Vídeo produzido em 2001. A história continua a mesma. Santoro, na capa do vídeo é o sub-procurador da república, amigo da máfia.
Desembargadores comprados
domingo, 30 de agosto de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Eu confio no Ministério Público ahahahahaahahahaahahahaha
Perguntas de Collor à Janot revelam a "honestidade"
de quem comanda o Ministério Público do Brasil
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Senadores,
Quero hoje mostrar, para todo o Brasil, um outro lado da face oculta de Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República. Um lado que precisa ser do conhecimento não só deste Parlamento, mas de toda a sociedade brasileira. É o lado sórdido, que acaba espelhando quem de fato ele é. Só assim, Sr. Presidente, poderão os brasileiros aquilatar com fidelidade a figura canhestra de Rodrigo Janot. Ele, que é o pretenso chefe do guardião da justiça brasileira, o Ministério Público, esta importante e tão propalada instituição responsável pela defesa da ordem jurídica e dos interesses sociais e individuais. Por isso, peço a atenção de todos, especialmente daqueles que, neste momento, nos assistem e nos ouvem.
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Senadores, permitam-me ser o mais direto possível:
Sr. Janot, o senhor conhece uma empresa constituída em 20 de julho de 1995, sediada na Bélgica, em Saint-Gilles, Bruxelas, à rua Berckmans, nº 3, denominada “Multi-Media Component”?
Sr. Janot, o senhor sabia que esta empresa, uma importadora de componentes de informática, sonegou dos cofres públicos da Bélgica nada menos do que 149 milhões de francos belgas em impostos não recolhidos?
O senhor sabia, Sr. Janot, que o dono dessa empresa era o seu irmão Rogério Janot Monteiro de Barros?
Sr. Janot, o senhor, por acaso, acobertou os crimes internacionais do seu irmão, a começar pela fuga dele da Bélgica em 1995?
Sr. Janot, o senhor sabia que até o falecimento do seu irmão, em 21 de maio de 2010, ele era procurado em todo o mundo pela Interpol e que, por isso, não podia sair do Brasil?
O senhor sabia, Sr. Janot, que seu irmão constava da Ordem de Captura, conhecida na Interpol como “Difusão Vermelha”, por meio da Circular nº 4834/96, de 29/04/96, requerida pela Juíza de Instrução Calewaert de Bruxelas, inclusive com pedido de extradição ao Brasil caso ele fosse encontrado?
Sr. Janot, o senhor tinha conhecimento dos crimes de que seu irmão foi cúmplice na Bélgica, como falsificação de escrituras, fraude e infração à legislação tributária? Sr. Janot, o senhor já era procurador federal nesta época?
O senhor sabia que seu irmão, apesar de não ter nenhuma formação profissional específica, era um vendedor nato e que se gabava da competência jurídica de seu irmão mais novo, ou seja, o senhor mesmo?
Sr. Janot, o senhor chegou a orientar seu irmão nas atividades de ludibriar a lei e escafeder-se das malhas da justiça, seja ela nacional ou internacional?
O senhor ajudou, Sr. Janot, de alguma forma o seu irmão a se manter, aqui no Brasil, na clandestinidade internacional?
Por que ele, Sr. Janot, nunca foi procurado ou encontrado aqui no Brasil, mesmo com endereço certo e conhecido, para ao menos o Brasil negar o pedido de extradição?
Sr. Janot, depois dessa fuga para não responder na justiça belga pelos crimes cometidos, seu irmão voltou a viajar para o exterior?
Sr. Janot, o senhor conhece uma empresa constituída em 20 de julho de 1995, sediada na Bélgica, em Saint-Gilles, Bruxelas, à rua Berckmans, nº 3, denominada “Multi-Media Component”?
Sr. Janot, o senhor sabia que esta empresa, uma importadora de componentes de informática, sonegou dos cofres públicos da Bélgica nada menos do que 149 milhões de francos belgas em impostos não recolhidos?
O senhor sabia, Sr. Janot, que o dono dessa empresa era o seu irmão Rogério Janot Monteiro de Barros?
Sr. Janot, o senhor, por acaso, acobertou os crimes internacionais do seu irmão, a começar pela fuga dele da Bélgica em 1995?
Sr. Janot, o senhor sabia que até o falecimento do seu irmão, em 21 de maio de 2010, ele era procurado em todo o mundo pela Interpol e que, por isso, não podia sair do Brasil?
O senhor sabia, Sr. Janot, que seu irmão constava da Ordem de Captura, conhecida na Interpol como “Difusão Vermelha”, por meio da Circular nº 4834/96, de 29/04/96, requerida pela Juíza de Instrução Calewaert de Bruxelas, inclusive com pedido de extradição ao Brasil caso ele fosse encontrado?
Sr. Janot, o senhor tinha conhecimento dos crimes de que seu irmão foi cúmplice na Bélgica, como falsificação de escrituras, fraude e infração à legislação tributária? Sr. Janot, o senhor já era procurador federal nesta época?
O senhor sabia que seu irmão, apesar de não ter nenhuma formação profissional específica, era um vendedor nato e que se gabava da competência jurídica de seu irmão mais novo, ou seja, o senhor mesmo?
Sr. Janot, o senhor chegou a orientar seu irmão nas atividades de ludibriar a lei e escafeder-se das malhas da justiça, seja ela nacional ou internacional?
O senhor ajudou, Sr. Janot, de alguma forma o seu irmão a se manter, aqui no Brasil, na clandestinidade internacional?
Por que ele, Sr. Janot, nunca foi procurado ou encontrado aqui no Brasil, mesmo com endereço certo e conhecido, para ao menos o Brasil negar o pedido de extradição?
Sr. Janot, depois dessa fuga para não responder na justiça belga pelos crimes cometidos, seu irmão voltou a viajar para o exterior?
Sr. Presidente, permita-me continuar sendo direto: Sr. Janot, o senhor ainda possui uma casa em Angra dos Reis, no Condomínio Praia do Engenho, Km 110, da Rodovia Rio-Santos?
Sr. Janot, o senhor continua homiziando nesta casa um contumaz e confesso estelionatário, sócio do seu irmão, como fez nos anos noventa, depois de exercer o cargo de procurador-chefe substituto no Distrito Federal?
Sr. Janot, o senhor continua recebendo renda de aluguel sem passar recibo?
Sr. Janot, o senhor continua sonegando imposto por não declarar os recursos recebidos desses alugueis?
O que foi feito dessa casa, afinal, Sr. Janot?
O senhor abandonou o imóvel? Transferiu? Alugou de novo? Vendeu?
Sr. Janot, o senhor continua homiziando nesta casa um contumaz e confesso estelionatário, sócio do seu irmão, como fez nos anos noventa, depois de exercer o cargo de procurador-chefe substituto no Distrito Federal?
Sr. Janot, o senhor continua recebendo renda de aluguel sem passar recibo?
Sr. Janot, o senhor continua sonegando imposto por não declarar os recursos recebidos desses alugueis?
O que foi feito dessa casa, afinal, Sr. Janot?
O senhor abandonou o imóvel? Transferiu? Alugou de novo? Vendeu?
E mais, Sr. Janot:
o senhor sabia também que seu irmão fez fortuna por um período, entre 1990 e 1992, vendendo equipamentos de informática com “notas frias”?
O senhor lembra, Sr. Janot, que por seus conhecimentos nas Alterosas e sua influência, intermediando o negócio do seu irmão – diga-se, há anos estabelecido no Rio de Janeiro –, ele vendia a uma grande empreiteira mineira aquele antigo modelo de computador, o 386?
Pois bem, Sr. Janot, o senhor sabia que cada máquina era comercializada a 3.500 dólares, em lotes de 30 a 40 unidades?
E o senhor teve conhecimento, Sr. Janot, que seu irmão chegou a comprar um apartamento no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, à Av. Sernambetiba, nº 1250, aptº 201, com o lucro dessas vendas ilegais de computador?
Quem mora hoje nesse apartamento, Sr. Janot?
Seria a ex-esposa de seu irmão, sua cunhada?
Sr. Janot, o senhor também sabia que aqueles equipamentos, vendidos com notas frias, eram destinados aos canteiros de obra daquela grande empreiteira mineira?
Sr. Janot, essa empreiteira está de fato arrolada na Operação Lava-Jato, com dirigentes já presos, como ocorreu com as outras grandes empreiteiras?
Por acaso, Sr. Janot, o senhor aplica a seletividade também em relação às construtoras?
Afinal, Sr. Janot, o senhor ainda tem alguma ligação com essa empreiteira de Minas Gerais?
Diga a verdade, Sr. Janot, o senhor conhecia as atividades criminosas de seu irmão ou o senhor foi apenas um procurador, digamos, complacente, furtando-se à vigilância pelos crimes fraternos?
Não fosse o Sr. Rogério seu irmão a cometer crimes fiscais e tributários, o senhor agiria da mesma forma, sem o rigor da lei – embora seletivo – que o senhor tanto prega?
o senhor sabia também que seu irmão fez fortuna por um período, entre 1990 e 1992, vendendo equipamentos de informática com “notas frias”?
O senhor lembra, Sr. Janot, que por seus conhecimentos nas Alterosas e sua influência, intermediando o negócio do seu irmão – diga-se, há anos estabelecido no Rio de Janeiro –, ele vendia a uma grande empreiteira mineira aquele antigo modelo de computador, o 386?
Pois bem, Sr. Janot, o senhor sabia que cada máquina era comercializada a 3.500 dólares, em lotes de 30 a 40 unidades?
E o senhor teve conhecimento, Sr. Janot, que seu irmão chegou a comprar um apartamento no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, à Av. Sernambetiba, nº 1250, aptº 201, com o lucro dessas vendas ilegais de computador?
Quem mora hoje nesse apartamento, Sr. Janot?
Seria a ex-esposa de seu irmão, sua cunhada?
Sr. Janot, o senhor também sabia que aqueles equipamentos, vendidos com notas frias, eram destinados aos canteiros de obra daquela grande empreiteira mineira?
Sr. Janot, essa empreiteira está de fato arrolada na Operação Lava-Jato, com dirigentes já presos, como ocorreu com as outras grandes empreiteiras?
Por acaso, Sr. Janot, o senhor aplica a seletividade também em relação às construtoras?
Afinal, Sr. Janot, o senhor ainda tem alguma ligação com essa empreiteira de Minas Gerais?
Diga a verdade, Sr. Janot, o senhor conhecia as atividades criminosas de seu irmão ou o senhor foi apenas um procurador, digamos, complacente, furtando-se à vigilância pelos crimes fraternos?
Não fosse o Sr. Rogério seu irmão a cometer crimes fiscais e tributários, o senhor agiria da mesma forma, sem o rigor da lei – embora seletivo – que o senhor tanto prega?
Sr. Janot, não posso deixar de lamentar o falecimento de seu irmão mais velho, Rogério, ocorrido em 2010. Sei que depois de um grave acidente – um atropelamento – na Barra da Tijuca ele foi levado aos Hospitais Lourenço Jorge e Miguel Couto no Rio de Janeiro. Sei também que, em virtude de uma infecção hospitalar, ele foi transferido para uma clínica na Tijuca, onde veio a falecer. Mas diga, Sr. Janot, é verdade que o senhor, ao pagar as despesas hospitalares, na casa das dezenas de milhares de reais, conseguiu baixar o preço utilizando-se de sua condição, em 2010, de subprocurador-geral da República e então diretor da Escola Superior do Ministério Público da União?
O senhor deu – como se diz no popular – uma “carteirada” no hospital, Sr. Janot?
De onde vieram esses recursos com os quais o senhor pagou uma conta altíssima, algo próximo a 100 mil reais?
O senhor tinha, de fato, toda essa renda disponível?
Certamente abateu as despesas no Imposto de Renda, não foi, Sr. Janot?
O senhor deu – como se diz no popular – uma “carteirada” no hospital, Sr. Janot?
De onde vieram esses recursos com os quais o senhor pagou uma conta altíssima, algo próximo a 100 mil reais?
O senhor tinha, de fato, toda essa renda disponível?
Certamente abateu as despesas no Imposto de Renda, não foi, Sr. Janot?
Aliás, Sr. Janot, por falar em renda,
é verdade que o senhor trabalha camufladamente há anos, ou décadas, para o escritório do ex-procurador-geral Aristides Junqueira?
É verdade que, mesmo impedido de advogar, o senhor – claro, sem nada assinar – obtém lucros auxiliando a banca do Dr. Aristides Junqueira?
Sr. Janot, isto é moralmente aceitável? É legítimo? É ético, Sr. Janot?
Não constitui crime um procurador-geral da República advogar paralelamente?
Desde quando o senhor pratica essa dupla atividade?
E como o senhor faz, Sr. Janot, com sua declaração de rendimento?
Como justifica perante o fisco essa renda, digamos, extra?
é verdade que o senhor trabalha camufladamente há anos, ou décadas, para o escritório do ex-procurador-geral Aristides Junqueira?
É verdade que, mesmo impedido de advogar, o senhor – claro, sem nada assinar – obtém lucros auxiliando a banca do Dr. Aristides Junqueira?
Sr. Janot, isto é moralmente aceitável? É legítimo? É ético, Sr. Janot?
Não constitui crime um procurador-geral da República advogar paralelamente?
Desde quando o senhor pratica essa dupla atividade?
E como o senhor faz, Sr. Janot, com sua declaração de rendimento?
Como justifica perante o fisco essa renda, digamos, extra?
Finalizando, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Senadores, e continuando a ser direto:
Sr. Janot, o senhor teria coragem de ser acareado publicamente com algumas testemunhas desses fatos?
Diga-nos, diretamente, Sr. Janot: quem é o senhor de fato?
Um pretenso defensor da lei ou o senhor, na verdade, é um infrator da lei, da moral, da ética, seja no passado, seja no presente?
Em qual dos dois Janótes os brasileiros devem acreditar?
Sr. Janot, o senhor teria coragem de ser acareado publicamente com algumas testemunhas desses fatos?
Diga-nos, diretamente, Sr. Janot: quem é o senhor de fato?
Um pretenso defensor da lei ou o senhor, na verdade, é um infrator da lei, da moral, da ética, seja no passado, seja no presente?
Em qual dos dois Janótes os brasileiros devem acreditar?
Sr. Janot, pelo sim, pelo não, no fundo de sua alma, o senhor não se sente desconfortável ao acomodar-se na cadeira de um Procurador-Geral da República que deveria honrar o seu mister?
Era o que tinha a dizer, por enquanto, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Senadores.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
007 - Médicos com licença para matar
Aconteceu - como sempre - em Minas Gerais. Mais uma vez, um médico, usando a sua profissão e seu conhecimento técnico, decidiu matar uma pessoa. Esta pessoa nada mais era que a ex-mulher deste médico. O crime aconteceu porque ele não aceitava que ela o deixou por outro.
Alfredo Carlos Dias Mattos Junior, executou sua ex-mulher de forma fria e calculada. Primeiro ele a dopou. Depois, dentro do hospital, injetou alcool em sua veia causando a morte.
O crime aconteceu em 28 de abril de 1999. O doutor assassino continuou trabalhando normalmente e nunca foi detido. O Conselho Regional de Medicina não cassou seu registro e o absolveu de todas as acusações na esfera ética. Como sempre, injetar alcool na veia de um paciente causando a morte, não fere o código de ético deste mafioso conselho.
Os médicos, em especial os de Minas Gerais, são abençoados com o 007 (licença para matar). Eles não se submetem as leis, os conselhos decidem sempre contra a justiça, e a impunidade é ampla, geral e irrestrita. Podem tudo! Matar ex-mulher, crianças, idosos - não há limites.
O TJMG abre as pernas para qualquer um que use estetoscópio. Pagando bem, que mal tem?
Uma coisa não posso negar. Estas prostitutas da justiça mineira são caras. Só aceitam clientes de luxo. O jornalista Marco Carone, sem condenação nenhuma quase morreu na cadeia. Já os doutores de Poços de Caldas, recebiam mimos e proteção diretamente da administração prisional. Gosto não se discute não é mesmo?
Alfredo, foi preso porque publicou em rede social, propaganda sobre uma palestra em que ele falava sobre pena de morte, e a MOROSIDADE DA JUSTIÇA.
O cara é um gozador! Além de todos os benefícios, ele ainda humilha a justiça que tanto o protegeu.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Já comprou o seu desembargador hoje?
Basta pagar! E tudo se resolve com o argumento de insuficiência de provas. Aceitam cheques, cartão e qualquer tipo de agrado. São prostitutas de toga.
Por falar nisso, quanto será que estão recebendo para manter o caso Pavesi na gaveta dos ovos de ouro?
Será que aceitam órgãos humanos como pagamento?
O que é mais grave? Matar ou dar uma cotovelada?
Vejam este vídeo abaixo. Trata-se de um triste episódio ocorrido em São Roque, em Agosto de 2014.
CONCLUSÃO:
Após o episódio, Anderson Lúcio de Oliveira foi preso e permanecer preso até o dia do julgamento, ocorrido ontem. A vítima, Fernanda Regina Cezar sofreu gravíssimo trauma e quase perdeu a vida. Por sorte, conseguiu se restabelecer e pôde acompanhar o julgamento.
O curioso nesta história é fazer uma comparação com o caso do meu filho e de mais 8 vítimas. Os assassinos ficaram presos no máximo por 3 meses, já o autor da cotovelada, ficou preso até o julgamento.
Anderson não teve a permissão para aguardar o julgamento em liberdade, e após ser condenado a uma pena de 5 anos (pena máxima), voltou diretamente para o presídio, onde cumprirá o restante da pena em regime fechado.
No caso dos assassinos de Poços de Caldas, pelos crimes cometidos, o tribunal de Justiça de Minas Gerais decidiu reduzir as penas para 5 anos (pena mínima) e em regime semi aberto.
CONCLUSÃO:
Se ele tivesse matado a vítima e vendido os órgãos, estaria em casa com a família, longe de ter que cumprir qualquer medida, inclusive o uso de tornozeleiras.
Como ele deu um cotovelada e a vítima sobreviveu, vai mofar na cadeia por 5 anos, sem direito a nenhum passeio pela cidade de Três Corações com hotel e tudo paga pela justiça.
Há um ponto em comum. Tanto os assassinos de Poços de Caldas, quanto Anderson, foram ovacionados por pessoas que desejavam a impunidade.
A justiça brasileira é isso ai. Quem tem dinheiro paga e vai pra casa. Quem não tem, mofa na cadeia. E viva desembargadores, promotores e demais vagabundos que estão enriquecendo negociando liberdades!!!
Viva Brasil!!!!
domingo, 9 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
Briga de ratos
Quem diria? A jornalista Neusa Reis, do Jornal de Poços (que faz qualquer coisa em troca de dinheiro) - qualquer coisa mesmo, está jogando gasolina no incêndio entre os mafiosos.
Segundo a Neusinha. Carlos Mosconi acreditou na fofoca de que foi Geraldo Thadeu que imprimiu panfletos acusando Mosconi de ser chefe da máfia do tráfico de órgãos. Geraldo Thadeu (ex-prefeito de Poços de Caldas) está magoado. Afinal, foi Geraldo que fretou ônibus com o dinheiro da Câmara para levar os fãs de Alvaro Ianhez na CPI. Foi ele também que pagou o maior mico defendendo os assassinos. Geraldo Thadeu não permitia que ninguém falasse o nome de Mosconi, e agiu frenéticamente como se fossem amantes, fato que já demonstrei em vídeos.
Além de tudo isso, o panfleto não diz nenhuma mentira não é mesmo? O Mosconi também foi entregue de bandeja por alguns médicos. Como disse no início do texto, quem diria?
A mentira tem perna curta, e os doutores (ex-presidiários) abriram o bico. Só para lembrar, Mosconi disse que já tinha ouvido falar da tal central clandestina, mas não sabia quase de nada, em seu depoimento no caso da máfia perante a justiça.
Nesta semana, eu tive acesso ao incrível teatro armado pelo CRM de Minas Gerais. Em breve postarei na íntegra. Mas agora, só publicarei uma parte para ajudar Geraldo Thadeu. Thadeu, boca murcha. Vai ficar me devendo esta heim?! Estou tentando ajudar para vocês fazerem as pazes.
Na defesa dos médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes perante o CRM-MG, ambos afirmam, na seção com o título "História dos transplantes" que o chefe era mesmo Mosconi. Segundo os ex-presidiarios, "Tudo começa em 1991 por iniciativa do Dr. Mosconi (...)". E por ai vai. Ou seja, todo mundo sabe!! Só Mosconi é que não se lembra.
Nessa briga de ratos, quem ganha é a população, pois um entrega o outro com certa facilidade.
Alguém por favor! Dê algum dinheirinho para a Neusa Reis para que ela não jogue mais gasolina neste incêndio. Os caras são amigos há anos. Não vamos criar um clima entre eles, porque senão a casa cai. Em meus planos futuros, eles precisam estar juntos!
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| Carlos Mosconi & Geraldo Thadeu |
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| Neusa Reis e Geraldo Thadeu |
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| Neusa Reis na sede do partido de Geraldo Thadeu |
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