Veio do próprio Ministro da Justiça, Tarso Terrorista Genro, o aval que todos precisam. Ao defender a manutenção do asilo político de Cesare Battisti, Tarso disse:
"Muitos de nós fomos criminosos políticos, provavelmente não pelos mesmos direitos do senhor Battisti. E a maioria de nós tem orgulho do que fizemos naquela época."
O que eles fizeram naquela época que os fazem tão orgulhosos? Explico: Um bando de desqualificados resolveram que o regime em vigor no Brasil não era o que eles desejavam. Assim sendo, reuniram-se em bandos e passaram a assaltar, saquear, estuprar, matar e explodir quartéis, para que o regime mudasse. É disso que eles estão orgulhosos.
Neste sentido, Tarso Genro deu o aval. Se você não está feliz com o regime Lula, é hora de pegar em armas, assaltar, saquear, estuprar, matar e explodir quartéis para, quem sabe, o regime que você deseja para o seu país seja implantado. No futuro, você ainda poderá se orgulhar disso!
Se o Ministro da Justiça, afirma que os crimes cometidos são motivos de orgulho, quem sou eu para questioná-lo! Qualquer um pode matar em nome da política. A carta branca foi dada! Façamos a nossa parte.
Tarso Genro é um desqualificado que teve acesso ao cargo que tem, porque os brasileiros foram, mais uma vez, enganados. Todos acreditaram na democracia, na possibilidade de um trabalhador fazer algo útil para este país. No entanto, os brasileiros de bem estão nas mãos de porcos chovinistas, que estão implantando lentamente o socialismo. É este bando, que ainda preso às origens, está chamando Ahmadinejad para um café, e Cesare Battisti para escrever livros sobre a luta armada, da qual o italiano não tem qualquer direito. Battisti cometeu os crimes por vingança, e nada tinha a ver com o regime que ele gostaria de ver implantado na Itália.
Tarso Genro está criando um novo tipo de crime. Crime é crime. Um assassinato, seja por motivos políticos ou não, é um assassinato. Se matar politicamente é passível de perdão, estamos com a faca e o queijo na mão para exterminar um bando de vagabundos, que politicamente, nos incomoda.
Segundo Tarso, se qualquer um matar Lula porque não deseja o socialismo, poderá ser asilado em qualquer lugar do mundo. Infelizmente, isso é mais uma das balelas deste terrorista de merda. Crimes contra a humanidade, segundo a convenção de Genebra, excluem qualquer direito à asilo político.
Para saberem mais sobre a história do safado que está sendo protegido pelo outro safado, veja esta reportagem feita pela minha esposa aqui na Itália, e apresentado no Brasil pela Band (Jornal da Band).
Eu poderia tentar explicar quem é Luis Nassif (foto montagem colhida na internet), mas recentemente, Diogo Mainardi fez com tanta propriedade que não me cabe dizer mais nenhuma palavra. A foto diz tudo. O que vem de Nassif não cheira lá muito bem.
Em 2001, Nassif socorreu seus conterrâneos escrevendo uma coluna sobre o caso do meu filho, na Folha de S.Paulo, onde dizia que o caso era completamente absurdo, acusando inclusive a imprensa de promover um "sensacionalismo". Nassif disse que eu acusei injustamente médicos renomados.
Não satisfeito, Nassif publicou em um livro esta coluna. Logo após sua coluna sair no jornal, minha esposa foi entrevistá-lo num programa de tv que ela apresentava na cidade de Poços de Caldas. Recolhi provas e documentos para demonstrar a verdade ao sujeitinho, mas ele negou-se a me receber. Disse que não queria ver nada e que já sabia dos fatos. Tenho testemunhas.
Recentemente, em 11/02/2009, no seu blog, Nassif voltou - inexplicavelmente - a me atacar. Do nada. Sem qualquer gancho. Desta vez, Nassif não só distorceu a história, como também passou a inventar. Segundo o texto, a briga começou quando o hospital particular cobrou o custo do transporte do corpo para a Santa Casa, eliminando os detalhes que não interessam para aqueles que desejam abafar o caso. Típico do jornalismo de Nassif. As histórias dele têm um lado só.
É notável a forma compromissada com a quadrilha, que Nassif narra a história. Devo esclarecer que a cobrança não foi pelo TRANSPORTE mas sim por todo o processo de DOAÇÃO DE ÓRGÃOS (TRANSPLANTE). Segundo a lei, a doação é gratuita e todo o procedimento foi cobrado. Para os leitores deste sujeitinho, explico: Com esta simples descoberta (extorsão), veio a tona uma série de irregularidades que incluia assassinato de doadores por uma central de transplantes que não possuía sequer registro junto ao Ministério da Saúde e mesmo assim recebia religiosamente pelos transplantes (ou assassinatos) realizados. Na lista de assassinados, estava o meu filho, que proporcionou esta descoberta.
Ele ainda afirma que a Santa Casa foi descredenciada do SUS, o que não é verdade. O Hospital Pedro Sanches foi descredenciado do SUS. A Santa Casa foi somente proibida de fazer o diagnóstico de morte encefálica e impedida de realizar transplantes - diga-se de passagem - até hoje. Está nos autos. Eu tenho uma cópia se Nassif desejar, mas acho que ele vai se negar novamente em recebê-las, pois precisa implacar a sua micro mini versão adaptada.
Nassif ainda afirma que os médicos foram absolvidos, mas o processo ainda está em andamento. Como ele tem esta informação privilegiada? Será que sua influência no meio jurídico é tão grande que ele já sabe o resultado do processo que ainda não acabou?
Nassif deve ter muitos amigos poderosos, ou videntes. Não é a toa que o BNDES emprestou alguns milhões sem qualquer garantia, e ainda deu os juros (não pagos) de bônus.
Para dar ênfase a sua histórinha, e quem sabe vender mais livrinhos, Nassif diz ter sido ameaçado por mim. Ora, porque não foi a polícia? Porque não me processou? Porque não fez nada? Eu soube que Nassif era covarde ao se negar a receber documentos que comprovavam as minhas denúncias, mas silenciar diante de tantas terríveis ameaças, é demais.
Aos leitores de Nassif, relato o que ele precisa ocultar:
- Em 2002, logo após os indiciamentos feitos pela polícia federal, o administrador da Santa Casa grampeou o centro cirúrgico do Hospital da Santa Casa e descobriu detalhes sobre esta quadrilha. Carlos Henrique Marcondes, o administrador, foi encontrado morto dentro do seu carro. A polícia civil que protegia esta quadrilha, defendeu a versão de suicídio, apresentando a arma do próprio administrador que continha 3 tiros deflagrados. A perícia não pode concluir suicídio porque as mãos do administrador foram raspadas com ácido (veja aqui o texto e as fotos). Marcondes, quando foi encontrado, foi atendido por membros da equipe de transplantes que assassinou meu filho. Eu tenho cópia do inquérito e posso fornecer detalhes a quem interessar possa. Inclusive ao Nassif.
- Em 2004 foi instalada em Brasília a CPI do TRÁFICO DE ÓRGÃOS, com base no caso Paulinho Pavesi. A CPI conclui pelo indiciamento de 9 médicos que participaram de todo o processo. Além disso, o relatório final da CPI revela que outras 8 pessoas também foram assassinadas pelo mesmo grupo e tiveram seus órgãos retirados sem a devida comprovação da morte encefálica. Qualquer cidadão brasileiro pode requisitar uma cópia do relatório final da CPI diretamente no congresso nacional. Inclusive o Nassif.
- Em 2007 entrei com uma ação na OEA que está em análise. A OEA já solicitou explicações ao governo brasileiro que ao fazê-la, enviou documentos adulterados junto a sua resposta. Por sorte, mesmo estando na Itália, eu tinha os originais que enviei prontamente à aquela entidade. Uma das minhas denúncias é de que o estado brasileiro está sendo conivente com a morte de pacientes em leitos de UTIs públicas para fins de tráfico de órgãos. O governo precisa abafar este caso pois envolve uma rede inteira de transplantes incluindo médicos e políticos renomados, alguns, amigos íntimos de Nassif.
- Em 2008, o processo de homicídio do meu filho e mais 3 processos de homicídio que versam sobre outros 8 casos, foram retirados do forum da justiça federal em Belo Horizonte e enviados para o Sul de Minas, onde Carlos Mosconi (idealizador da central clandestina e chefe desta quadrilha), possui influência política. Desde então, apesar de não haver uma decisão judicial, Mosconi vem dizendo que os médicos já estão absolvidos. Talvez seja desta fonte a informação citada por Nassif.
- Logo depois, vim para a Itália e apresentei os mesmos documentos que Nassif negou-se a receber ao governo Italiano, solicitando asilo político. Fiquei 15 dias num centro de aconlhença aguardando o exame da documentação. Na audiência final no Tribunal de Milão, bastaram apenas 2 horas e meia para que o asilo fosse concedido por unanimidade. Agora, portanto, estou sob proteção internacional.
- Em 2009 fui recebido pelo presidente da câmara Italiana Gianfranco Fini e a Ministra Mara Carfagna.
- Em todos os 7 processos movidos contra mim pela quadrilha que inclui médicos, procuradores federais e delegados de polícia, fui absolvido. Em alguns deles, a justiça reconheceu que eu estava certo e questionou o Ministério Público Federal sobre o fato de os acusados pelo relatório da CPI e nas minhas denúncias não terem sido levados à justiça.
- O relatório da CPI com os indiciamentos está há 5 anos em uma gaveta do Procurador Geral da República que está sendo conivente com esta máfia. Basta dizer que se este caso fosse levado em frente, o governo teria de explicar como pagava uma central clandestina para realizar transplantes, sem que ela tivesse o mínimo credenciamento necessário para realizar tais procedimentos. Isso, o governo não quer explicar, pois há muita gente envolvida.
Bons tempos Nassif, onde você tinha o poder de escrever num jornal como Folha de S.Paulo e os leitores não tinham uma internet para pesquisar. Com estes recursos, entendo como sua carreira está amarrada em um blog.
Há ainda uma série de documentos extraídos do processo, que seria interessante que Nassif explicasse aos seus leitores. Basta clicar nos links abaixo. São eles:
Há pouco tempo atrás, um comentário neste blog afirmava que tráfico de órgãos é coisa de país capitalista. Disseram ainda eu que deveria me informar melhor. Fiz minha lição. Pesquisei e achei um texto bastante interessante do blog Locutório do autor BARROS, R. F. (frizero@gmail.com).
Hilda Molina Morejón (foto) é uma importante neurocirurgiã de origem argentina. Entusiasta da Revolução Cubana que levou ao poder naquela ilha caribenha a Fidel Castro e seus companheiros de luta armada, Hilda fixou residência em Havana e, por sua reconhecida competência, foi designada diretora do Centro Internacional de Restauração Neurológica (CIREN) de Cuba. Mas, ainda que pertencendo ao primeiro escalão dos estrangeiros que apóiam e ocupam cargos de importância no governo castrista, Hilda Molina Morejón cometeu um grave equívoco: protestou, rompeu e denunciou as mazelas que viu em seus anos de direção à frente daquele hospital.
A Dra. Morejón lutou por uma causa nobre: em 1994, descobriu a existência de uma máfia de tráfico de órgãos dentro do CIREN e, o que era ainda mais grave, com a participação e anuência de altos funcionários do Governo de Cuba. Ela constatou que órgãos de seres humanos, sobretudo de fetos provenientes de abortos induzidos clinicamente, estavam sendo vendidos para estrangeiros que viajavam para Cuba com o propósito de receber tais órgãos em transplantes. O principal produto desse comércio era material de medula óssea, muitas vezes extraído sem qualquer consentimento das famílias. Ao trazer a público tal denúncia, Hilda Molina Morejón renunciou a seu cargo de direção, devolveu as medalhas ofertadas pela Revolução Cubana e desvinculou-se do governo, inclusive de seu mandato como deputada da chamada Asamblea Nacional del Poder Popular. Como forma de seguir atuando como médica na ilha de Fidel Castro, fundou o Colégio Médico Independente de Cuba, entidade que mantém na clandestinidade por pressão do governo cubano.
Desde então, Hilda Molina Morejón e sua mãe, Hilda Morejón - uma anciã de oitenta e sete anos - foram proibidas de se retirar do país, ainda que sendo ambas cidadãs argentinas. Ambas foram declaradas "inimigas do povo cubano" e a Dra. Morejón teve o pagamento de sua aposentadoria arbitrariamente suspenso por ordem do governo. Vivendo da pensão de aproximadamente US$ 8 (oito dólares estadunidenses) da mãe, as duas mulheres vivem sob constante ameaça de simpatizantes do regime castrista e, segundo denúncias de movimentos de direitos humanos de Cuba e de outros países, a casa onde ambas residem transformou-se em um dos alvos preferidos de vândalos.
O caso de Hilda Molina Morejón retornou à imprensa mundial depois que na recente Cúpula de Presidentes do Mercosul, realizada em Córdoba, Argentina, o presidente do país anfitrião, Nestor Kirchner, entregou ao presidente de Cuba, Fidel Castro, uma carta na qual solicita a liberação da médica argentina para que possa retornar ao seu país de origem e visitar seus familiares, dentre os quais seu único filho, os quais não vê há pelo menos doze anos. O gesto de Kirchner, contudo, é visto pela imprensa argentina como "teatral" diante das críticas que a oposição daquele país tem feito, há anos, à inação da chancelaria argentina. Em 2003, o irmão da dissidente do regime cubano, Roberto Quiñones, deu início à campanha nacional em protesto pela decisão cubana, a qual culminou, em 2004, com a queda do chefe do gabinete do Ministério das Relações Exteriores da Argentina, que viera à público defender abertamente a liberação de Molina.
Curioso é que a justificativa para que o governo de Fidel Castro não libere Hilda Molina Morejón, ou seja, não lhe conceda a autorização especial de viagem ao exterior que todo cidadão livre cubano precisa ter para sair do país, é a de que o "cérebro [da cientista] é patrimônio do país e do povo cubano".
A apatia do governo argentino ao negociar com Cuba o retorno de suas duas cidadãs para o país reflete uma certa permissividade que parece trespassar boa parte dos governos latino-americanos da atualidade. Difícil não recordar da falta de atitude do governo brasileiro, por exemplo, diante do confisco das refinarias da Petrobrás na Bolívia, ou dos cuidados excessivos dos países do Mercosul em incluir na pauta de discussões da Cúpula de Córdoba quaisquer questões afeitas aos direitos humanos - já que o convidado especial do evento era justamente Fidel Castro, acusado por diversas organizações não-governamentais ao redor do mundo por crimes contra a liberdade.
Por que será que a América Latina, de tantas chagas causadas por regimes totalitários e militaristas, parece não ter aprendido ainda a lição e caminha, algo inocente, na direção dos braços generosos de ditadores mal disfarçados? Quando será que nos salvaremos desse populista canto sedutor de sereia que parece emanar de Cuba e outras paragens e caudilhos? Arrisco-me a pensar que aquilo que mais encanta em governo como o de Cuba, para os nossos dirigentes latino-americanos, é a sua capacidade de perpetuar-se no poder.
Será, então, esse o sonho de uma América Latina unida e forte, uma ditadura à 1984? Se este for o projeto de futuro, não há mesmo razão para que Hilda Molina Morejón saia de Havana. Não valerá a pena trocar a matriz por uma das cópias em esboço.
Meus comentários: A semelhança de Lula e Fidel não está apenas na tirania e nos ideais podres. Eles também são apoiam o tráfico de órgãos.
Durante as investigações sobre o caso Paulinho (10 anos), descobrimos que estavam faltando diversos documentos importantes no prontuário médico. A medida em que as investigações avançavam, maiores eram as irregularidades encontradas. Para abafar o caso, o Ministério da Saúde (José Serra), criou uma força tarefa. Carlos Mosconi, o chefe da máfia, participou efetivamente das auditorias e era informado pessoalmente pelos assessores de Serra sobre as irregularidades. Mosconi, por sua vez, contatava o hospital e médicos envolvidos solicitando que os documentos fossem criados ou adulterados para dar corpo a versão criada pela máfia e que pudesse ser facilmente terminada com a impunidade.
Um ofício do assessor de José Serra confirma que Mosconi foi informado pessoalmente das irregularidades. Portanto, não se trata de uma mera expeculação.
O primeiro prontuário apresentado para auditoria tinha 12 páginas. No final da auditoria, o prontuário possuia mais de 26. No entanto, criar uma história mentirosa requer organização e inteligência, coisas que os envolvidos padecem.
Abaixo, alguns dos documentos falsificados e as explicações.
Exame de Gasometria Venosa - FALSO
Repare na data assinalada em rosa. O exame foi solicitado e emitido em 22/04/2000. Tudo bem se Paulinho não tivesse sido sepultado as 8:00 da manhã daquele dia.
Anticorpo para vírus hepatite C - FALSO
O exame foi solicitado e emitido em 20/04/2000. O documento recebe o timbre do Hospital da Santa Casa, porém, Paulinho estava no dia assinalado no Hospital Pedro Sanches. Portanto, é impossível que tenha realizado tal exame.
Hemograma - FALSO
O exame foi solicitado e emitido em 22/04/2000. Como já disse, Paulinho já estava sepultado neste dia.
Bilirrubina - FALSO
O exame foi solicitado e emitido em 20/04/2000. Como no outro caso, o documento recebe o timbre do Hospital da Santa Casa, porém, Paulinho estava no dia assinalado no Hospital Pedro Sanches. Portanto, é impossível que tenha realizado tal exame.
Mas as fraudes não estavam limitadas aos exames. Documentos importantes relativos à doação de órgãos, segundo a lei, devem ficar armazenados por 20 anos. No entanto foram criados às pressas. O documento de retirada de órgãos foi preenchido por uma secretária que enviou rapidamente ao Ministério da Saúde. Tão rapidamente que o médico esqueceu de assinar. O documento foi copiado e assinado pelo médico e enviado para compor o 3o. prontuário. Abaixo, cópia das duas versões.
Documentos utilizados na cirurgia, também foram adulterados. No documento abaixo, na ficha de anestesia da primeira cirurgia, percebe-se claramente que o verdadeiro procedimento foi rasurado e sobre ele escrito a palavra "Arteriografia". Na pressa, os fraudadores não tiveram o cuidado de remover as pistas. A Dra. Sônia M. A. Cardoso, não foi indiciada e nem responde processo embora a ficha seja de sua responsabilidade.
Informações sobre os receptores também foram preenchidas a toque de caixa. E como em vários outros documentos, a falta de capacidade até para cometer crimes é notória. Abaixo a primeira versão sem as assinaturas e em seguida devidamente assinadas. O Ministério Público Federal reconheceu a fraude mas negou-se a denunciar os envolvidos.
A legislação brasileira determina que em caso de morte violenta, é necessária a criação de um boletim de ocorrência para investigar as causas do acidente e a realização de necrópsia. Paulinho não foi submetido a necrópsia por motivos óbvios. Foram retirados mais órgãos do que os que foram declarados. No atestado de óbito, encontramos assinalado a existência de um boletim de ocorrência sobre a queda. No entanto, tal boletim nunca foi localizado. O laudo desta necrópsia nunca apareceu e o médicos legistas confirmam que ele nunca foi feito.
As AIH's significam Autorização para Internação Hospitalar. Como Paulinho foi tratado de forma diferente pois estava sendo assassinado, as AIHs também não existiam. Elas foram preenchidas as pressas para ajudar a auditoria. Falsificar documentos público é crime. Mas Regina Cioffi, a responsável pelas falsificações não foi incomodada. Ela foi afastada algum tempo das funções mas retornou em seguida sem nenhum arranhão.
Se você viu estes documentos e acreditava que transplante é coisa séria, deveria pensar melhor antes de avaliar a hipótese de se tornar um doador. Apesar de todos esses documentos, NINGUEM foi punido, exceto eu que denunciei e moro hoje na Itália pois a perseguição para que eu me cale é enorme.
Fique vivo! Não se deixe levar pela propaganda transplantista. Se eles são capazes de falsificar documentos para acobertar o assassinato de uma criança de 10 anos, imagine o que não seriam capazes de fazer com você.
Este blog desafia qualquer autoridade a provar o contrário, sem obviamente, criar, fraudar ou adulterar novos documentos. As imagens contidas neste blog foram extraídas do processo de homicídio onde os médicos estão sendo absolvidos graças a influência política do chefe desta Máfia Carlos Mosconi.
Remoção de órgãos de Paulinho com anestesia geral - O Anestesista classificou Paulinho como vivo antes de administrar Etrane (anestesia inalatória). Ele mentiu para a polícia federal, para o ministério público federal, mas foi desmentido publicamente durante a CPI. Ele me processou por chama-lo de mentiroso e fui condenado a indenizá-lo, uma vez que o processo correu em Poços de Caldas, berço da máfia.
Exames fraudados com ajuda de procuradores federais e ministério da saúde. - Em um esquema montado dentro do gabinete do Ministro José Serra, Carlos Mosconi - o chefe da máfia - era informado a cada passo sobre os documentos obrigatórios que não foram entregues à auditoria. Mosconi repassava a informação para os assassinos que forjavam os papéis. Depois, estes documentos eram levados ao Ministério da Saúde e entregues ao procurador José Jairo Gomes. Este último encaminhava os mesmos ao delegado da polícia federal Célio Jacinto do Santos, que anexava ao inquérito como sendo documentos "originais". Veja alguns destes documentos. Nenhum médico responde ou respondeu por falsificação de documentos.
Sem Morte Encefálica. - Foi assim que o médico e assassino Celso Roberto Frasson Scafi descreveu o estado de saúde de Paulinho, minutos antes de lhe retirar o rim. Scafi escreveu de próprio punho que Paulinho estava SEM MORTE ENCEFÁLICA, porém, como é sócio de Carlos Mosconi, seu nome foi excluído do rol de acusados. Scafi estava indiciado pela polícia federal pelo crime de retirada ilegal de órgãos, e foi inserido em uma equipe da UNICAMP (ainda quando estava indiciado) para continuar realizando transplantes em Campinas, pelo Ministério da Saúde.
Asilo Humanitário - Você não verá isto na imprensa brasileira. O caso Paulinho está proibido de ser divulgado, exceto se for para inocentar (ainda mais) os assassinos.
Estavam para extrair os órgãos mas o paciente acordou: Seu coração estava parado a uma hora. Quando os cirurgiões habilitados para a extração iniciaram a operação, o homem voltou a respirar.
Paris (Le Monde) - Os cirurgiões da equipe de transplante estavam já prontos para extrair os órgãos, quando repararam que havia sinal de vida. Um episódio - revelado pelo jornal cotidiano Le Monde - inacreditável.
O protoganista deste episódio foi um francês de 45 anos, vítima de um infarto do miocárdio em um rua de Paris no início de 2008. Os paramédicos tentaram reanimá-lo no local, sem sucesso, decidindo em seguida a transportá-lo ao Hospital mais próximo, Pitiè-Salpetriere, na capital, equipado para a prática de dilatação das coronárias.
REAÇÃO À ESTÍMOLOS DOLOROSOS - Durante o trajeto, apesar das seguidas tentativas, o coração não voltou a bater, e uma vez no hospital as análises confirmaram a impossibilidade de dilatação das coronárias. Parecia então que não havia mais nada a fazer. O homem estava transformado então, uma hora e meia depois da parada cardíaca, em um potencial doador de órgãos: um doador "com parada cardíaca", sem morte encefálica mas não mais reanimável. Um veredito desmentido a tempo: quando a equipe de cirurgiões habilitada para a retirada dos órgãos estava para iniciar, realmente, o paciente começou a respirar espontâneamente, e a reagir aos estímulos dolorosos.
"AGORA FALA E CAMINHA" - "Na verdade, existiam sinais de vida (ou sintomas), verificados equivalentes à ausência de sinais clínicos de morte" explica o relatório dos médicos da comissão ética de assistência pública hospitalar de Paris, encarregada di avaliar o caso.
"Depois de várias semanas - continua - pontilhada por complicações graves, o paciente está caminhando e falando". Não se sabe porém, se foi informado do risco que correu. Médicos e técnicos em reanimação interpelados pela comissão explicaram que o caso em que "um paciente que todos consideraram morto sobrevive depois de prolongadas manobras de reanimação, acima do habitual, ou considerado razoável" é "excepcional, único no curso de uma carreira".
Assim, concluem, mostra "quantas perguntas restam no campo da reanimação, da modalidade de intervento e dos critérios que permitem estabelecer um fracasso".
DOADOR "DE PARADA CARDÍACA" - A retirada de órgãos de um doador de "parada cardíaca" na França foi introduzido no início de 2007, com um programa experimental inspirado nos resultados obtidos com este método em outros países, como Espanha, USA, e Grã Bretanha. Até este momento, tiveram a permissão para realizarem mais de 60 transplantes - antes impossível - comparados com 231 mortes entre os pacientes que aguardavam órgãos compatíveis em 2007.
Os números dos transplantes brasileiros denunciam um crime que vem sendo cometido há vários anos. O Ministério da Saúde incrementa a cada ano o orçamento transplantista em alguns milhões de reais para satisfazer este "mercado" onde vale tudo. Desde o fura fila ao assassinato de doadores, com o bônus da impunidade.
No Brasil, país que me persegue por denunciar o tráfico de órgãos, tem em sua fila de espera pouco mais de 60.000 pacientes. O Brasil possui hoje 186 milhões de habitantes.
Se fizermos uma conta básica (multiplicando por 3) o número de habitantes e números de pacientes na fila de espera italiana, teríamos 180 milhões de habitantes e 28 mil pacientes na fila de espera. Isto significa dizer que se a Itália tivesse a mesma densidade demográfica que o Brasil, os pacientes na fila seriam menos da metade dos pacientes brasileiros.
Por que?
A resposta é simples. O programa de saúde brasileiro não tem interesse na medicina preventiva. O SUS trabalha quando a saúde já não existe. Para médicos e hospitais o transplante é hoje a melhor fonte de renda proveniente do SUS. Isto sem contar com os transplantes fora das regras, que são volumosos e absurdamente mais rentáveis.
Neste sistema criminoso não vale a pena tratar ninguém. É melhor esperar que este alguém chegue a uma fila de transplantes.
Se você tem alguma pequena chance de precisar de um transplante, acredite, você acabará na fila a menos que tenha a iniciativa de se informar e se cuidar.
O script é o mesmo. Uma matéria na tv revela detalhes de como foi cometido o crime. No caso de Joaquim Riberio Filho há interceptações telefônicas onde um médico afirma que Joaquim não respeita a fila. Depois da reportagem, começa a ação política. As ameaças contra quem denuncia este tipo de crime começam a tomar corpo.
Ribeiro Filho, de acordo com as investigações, foi indicado e nomeado pelo então secretário estadual de Saúde do Rio, Gilson Cantarino, que foi preso na operação Pecado Capital, da PF, por integrar suposto grupo de desvio de verbas da Secretaria Estadual de Saúde por meio de transferências para ONGs.
Segundo as notícias, o crime começou a ser investigado em 2003.
Como podemos aceitar que tantos anos de investigação se transformem em um mero engano?
Como podemos aceitar que as instituições brasileiras se curvem diante deste poder e façam papel de idiotas, como se suas investigações não tivessem nenhum sentido?
A explicação é bastante simples. A mafia é uma organização frágil. Quando um cai, os outros devem salvá-los sob pena de todos cairem juntos. E é neste jogo em que observamos a conivência de instituições como polícia federal, ministério público e até mesmo a própria justiça.
As investigações são sérias mas não são aprofundadas. São superficiais. E mesmo sendo superficiais revelam um esquema terrível de compra e venda de órgãos. Ao chegar no Ministério Público, as denúncias são transformadas em delitos civis, e o crime tráfico de órgãos vai para o lixo. O próximo passo é absolver, já que a denúncia é simplesmente ridícula. E assim funciona a Máfia que hoje fatura milhões, pagos pelo SUS e pelos próprios receptores beneficiados.
Vejam o vídeo e depois esqueçam. Tudo o que foi relatado não significa nada.
Joaquim Ribeiro Filho não foi denunciado criminalmente pelo crime de tráfico de órgãos, mas por um processo frágil e sem sentido na esfera civel. Ele foi absolvido. Joaquim foi salvo e a máfia também.
Fique vivo! NÃO DOE ÓRGÃOS.
Ao doar você estará alimentando uma rede milionária e corrupta onde os pacientes da fila estão sendo enganados e morrendo sem que seus direitos sejam respeitados. O governo brasileiro consegue controlar os centavos da CPMF da conta de cada brasileiro, mas é incapaz de controlar uma fila de aproximadamente 50.000 pessoas?