi dal Papworth Hospital per opposizione alla "morte cerebrale", dichiara: "Non c'è modo di accertare una vera morte cerebrale prima della cessazione della circolazione sanguigna. C'è una grande differenza tra essere veramente morto ed essere dichiarato clinicamente in morte cerebrale". (Audizione Parlamento Italiano '92).
Dr. Robert D. Truog, Dr James C. Fackler, Harvard Medical School Boston, dichiarano che non è possibile accertare la cessazione irreversibile di tutte le funzioni del cervello con i mezzi clinico-strumentali attuali (Critical Care Medicine - vol.20, n° 12, 1992, "Rethinking Brain Death" (Ripensamento sulla morte cerebrale)).
Prof. Peter Singer, Presidente dell'Associazione Internazionale di Bioetica, in merito alla riluttanza a donare organi, dichiara: "La gente ha abbastanza buon senso da capire che i 'morti cerebrali' non sono veramente morti... la morte cerebrale non è altro che una comoda finzione. Fu proposta ed accettata perchè rendeva possibile il procacciamento di organi". (Congresso di Cuba 1996).

IL DIBATTITO SCIENTIFICO INTERNAZIONALE E' ROVENTE, MA IN ITALIA CONTINUA LA CENSURA.

QUELLO CHE DEVI SAPERE
È in vigore la Legge n. 91 del 1° aprile ’99, detta del silenzio-assenso, promozione trapianti, organizzazione, finanziamenti, export-import. Essa va a sommarsi alla L. 578/93 e al DM 582/94 che impongono il concetto e la dichiarazione della falsa “morte cerebrale”. Questa legge prevede che il Ministro della Sanità emani un decreto con 10 direttive per l’attuazione della schedatura dei cittadini in donatori e non-donatori: come e quando le ASL dovranno inviare notifica documentata a ciascun cittadino affinché si presenti per la dichiarazione di volontà. Solo dopo tale notifica, quanti non avranno risposto all'ASL, verranno d'ufficio considerati donatori. ATTENZIONE! Da più di 9 anni si attende tale decreto (art. 5): il Ministro inadempiente invece ha emesso un decreto temporaneo - Decr. 8 Aprile 2000 - contrario alla legge nello spirito e nella lettera, aprendo le porte a raccolte illegali e abusive presso vari enti (Asl, ospedali, ambulatori, associazioni pro-trapianto e alcuni Comuni), poi travasate nella totale assenza di garanzie nel database illegale del Centro Nazionale Trapianti. Questo è pericolosissimo per i non-donatori: abbiamo diffidato tutte le ASL, il Ministro della Salute e presentato ricorso al TAR.
IN ATTESA DEL DECRETO VIGONO DISPOSIZIONI TRANSITORIE
1) Diritto della persona di opporsi all'espianto di organi/tessuti con dichiarazione autografa, per es. la CARTA-VITA da noi emessa.
2) Diritto dei parenti di presentare opposizione scritta per coloro che non si sono espressi. I parenti sono esclusi in presenza di documentata volontà favorevole del malato. (Attenti ai tesserini fasulli!).
3) Senza una forma scritta d’opposizione “è consentito procedere al prelievo di organi e tessuti”. È illegale che i medici chiedano ai parenti la firma di donazione, illegale e immorale “donare” un altro. È illegale e criminale espiantare un non-donatore fingendo di praticare una autopsia a cuore battente: questi medici vanno denunciati.
DIFFIDA DELLE ISTITUZIONI CHE FANNO PROPAGANDA PER INCREMENTARE I TRAPIANTI

QUELLO CHE PUOI FARE CON NOI
Volere che sia abrogata la Legge 578/93 che impone la dichiarazione di "morte cerebrale" in presenza di circolazione sanguigna e di cuore che batte autonomamente: eutanasia/distanasia di Stato.Volere che da subito sia introdotto il diritto all'obiezione di coscienza per medici e cittadini che non credono alla morte del cervello mentre il corpo è vivo.Volere che sia abrogata la L. 91/99, detta del silenzio-assenso, che espropria i cittadini.Volere corretta informazione: non va nascosto che l'espianto di organi è sempre a cuore battente mentre il prelievo di tessuti si effettua dopo arresto respiratorio e cardio-circolatorio di 20 minuti.Volere che la schedatura sia contemplata solo per i donatori che abbiano personalmente dichiarato all'ASL la propria decisione di donare organi a cuore battente e sangue circolante. Volere comunque il rispetto dell'eventuale opposizione della famiglia, come in Inghilterra.Volere che i medici non spengano d'autorità la ventilazione e la vita ai non-donatori, impedendo consulti di medici di fiducia e terapie alternative.Volere che le associazioni "pro morte e cuore battente" e "pro espianto/trapianto" non penetrino nelle scuole a condizionare bambini e ragazzi indifesi.
Volere che non si nascondano la sofferenza, le gravi patologie e l'alto tasso di mortalità dei trapiantati.Volere che si ponga fine alla sperimentazione in vivo, al business istituzionale della macellazione umana e al conseguente commercio degli organi, legale e illegale, rinvigorito dal decreto ministeriale 2.12.2004 (Sirchia) che autorizza l'esportazione di organi e tessuti degli italiani ad organizzazioni estere.Volere che l'Italia si apra al dibattito scientifico internazionale e si ponga fine alla censura.
OCCORRE PROMUOVERE UN REFERENDUM PER ABROGARE LA FINTA MORTE CEREBRALE

NIHON UNIVERSITY: “TERAPIA DELLA IPOTERMIA CEREBRALE CONTROLLATA”
Neurochirurghi giapponesi hanno salvato 14 pazienti su 20 con ematoma subdurale acuto associato a danno cerebrale diffuso e 6 su 12 con ischemia cerebrale globale da arresto cardiaco da 30 a 47 minuti, riportandoli a normale vita quotidiana, con pieno ristabilimento delle capacità di comunicazione verbale.“Una dichiarazione affrettata di cosiddetta ‘morte cerebrale’ senza che sia stata tentata tale terapia potrebbe ben costituire omicidio o, come minimo, premeditata omissione di soccorso e malpractice” (Yoshio Watanabe MD; Cardiac Transplantation: Flaws In The Logic Of The Proponents. JPN Heart J, Sept 1997 - Hayashi N, MD, Brain Hypothermia Therapy, JPN Med J, July 6, 1996).
Prof. Lodovico Bergamini, docente di neurologia all'Università di Torino scrive: “Un tracciato elettroencefalografico può essere normale anche se piatto, cioè privo di ritmo visibile: ad esempio soggetti adulti ansiosi o soggetti neonati possono avere un tracciato piatto che di per sé non è assolutamente definibile patologico” (Manuale di neurologia clinica).

Molti medici illustri hanno espresso pubblica condanna al concetto di “morte cerebrale”:Prof. Dr. Nicola Dioguardi, emerito di medicina interna, Università di Milano;Prof. Dr. Edoardo Storti, emerito di clinica medica, Università di Pavia; Prof. Dr. Paolo Puddu, direttore dell'Istituto di patologia speciale medica e metodologia clinica, Università di Bologna; Dr.a Maria Luisa Robbiati, anestesista-rianimatrice, già dell'ospedale S. Camillo e del Policlinico Gemelli di Roma;Dr. Giuseppe Bertolini, anestesista-rianimatore, già degli Ospedali Riuniti di Roma; Dr.a Stefania Dente, anestesista-rianimatrice, all'ospedale C.T.O. di Napoli; Dr. Dario Miedico, specialista medicina legale, Milano; Dr. Paolo Bavastro, cardiologo, primario medico alla Filderklinik, Stoccarda; Prof. Giuseppe Sermonti, ordinario di genetica, Università di Palermo e di Perugia; Dr. Dario Sepe, specialista malattie del fegato, Roma;David J. Hill, M.A., FRCA emeritus consultant anaesthetist, Cambridge, UK; Cicero Galli Coimbra, M.D. PH. D. Department neurology and neurosurgery, University Sau Paulo, Brasil. ...........
Como vocês podem ver, o mundo começa a despertar para o que está acontecendo. Nesta geração é possível que nada aconteça. Há um batalhão de imbecís fazendo propaganda de doação de órgãos como se fosse propaganda de guaraná. Só faz bem!
Abraços

sábado, 29 de novembro de 2008

Teoria da conspiração

Agora que você já leu a notícia acima, eu preciso explicar a minha teoria da conspiração. Não é nada demais. É até bem simples. Mosconi (o primeiro da foto) criou uma "ONG" chamada MG SUL Transplante. Isto está publicado em uma revista da ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos).
Não perca o raciocínio.
Mosconi foi o relator da lei de doação presumida de órgãos em que todo brasileiro era doador, exceto aqueles que registraram em seus documentos serem contrários a isso. A "ONG" de Mosconi foi responsável pelo assassinato do meu filho em abril de 2000 para fins de tráfico de órgãos. O caso gerou até uma CPI, que gerou vários indiciamentos. Porém, o Procurador (prevaricador) Geral da República Antônio Fernando de Souza e Silva se nega a denunciá-los.
Mosconi nunca foi envolvido nas acusações, exceto por mim. Há até uma carta apreendida pela PF onde ele pede um rim (no black) para um prefeito da cidade de Campanha. A cirurgia foi feita por um dos sócios de Mosconi, que participou do assassinato do meu filho, mas que também foi retirado da denúncia sem explicações.
A reportagem acima está publicada no site da Prefeitura de Poços de Caldas, e faz questão de mostrar a grande influência deste grupo com o governo de Minas Gerais. Deve ser por isso que o processo de homicídio do meu filho foi retirado do fórum federal e levado para Poços de Caldas, na justiça comum, onde Mosconi manda e desmanda. Assim ele poderá arquivar as acusações com mais facilidade. Aliás, ele já o fez.
Na foto ainda está o prefeito eleito de Poços de Caldas, Paulinho Courominas. Ele é irmão de uma pessoa renomada no meio de comunicação. Trata-se do Mineiro, ex-diretor de jornalismo da TV Record. Mineiro me processou por injúria, calúnia e difamação após montar uma reportagem sobre o caso do meu filho, e dizer que eu me neguei a dar entrevista. Na verdade, eu implorei para falar e ele não deixou. Por isso, eu o chamei publicamente de FDP. Eu consegui provar - como sempre - quando gravei uma conversa com o repórter que confirmou o fato e apresentei na justiça. Fui absolvido. O advogado do Mineiro era nada mais nada menos, que Flávio D'urso. Eu fui defendido pela defensoria pública.
Também na foto está o atual prefeito de Poços de Caldas, Sebastião Navarro. Sebastião Navarro, Aécio Neves e Carlos Mosconi apareceram nas listas de Marcos Valério, mas nenhum deles foi processado.
Espero que não perca o fio da meada.
Sebastião Navarro foi presidente da comissão parlamentar de inquérito que apurou em Minas Gerais diversas fraudes nas cooperativas de café da região do sul de minas. Entre os casos investigados estava o de Poços de Caldas, onde Jaime Payne foi responsável por um rombo de alguns milhares de reais. Jaime foi conduzido ao cargo de gestor desta cooperativa a pedido de Mosconi. Jaime está bem obrigado.
Navarro também nomeou como secretária de turismo de Poços de Caldas, a esposa de Mosconi. É possível e provável que a esposa de Mosconi continue no cargo, já que, como podemos ver acima, continua tudo em casa.
Na matéria há ainda uma referência ao atual deputado federal Geraldo Thadeu Pedreira dos Santos. Geraldo era prefeito quando a "ONG" de Mosconi matou meu filho. Ele foi acusado na época de falsidade ideológica e improbidade administrativa por prestar informações falsas ao SUS para poder obter a gestão plena da saúde, mas nenhum processo foi em frente, como sempre acontece.
Geraldo Thadeu foi muito importante para a "ONG" de Mosconi. Ele tornou-se deputado com o apoio de Mosconi e logo inseriu-se na Comissão de Direitos Humanos da Câmera Federal, além de participar da CPI do tráfico de órgãos que apurava a morte do meu filho durante a sua gestão como prefeito de Poços de Caldas. Seu objetivo foi proibir o meu depoimento na comissão de direitos humanos e impedir que Mosconi fosse citado na CPI. Tenho os áudios e as notas taquigráficas que demonstram os ataques de TPM que assolavam o deputado, quando Mosconi era citado. Estes áudios serão divulgados em breve.
Graças à pressão de Geraldo Thadeu na comissão de direitos humanos para que eu não fosse ouvido, o presidente daquela comissão, na época Enio Bacci, me forneceu um documento dizendo que eu não poderia depor pois não seria possível garantir a minha integridade física. Este documento foi peça importante para que o governo italiano me concedece asilo humanitário já que a exemplo de Carlos Henrique Marcondes, eu poderia ser assassinado em qualquer momento.
Espero que ainda esteja conectado ao texto.
Carlos Henrique Marcondes era o administrador do hospital onde a "ONG" de Mosconi matou meu filho. Ele grampeou os telefones do Centro Cirúrgico da Santa Casa e depois de descobrir algumas coisas, foi assassinado. A Polícia Civil de Poços de Caldas que me perseguiu com bastante empenho, classificou o assassinato como suicídio. Foram disparados 3 tiros da arma encontrada na mão de Marcondes, mas o exame que poderia provar que Marcondes cometeu suicídio (resíduo de pólvora em suas mãos) não pôde ser feito porque as mãos do administrador foram raspadas com ácido, pela equipe que o atendeu em emergência. Diga-se de passagem, é a mesma equipe que matou meu filho.
De toda esta história, restou o seguinte: Mosconi, Aécio Neves, Sebastião Navarro, Paulinho Courominas e Geraado Thadeu, além da equipe que matou meu filho, estão todos muito bem obrigado.
Eu estou na Itália. Estou recomeçando a vida depois de 8 anos de luta em vão. Eles estão dominando o sul de Minas. Não é possível lutar contra estas pessoas, quando numa salinha pequena como a da foto, existe tanto poder envolvido.
Paulinho foi enterrado em 2000 e seus órgãos foram vendidos.
A "ONG" de Mosconi não tinha registros obrigatórios para atuar como central de transplantes e o fez. O Instituto Penido Burnier em Campinas, que recebeu as córneas de Paulinho e as revendeu, não tinha os registros obrigatórios para fazer transplantes, mas fazia. As córneas foram retiradas sem que os médicos tivessem os registros obrigatórios para isto, mas fizeram mesmo assim.
O Ministério Público Federal, a Polícia Federal e amigos de Mosconi me processaram. Fui absolvido em todos, mas eles nunca chegaram e nem chegarão ao banco dos réus.
Eu paro por aqui pois sempre que escrevo me lembro de Carlos Marcondes e o fim que deram a ele. Nunca é tarde para se perder o que resta.
Entendeu?

domingo, 16 de novembro de 2008

Traficante de órgãos é preso.... nos EUA é claro

No Brasil, traficantes de órgãos são protegidos pelo Ministério Público Federal e pelo governo. Já em países civilizados, a situação é outra. O tráfico de órgãos só existe graças a corrupção de autoridades. Não fosse isso, este tipo de crime não existiria.



O chefe de uma rede que furtou os órgãos de mais de mil corpos para vendê-los no lucrativo mercado dos transplantes foi condenado a 54 anos de prisão em Nova York.
Michael Mastromarino, de 44 anos, se declarou culpado e foi sentenciado numa corte do Brooklyn. A sentença implica que o condenado só poderá se beneficiar de uma redução da pena depois de ter cumprido pelo menos 18 anos de prisão. Com a cumplicidade de uma funerária, Mastromarino extraiu ilegalmente órgãos de mais de mil corpos, incluindo o do ex-correspondente da BBC, Alistair Cooke, falecido em Nova York aos 95 anos, em 2004.
No mercado internacional de órgãos, um corpo pode representar até US$ 250 mil (quase R$ 400 mil) para as empresas especializadas em organizar os transplantes, segundo os promotores, que classificaram o caso como "digno de um filme de terror".

No Brasil existem muitas pessoas comercializando órgãos e até cadáveres inteiros. Nos últimos anos, dois médicos foram detidos transportando órgãos humanos sem documentação e sem explicar a finalidade, mas ambos foram soltos. Dificilmente serão punidos.
Um deles, descoberto em um aeroporto de São Paulo, abandonou os órgãos e seguiu viagem. Depois, disse à polícia que estes órgãos seriam utilizados em estudos. E todo mundo aceitou.

O outro era uma mulher, e os órgãos estavam em seu porta malas. O Conselho Regional de Medicina de Curitiba saiu em defesa da traficante, alegando que trata-se de uma pessoa honestíssima. Só porque vendia órgãos humanos sem autorização não significa que é traficante?

A resposta é simples: pagando bem, que mal tem?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Documentário - A farsa dos transplantes

Há muitos anos venho armazenando informações sobre tráfico de órgãos. Estas informações estão espalhadas em reportagens, vídeos, imagens, áudios e depoimentos. Agora, resolvi juntá-las e editá-las e mostrar a todos a realidade sobre os transplantes de órgãos.

Hoje ser doador é politicamente correto. Muitos falam que são doadores sem ter noção do que isso significa. Ser doador é pop!

Todos falam que querem salvar pessoas que precisam, e esquecem que, com isso, colocam a própria vida em risco. Ninguém faz idéia de que milhares de pessoas estão sendo empurradas para a fila de transplantes, quando muitas vezes um tratamento simples impediria esta situação: medicina preventiva.

Médicos e governo não querem resolver um problema que gera um lucro de milhões de reais todos os anos, sem contar o lucro do mercado paralelo que não é pequeno.

Um médico que salva um paciente da fila de transplantes pode levar até 150 mil reais com uma só cirurgia. Um médico que salva um paciente com câncer não recebe 10% deste valor. O paciente na fila de transplantes é um cheque em branco e não é preciso dar garantia de que a cirurgia será um sucesso. Se não der certo, é só enterrar pois o valor é pago da mesma forma.

Se um médico implantar um órgão impróprio em um paciente, ninguém ficará sabendo e ele recebe da mesma forma.

Todos os anos são realizados milhares de transplantes, mas as filas não param de crescer, e nem podem parar. Quanto maior a fila, maior é a capacidade de conseguirem doadores. Maior é a capacidade de impressionar a opinião pública, de que doar é necessário. Mas ninguém se pergunta: Por que a fila não para de crescer? Não há uma forma de se evitar isso?

Claro que existem formas de evitar a fila, mas quem está interessado? O négocio financeiro que envolve os transplantes está em crescimento. Não é permitido questionar!

Por isso ouvimos muito falar no sucesso que é salvar vidas com transplantes. Uma maravilha.

Mostra-se uma pessoa a beira da morte que recebe um órgão e fica feliz da vida. Uma história de sucesso!!! Mas nunca mostram quantas histórias deram errado, pois isso prejudica a doação de órgãos e atrapalha um sistema "vencedor". Hoje, de todos os órgãos doados somente 20% são aproveitados.

Qualquer sistema que proíbe a divulgação da realidade, não é um sistema vencedor e sim um sistema fraudador.

Enquanto algumas pessoas esperam 3 anos por um transplantes, outros, num período bem menor, já fizeram 3 implantes.

Na verdade dos 100% doados, muitos vão para a fila paralela de um consultório particular, e serão vendidos por um preço considerável. E o interessante é que o SUS paga a retirada deste órgão.

Se você fosse administrador de uma empresa, não gostaria de saber porque 80% da sua produção, que você paga, simplesmente some? Sim! Mas o SUS não se importa e a cada ano aumenta os valores que são pagos para alimentar este sistema.

Fazer transplantes é o negócio do momento: O médico ganha muito dinheiro, fica com a fama de salvador de vidas e os limites éticos são suspensos, pois este pode tudo em nome de salvar uma vida. Até mesmo matar um doador. Os fins justificam os meios.
Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4

Parte 5

Parte 6



Para saber detalhes do caso Paulinho leia:


A história de Paulinho narrada em 2002 pela CartaCapital - A matéria mais completa e honesta já publicada sobre o caso.

Remoção de órgãos de Paulinho com anestesia geral - O Anestesista classificou Paulinho como vivo antes de administrar Etrane (anestesia inalatória). Ele mentiu para a polícia federal, para o ministério público federal, mas foi desmentido publicamente durante a CPI. Ele me processou por chama-lo de mentiroso e fui condenado a indenizá-lo, uma vez que o processo correu em Poços de Caldas, berço da máfia.

Avaliação neurológica comprova: O estado de saúde não era grave. - Documentos que constam nos autos, comprovam que Paulinho foi levado ao hospital e sua primeira avaliação neurológica não era grave como dizem os médicos para se defenderem.

Exames fraudados com ajuda de procuradores federais e ministério da saúde. - Em um esquema montado dentro do gabinete do Ministro José Serra, Carlos Mosconi - o chefe da máfia - era informado a cada passo sobre os documentos obrigatórios que não foram entregues à auditoria. Mosconi repassava a informação para os assassinos que forjavam os papéis. Depois, estes documentos eram levados ao Ministério da Saúde e entregues ao procurador José Jairo Gomes. Este último encaminhava os mesmos ao delegado da polícia federal Célio Jacinto do Santos, que anexava ao inquérito como sendo documentos "originais". Veja alguns destes documentos. Nenhum médico responde ou respondeu por falsificação de documentos.

Sem Morte Encefálica. - Foi assim que o médico e assassino Celso Roberto Frasson Scafi descreveu o estado de saúde de Paulinho, minutos antes de lhe retirar o rim. Scafi escreveu de próprio punho que Paulinho estava SEM MORTE ENCEFÁLICA, porém, como é sócio de Carlos Mosconi, seu nome foi excluído do rol de acusados. Scafi estava indiciado pela polícia federal pelo crime de retirada ilegal de órgãos, e foi inserido em uma equipe da UNICAMP (ainda quando estava indiciado) para continuar realizando transplantes em Campinas, pelo Ministério da Saúde.

Asilo Humanitário - Você não verá isto na imprensa brasileira. O caso Paulinho está proibido de ser divulgado, exceto se for para inocentar (ainda mais) os assassinos.