Desembargadores comprados

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terça-feira, 28 de abril de 2009

Escala de Glasgow: Mais uma prova.

Quem nunca ouviu falar na Escala de Glasgow? Não se preocupe. Muita gente nunca ouviu falar disso. É um padrão adotado por neurologistas do mundo inteiro para descrever rapidamente a situação neurológica em que se encontra um paciente. Provavelmente você nunca deve ter ouvido falar. E é por isso que os assassinos de Paulinho abusam da informação que ele chegou ao hospital em estado grave depois da queda.

Se você nunca leu sobre o caso Paulinho, eu explico. Paulinho caiu de uma altura aproximada de 10 metros, quando brincava na área de lazer do prédio onde morávamos. Em muitas reportagens a imprensa chegou a noticiar que ele caiu do 3o andar, o que não é verdade. Ao ler a notícia de que uma criança caiu do 3o andar, naturalmente aceitamos uma situação gravíssima intuitivamente.

Depois da queda, Paulinho levantou-se e ouviu instruções

para sentar e aguardar socorro. E acatou imediatamente os conselhos, sentando-se calmamente até chegar o socorro. Ele entrou no hospital falando e chamando pela mãe, lúcido e sem qualquer gravidade como vou demonstrar. Como sempre, eu só falo quando posso provar, e por isso, ai estão as provas.

Paulinho entrou no hospital por volta das 14:30 do dia 19 de abril de 2000, mas só foi levado para fazer uma tomografia em uma clínica particular por volta das 15:10. O exame só foi realizado as 16:00 e o resultado só foi entregue, mediante pagamento, o que levou algo em torno de uns 30 minutos. Este exame está desaparecido até hoje, pois constatava que Paulinho não havia lesões sérias no cérebro.

Ao chegar o resultado dos exames no hospital, os médicos decidiram realizar uma retirada de hematoma intracraniano. A cirurgia teve início às 18:30 ou 19:00 daquele dia. Não é possível saber exatamente pois existem vários documentos rasurados em relação ao horário.

O fato é que Paulinho ficou das 14:30 às 18:30 (4 horas) sem qualquer atendimento. Qualquer médico - mesmo os açougueiros - sabem que o grande sucesso no tratamento de traumas e o rápido atendimento.

O anestesista que participou da cirurgia para a retirada de hematoma intracraniano, anotou o estado físico em que se encontrava Paulinho:

Podemos ler claramente que o anestesista classificou Paulinho em ASA II. Mas o que significa isso? Vejamos o quadro abaixo:

Em ASA II - encontram-se os pacientes com "doença sistêmica leve sem limitação funcional". Entenderam? Paciente com doença sistêmica LEVE e SEM limitação funcional. Neste sentido, mesmo sem receber atendimento adequado durante 4 horas, Paulinho encontrava-se muito bem. As chances de recuperação seriam maiores de 85%.

Após a cirurgia que deveria retirar apenas um hematoma, Paulinho foi levado à coma induzido de onde nunca mais voltou. A escala de Glasgow também confirma esta afirmação. Primeiro entenda o que significa esta escala:


Somam-se os pontos obtidos de cada uma das 3 colunas para formar um índice único, que pode variar de 3 a 15, como demonstra a imagem abaixo:

O único documento onde tem uma referência a esta avaliação (Glasgow) pertence a central de transplantes e por isso o título é "Identificação e Dados do Doador". Em nenhum outro documento encontramos esta anotação o que me leva a crer que ele só foi avaliado em Glasgow quando a central de transplantes chegou ao hospital, 24 horas depois do acidente.

Em outras palavras, 24 horas depois do acidente, vivo e em coma induzido por 90 mg de Dormonid e poucas horas antes do primeiro diagnóstico de morte encefálica, Paulinho foi classificado como Glasgow 10.

Todas estas informações sobre a escala de glasgow e a tabela ASA de anestesia fazem parte da literatura médica de qualquer universidade no mundo. Os documentos exibidos aqui constam no processo de homicídio que respondem os médicos, e que estão sendo absolvidos de todas as acusações, inclusive de estelionato.

O Ministério Público Federal não consegue explicar como os principais participantes deste crime não foram sequer denunciados, embora tenham sido indiciados pelo menos duas vezes. O Ministério Público Federal deseja que eu faça um exame de sanidade mental.

Doadores estão sendo assassinados em leitos de UTIs públicas para extração de órgãos e contam com a conivência de autoridades federais, incluindo o próprio Ministério Público Federal. Mantenha-se vivo: Diga NÃO a doação de órgãos.

Eu gostaria de ensinar o que aprendi aos transplantistas, mas não posso ensinar tudo. Caráter por exemplo, vem do berço.

Para saber detalhes do caso Paulinho leia:

A história de Paulinho narrada em 2002 pela CartaCapital - A matéria mais completa e honesta já publicada sobre o caso.

Remoção de órgãos de Paulinho com anestesia geral - O Anestesista classificou Paulinho como vivo antes de administrar Etrane (anestesia inalatória). Ele mentiu para a polícia federal, para o ministério público federal, mas foi desmentido publicamente durante a CPI. Ele me processou por chama-lo de mentiroso e fui condenado a indenizá-lo, uma vez que o processo correu em Poços de Caldas, berço da máfia.

Avaliação neurológica comprova: O estado de saúde não era grave. - Documentos que constam nos autos, comprovam que Paulinho foi levado ao hospital e sua primeira avaliação neurológica não era grave como dizem os médicos para se defenderem.

Exames fraudados com ajuda de procuradores federais e ministério da saúde. - Em um esquema montado dentro do gabinete do Ministro José Serra, Carlos Mosconi - o chefe da máfia - era informado a cada passo sobre os documentos obrigatórios que não foram entregues à auditoria. Mosconi repassava a informação para os assassinos que forjavam os papéis. Depois, estes documentos eram levados ao Ministério da Saúde e entregues ao procurador José Jairo Gomes. Este último encaminhava os mesmos ao delegado da polícia federal Célio Jacinto do Santos, que anexava ao inquérito como sendo documentos "originais". Veja alguns destes documentos. Nenhum médico responde ou respondeu por falsificação de documentos.

Sem Morte Encefálica. - Foi assim que o médico e assassino Celso Roberto Frasson Scafi descreveu o estado de saúde de Paulinho, minutos antes de lhe retirar o rim. Scafi escreveu de próprio punho que Paulinho estava SEM MORTE ENCEFÁLICA, porém, como é sócio de Carlos Mosconi, seu nome foi excluído do rol de acusados. Scafi estava indiciado pela polícia federal pelo crime de retirada ilegal de órgãos, e foi inserido em uma equipe da UNICAMP (ainda quando estava indiciado) para continuar realizando transplantes em Campinas, pelo Ministério da Saúde.

Asilo Humanitário - Você não verá isto na imprensa brasileira. O caso Paulinho está proibido de ser divulgado, exceto se for para inocentar (ainda mais) os assassinos.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Ministério Público revela o que sabia sobre o caso

Ainda em 2002, o Ministério Público Federal narrou em uma ação de improbidade administrativa como se deu o caso Paulinho Pavesi. Estranhamente, os crimes e seus respectivos criminosos (cujos nomes o procurador teve o cuidado de não citar), não foram denunciados.

O Procurador Federal José Jairo Gomes, que hoje atua na área eleitoral, descreveu assim os fatos:
No dia 19/04/2.000 o menor P.V.P. caiu do prédio em que habitava (altura aproximada de 10 metros), tendo sofrido traumatismo craniano. Imediatamente foi conduzido ao Hospital Pedro Sanches, onde deu entrada e recebeu os primeiros cuidados médicos, por volta de 14:30 hs, tendo, inclusive, sido submetido a uma cirurgia de sutura das feridas. Em seguida, por volta de 15:10 hs, foi encaminhado para um laboratório fora do hospital a fim de realizar exame de tomografia computadorizada do crânio, exame esse que, supostamente, desapareceu
Diante desse exame os médicos entenderam por bem submeter o menor a uma cirurgia neurológica, mais especificamente a uma “craniotomia frontal esquerda com drenagem de hematoma intracerebral e plástica de duramáter”. Consta que, encerrada a cirurgia, o menor permaneceu na UTI do hospital Pedro Sanches. Às 06:00 horas da manhã do dia 20/04/2.000 ele ainda respondia a estímulos dolorosos, conforme registrado pela enfermagem no respectivo prontuário (fls. 87 do IC). Contudo, já às 07:00 horas da manhã daquele mesmo dia há anotação da enfermagem no sentido de que o menor não mais respondia a ditos estímulos (fls. 89 do IC).
Por volta de 18:35 hs daquele mesmo dia 20/03/2.000, ainda no hospital Pedro Sanches, foi realizada uma angiografia em um dos vasos do menor, não tendo esta constatado sua morte cerebral, dada a presença do contraste. Diante disso, o menor permaneceu na UTI do hospital Pedro Sanches até o dia 21/04/2.000, quando, por volta de 13:00 hs (v. fl. 92 do IC), foi transferido para a Santa Casa de Poços de Caldas (sem o registro de alta médica) a fim de, conforme alegado, realizar nova angiografia, desta feita dos quatro principais vasos que vão ao cérebro. Dúvidas surgiram em torno dessa segunda angiografia, pois:
1) sua expressão gráfica desapareceu
2) no laudo apresentado pela Santa Casa figura horário - ou seja 13:35 hs – em princípio não compatível com o momento em que o menor saiu do hospital Pedro Sanches, ou seja 13:00 hs (v. fls. 200 do IC – note-se que o genitor do menor afirma (fl. 450 do IC) que ele permaneceu numa sala cirúrgica até as 14:00 hs e só a partir de então é que teria sido encaminhado para a realização de angiografia); e, 
3) no relatório da cirurgia de retirada dos órgãos do menor consta a anotação “paciente sem M.E.” [isto é, morte encefálica] (fls. 166 do IC).
Foram retirados os rins e as córneas do menor, a fim de serem transplantados.
As córneas foram, ilicitamente, encaminhadas para a cidade de Campinas, no Estado de São Paulo
Já os rins foram colocados na Senhora Ângela Maria dos Santos Lima, a qual veio a falecer em 22/07/2.000 em virtude de ter apresentado um quadro de “infeção pulmonar durante o período provavelmente hospitalar.” (v. fls. 2.146).
A partir desse evento - e em torno dele - vários outros vieram à tona, sendo que também se evidenciaram inúmeras irregularidades não só na gestão do sistema de transplantes, como ainda na própria gestão do Sistema Único de Saúde - SUS. 
Patenteou-se a ocorrência de cobrança excessiva em razão dos serviços médico-hospitalares prestados pelo Hospital Pedro Sanches, cobrança essa dirigida à família do menor-doador. Tal problema, contudo, somente foi solucionado após a intervenção do Ministério da Saúde, o qual cuidou de refazer os cálculos e glosar da conta apresentada o que havia de excessivo (fls. 29/30 do IC).
Acima, a narração detalhada confirmando que os exames sumiram, os horários dos laudos foram trocados e a existência da terrível e famosa frase "SEM MORTE ENCEFÁLICA". Um crime menor, mas de uma sujeira imensa, foi a extorsão cobrada pelo hospital que incluiu as despesas de doação de órgãs que segundo a lei "rígida" de transplantes, é gratuita. Tudo narrado por um procurador em uma ação de improbidade administrativa. E assim ele continua:
Diversas irregularidades foram apuradas, podendo-se citar, dentre outras: 
- a ausência de registros e claras anotações médicas no prontuário do menor quando esteve internado no Hospital Pedro Sanches, 
- o desaparecimento do exame de tomografia computadorizada, 
- a inexistência de registro claro acerca do detalhamento da neurocirurgia realizada, a contradição entre anotações de enfermeiras e médicos no prontuário, 
- a existência irregular da entidade “MG-Sul Transplantes”, 
- a irregularidade das listas de receptores de órgãos (listas não oficiais e interestaduais), 
- o comprovado envio das córneas do menor P.V.P. para o Estado de São Paulo (revelando, com isso, a transferência ilícita de órgãos e o desatendimento à lista oficial), 
- as vultosas quantias doadas à entidade “MG-Sul Transplantes” (v.fls. 1378/1382 e 1560/1561 do I C), 
- as inadequadas condições sanitárias detectadas tanto no Hospital Pedro Sanches quanto na Santa Casa, as inexplicáveis e desconcertantes omissões dos gestores do SUS e do Sistema de Transplantes - nos âmbitos estadual e municipal - na efetiva fiscalização e controle das respectivas atividades sob suas responsabilidades, omissões essas reveladas, sobretudo, na não adoção de medidas corretivas das distorções que deveriam saber ocorrentes.
Em outras palavras, o Mg Sul Transplantes (Central de transplantes criada pelo Deputado Carlos Mosconi era clandestina). As córneas foram comprovadamente desviadas da fila única de espera e entregues à duas famílias mediante à "doações" em dinheiro. A compra e venda de órgãos é feita através de "doações". Percebe-se que o próprio procurador revela que haviam "vultuosas quantias doadoas ao Mg Sul Tranplantes. Os hospitais em questão não possuiam alvará da vigilância sanitária e o índice de infecção era altíssimo, o que causou o óbito de diversos pacientes. Tudo detalhado por um procurador da república.

Sobre a Central ilegal, o procurador afirma:
Essa entidade era controlada e dirigida pelo mencionado nefrologista Dr. Álvaro Ianhez, o qual era também o responsável técnico pela equipe médico-especializada de transplante na Santa Casa. Ora, essa acumulação de tarefas afigura-se-nos como pouco ética, pois, obviamente, quem controla a entidade de captação e distribuição de órgãos humanos para fins de transplantes não deveria presidir a equipe médica que realiza as cirurgias!
E a Santa Casa, de Santa só o nome:
Relativamente à Santa Casa de Misericórdia deve-se dizer, primeiramente, que mantinha relações com uma Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos Regional – CNCDOR irregular, chegando mesmo a financiar o aluguel da área física em que tal entidade funcionava (v. fl. 17). E com isso mantinha um negócio lucrativo, pois detinha autorização para realizar cirurgias de transplantes de rins, sendo, por esse serviço e pelos serviços conexos a esse, altamente remunerada pelo SUS. Os valores, é bem de ver, são vultosos.
Entenderam? Uma central irregular cujo aluguel era pago pela Santa Casa que com isso tinha um negócio altamente lucrativo, pois o SUS pagava valores vultuosos para esta quadrilha, mesmo atuando na clandestinidade.

Esta ação de improbidade é composta por 36 páginas. Os crimes descritos foram todos ignorados e ficou no âmbito civel. O Procurador reconhece que o documento continha as palavras Sem Morte Encefálica mas substituiu o nome do autor do documento por um médico da emergência pois o autor era sócio de Mosconi.

José Jairo Gomes, o procurador federal que descreveu este texto me processou criminalmente no mesmo ano e em 2006 fui absolvido, com a juíza declarando achar estranho que os médicos que eu citei não tivessem sido denunciados, até porque, eles também foram indiciados pela CPI. 

Até hoje os procuradores se negam a explicar porque não denunciaram os criminosos e os crimes, mas desejam que eu faça um exame de sanidade mental.

Paulinho hoje estaria com 19 anos.

Lembre-se: Ao doar órgãos você não estará praticando um ato de amor, mas estará alimentando a corrupção, a venda de órgãos e o poder desta máfia. As pessoas que precisam de um órgão para viver não estão sendo atendidas, pois a fila é uma farsa e atende interesses financeiros de médicos e políticos brasileiros.

Nos crimes praticado contra o Paulinho, que não foram poucos, não há nenhuma condenação e os envolvidos foram protegidos. Você acha que com você pode ser diferente?

domingo, 26 de abril de 2009

Ministério Público Federal e os planos de perseguição

Procuradores usaram processos para tentar calar a minha boca.

Em 2002 fui acusado de injúria, calúnia e difamação pelo Ministério Público Federal de Belo Horizonte por chama-los de corruptos. O processo foi aberto em Belo Horizonte e uma carta precatória foi enviada para São Paulo onde eu era residente, e fui intimado pelo delegado da Polícia Federal Antônio Manuel Costa a dar meu depoimento. Após algumas horas apresentando provas e depondo, o delegado negou-se a me indiciar. Segundo o delegado, era claro o crime de responsabilidade por parte de autoridades federais e do próprio governo brasileiro que pagava através do SUS extrações de órgãos ilegais com a prática de homicídio. Sendo assim, o delegado resolveu enviar ofício à 
Procuradoria Federal de São Paulo para que designassem um procurador para acompanhar os depoimentos.

Este foi o ofício enviado:

Este não foi o único ofício. Foram vários e o Ministério Público Federal nunca os respondeu. Com isso, o delegado frequentemente adiava o depoimento enviando um novo ofício. 

Cansado, por iniciativa minha, fui ao Ministério Público Federal conversar com a Procuradora Ryanna Pala Veras. Foram duas reuniões. A primeira, ela não conhecia os fatos e entreguei a ela um dossiê de aproximadamente 500 páginas. Ela me pediu uma semana para analisar os documentos. Aceitei. Na segunda reunião, fui munido de um gravador pois conheço bem a forma como estes corruptos trabalham. E acertei na mosca!

A procurador começa a conversa afirmando: "Foi homicídio!". Ela comentou que uma irmã é médica e que ao olhar os documentos confirmou a existência de homicídio. Isto foi gravado. Em seguida, ela diz que o crime que eu cometi "injuria, calúnia e difamação é bem menor que o dos médicos, mas não pode fazer nada". Ok, disse. Eu não estava ali pedindo para que o processo contra mim sumisse ou fosse engavetado como fizeram com os médicos. Apenas queria justiça na morte do meu filho. Foi então que ela revelou a intenção do Ministério Público Federal de me transformar em uma pessoa com doença mental:
"Eu acho que no caso as ameaças afasta muito e vai dar, vai dar ensejo a eles quererem dizer que o sr. tem problema mental para mim, e vai transformar tudo e jogar para o sr. a responsabilidade, o foco né, como eles querem fazer. E eu fico sem escolha porque na realidade foi um crime bem maior que foi praticado pelos médicos mas isso não impune um crime bem pequeno que é a injúria, calúnia e difamação".
Entenderam? Transformar-me em doente mental, e jogar a responsabilidade e o foco como eles querem fazer!

As ameaças que a procuradora se refere, são os e-mails que eu enviava para procuradores e deputados e que acabaram sendo usados para a criação da CPI do Tráfico de Órgãos. Não havia qualquer ameaça fisíca contra qualquer autoridade. Apenas a ameaça de levar a público todos os fatos como eles são. Até porque, se houvesse ameaça física eu poderia ser detido no ato, o que nunca aconteceu.

Ryanna alerta para o fato de eu criar com este processo, antecedentes criminais, o que significa dizer que depois dele, qualquer processo me jogaria numa cela.

A gravação está péssima e foi apresentada durante a CPI. Solicitei, através da CPI, que um perito fizesse a análise de autenticidade e a degravação mas meu pedido não foi atendido.


Alguns meses depois, o inquérito foi retirado das mãos de Antônio Manuel Costa e entregue nas mãos de outro delegado que me intimou e sem me ouvir, procedeu o indiciamento. Com requintes de ironia, o novo delegado cujo sobrenome era "Rosa", comentou:

"Não se preocupe. Lula já foi preso e hoje é presidente da república". E eu respondi:
"Eu não desejo ser presidente, mas desejo que este seja um país mais digno ainda que o  presidente da república seja um ex-presidiário".

Assim que cheguei na Itália para pedir asilo político em 2008 (6 anos depois da abertura do inquérito), soube que estava sendo procurado no Brasil por um oficial de justiça que portava um mandato para que eu realizasse um exame de sanidade mental, proposto pelo Ministério Público Federal. 

Eu pergunto: Você faria?

No processo em questão, fui absolvido e a juíza que julgou o caso admitiu na sentença que minhas denúncias eram fundamentadas, e enviou ofício para o Procurador Geral da República, que ao que tudo indica, não respondeu.

Reportagem da Rede TV durante a CPI


Primeiro, fui obrigado a sair da cidade. A sociedade não se importou. Depois, fui obrigado a deixar o país e a sociedade não está nem um pouco preocupada. Agora eu também não estou preocupado. Estou protegido. Mas a sociedade continua lá. O problema agora é da sociedade.



Dispensa comentários. A reportagem diz tudo. Ninguém foi punido, exceto eu.

Para saber detalhes do caso Paulinho leia:

A história de Paulinho narrada em 2002 pela CartaCapital - A matéria mais completa e honesta já publicada sobre o caso.

Remoção de órgãos de Paulinho com anestesia geral - O Anestesista classificou Paulinho como vivo antes de administrar Etrane (anestesia inalatória). Ele mentiu para a polícia federal, para o ministério público federal, mas foi desmentido publicamente durante a CPI. Ele me processou por chama-lo de mentiroso e fui condenado a indenizá-lo, uma vez que o processo correu em Poços de Caldas, berço da máfia.

Avaliação neurológica comprova: O estado de saúde não era grave. - Documentos que constam nos autos, comprovam que Paulinho foi levado ao hospital e sua primeira avaliação neurológica não era grave como dizem os médicos para se defenderem.

Exames fraudados com ajuda de procuradores federais e ministério da saúde. - Em um esquema montado dentro do gabinete do Ministro José Serra, Carlos Mosconi - o chefe da máfia - era informado a cada passo sobre os documentos obrigatórios que não foram entregues à auditoria. Mosconi repassava a informação para os assassinos que forjavam os papéis. Depois, estes documentos eram levados ao Ministério da Saúde e entregues ao procurador José Jairo Gomes. Este último encaminhava os mesmos ao delegado da polícia federal Célio Jacinto do Santos, que anexava ao inquérito como sendo documentos "originais". Veja alguns destes documentos. Nenhum médico responde ou respondeu por falsificação de documentos.

Sem Morte Encefálica. - Foi assim que o médico e assassino Celso Roberto Frasson Scafi descreveu o estado de saúde de Paulinho, minutos antes de lhe retirar o rim. Scafi escreveu de próprio punho que Paulinho estava SEM MORTE ENCEFÁLICA, porém, como é sócio de Carlos Mosconi, seu nome foi excluído do rol de acusados. Scafi estava indiciado pela polícia federal pelo crime de retirada ilegal de órgãos, e foi inserido em uma equipe da UNICAMP (ainda quando estava indiciado) para continuar realizando transplantes em Campinas, pelo Ministério da Saúde.

Asilo Humanitário - Você não verá isto na imprensa brasileira. O caso Paulinho está proibido de ser divulgado, exceto se for para inocentar (ainda mais) os assassinos.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Conivência não tem limites

Não existiriam máfias sem a conivência de autoridades. A máfia do tráfico de órgãos de Poços de Cadas deve muito a este homem:

Antônio Fernando Barros e Silva de Souza
Procurador Geral da República

A Cpi do Tráfico de Órgãos indiciou 9 médicos no caso Paulinho e solicitou maiores investigações da polícia federal sobre o caso. As provas contidas neste blog evidenciam a prática de homicídio contra uma criança de 10 anos. Na Cpi também foi relatado que estes mesmos médicos mataram outras 8 pessoas. Em 2004, o relatório final da Cpi foi encaminhado ao Procurador Geral da República (foto) que até hoje (5 anos depois) nega-se a denunciar os envolvidos, mantendo o relatório engavetado. 

Segundo Antônio Fernando Barros e Silva de Souza, o relatório foi encaminhado para São Paulo. Mas para que se envia um relatório para São Paulo de um crime cometido em Minas Gerais?

Sem apresentar nenhuma resposta, este homem se nega a denunciar e investigar este caso. Os procuradores federais que participaram da falsificação de documentos dentro do Ministério da Saúde, criaram diversas nulidades processuais propositais para que o processo afundasse sem um julgamento.

Em 2007 eu denunciei o Procurador Geral da República ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que é o órgão que apura decisões polêmicas do "parquet". A surpresa é que Antônio Fernando Barros e Silva de Souza, é também o presidente deste conselho. Obviamente a denúncia foi arquivada alegando que não há suporte comprabatório para as denúncias.

Caro Procurador Geral da República e membros do Conselho Nacional do Ministério Público.  

As provas que enviei ao CNMP não são novas e nem foram inventadas.

São as mesmas provas apresentadas neste blog e que foram extraídas do processo de homicídio do meu filho, e que foram as mesmas provas apresentadas à Cpi que indiciou 9 médicos. 

São estas mesmas provas que apresentadas como defesa no processo de injúria, calúnia e difamação que o Ministério Público Federal (9 procuradores) moveu contra mim, me renderam a absolvição, restando a juíza indagar ao Procurador Geral da República porque não denunciou os médicos comprovadamente participantes deste crime. 

São as mesmas provas apresentas ao governo Italiano quando fiz o pedido de asilo político e que me rendeu o direito de permanecer sob proteção humanitária deste governo.

São as mesmas provas que o próprio Ministério Público Federal utilizou para denunciar apenas 4 médicos por homicídio, tendo o cuidado de substituir os nomes dos verdadeiros responsáveis por serem sócios de Carlos Eduardo Venturelli Mosconi, poderoso político mineiro e chefe desta quadrilha, afim de que seu nome não fosse envolvido.

São as mesmas provas que o Ministério Público Federal tentou desqualificar para que o processo de homicídio acabasse sem uma condenação e sequer um julgamento.

Estas mesmas provas foram apresentadas a vários advogados e médicos, e até hoje ninguém conseguiu provar que eu estava errado.

Sendo assim, caro Procurador Geral da República só me resta reclamar: O senhor é um covarde.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Transplante x Religião



Quando surgiram os transplantes de órgãos de supostos cadáveres, em 1967 na Africa do Sul, o mundo se viu diante de algo terrível e que precisaria ser - num primeiro momento - condenado. E de fato foi. Condenado porque nunca houve, em nenhum momento da história dos transplantes, a certeza de que o corpo doador de fato era um cadáver. Depois deste invento (transplantes), o conceito de morte já foi modificado pelo menos 3 vezes para que todos pudessem ser convencidos de que eles - os transplantistas - estavam certos.

A primeira resistência veio através da religião. Os transplantes foram condenados. Partes da Bíblia foram citadas para demonstrar que os transplantes não eram aceitos. Mas isso não durou muito tempo.

A igreja católica, que não aceita o sexo sem casamento, o preservativo como método anticoncepcional, o aborto e a eutanásia, aprova os transplantes. Este apoio tem custado caro. Recentemente o Papa lançou um alerta:
"Os abusos no transplante e tráfico de órgãos, que geralmente vitimizam pessoas inocentes como as crianças... devem ser condenados decididamente como abominações", disse o Papa. Mas o apoio continua.
Afinal, qual o argumento faz com que a igreja apoie os transplantes e condene eutanásia, aborto, preservativo e tantos outros assuntos?

Nunca saberemos a resposta, mas podemos ter a certeza que é algo bastante poderoso. Um lobby de peso. Mas e as outras religiões? O que pensam sobre o assunto?

Assista o vídeo abaixo para saber o que pensa a religião espírita.



Entenderam? Chico Xavier em um determinado momento da história do espiritismo no Brasil, psicografou uma mensagem do seu "guia", Bezerra de Menezes, condenando os transplantes. Em 1972, os "guias" mudaram de idéia. Os transplantes salvam vidas! A nova ordem veio do além. André Luis, Emmanuel e outros benfeitores, segundo Chico Xavier, disseram que os transplantes merecem nossas considerações e devem prosseguir.

O que mudou? Qual o poderoso argumento conseguiu convencer "guias espíritas" a mudarem de idéia?

Nunca saberemos, mas este poder é mesmo forte. Não foram só os guias espirituais de Chico Xavier que mudaram de idéia.

Assista o vídeo abaixo para saber o que testemunhas de jeová pensam sobre os transplantes.



Entenderam? O personagem do vídeo (favorável aos transplantes evidentemente), demonstra através do "sentinela" que os transplantes não eram aceitos pelas testemunhas de Jeová, cuja doutrina, até hoje, não permite a transfusão de sangue. Segundo o vídeo, os transplantes eram considerados "canibalismo" pela religião. No entanto, em 1980, a "luz" brilhou e Jeová se comunicou através da "sentinela" liberando os religiosos a transplantarem. Lembra o personagem do vídeo, que 17 testemunhas de Jeová morreram por esta "asneira".

Hoje, as testemunhas de Jeová podem receber um transplante, mas irão para o inferno se receberem qualquer gota de sangue.

Afinal, quais são estes argumentos que mudam a opinião de religiões com direito a mensagens vindas do além, com tamanha facilidade.

Uma certeza eu tenho. Os "argumento$" utilizados para convencer religiões inteiras a aceitaram os transplantes, devem ser os mesmos utilizados para fazer com que autoridades não queiram investigar o assunto, devem ser os mesmos que fazem com que tribunais brasileiros não consigam julgar médicos transplantistas pela prática de homicídio, devem ser os mesmos utilizados para que a imprensa não divulgue assassinatos de doadores e devem ser os mesmos que me obrigou a deixar o país para não ser assassinado.

Doar órgãos é um ato de amor que é aceito pela grande maioria das religiões e também por toda a rede hospitalar que trabalha com Visa ou MasterCard.

Paulinho: Retirada de órgãos sem morte encefálica.

Após a anestesia geral, teve início o procedimento cirúrgico para a retirada dos órgãos de PAULINHO, que ainda estava vivo. O médico CELSO ROBERTO FRASSON SCAFI confirma isto anotando no relatório de descrição da cirurgia para retirada de órgãos que PAULINHO estava sem M.E. conforme pode ser verificado na imagem do documento abaixo:



A frase escrita na primeira linha é:
“PACIENTE EM DECUBITO DORSAL HORIZONTAL SEM MORTE ENCEFÁLICA”

Segundo a entrevista publicada pela Revista CartaCapital em 8 de maio de 2002, o delegado da Polícia Federal CÉLIO JACINTO DOS SANTOS afirmou que o médico CELSO ROBERTO FRASSON SCAFI tentou explicar a anotação. SCAFI disse que escreveu "COM" e que aquilo parece um "SEM" porque sua letra seria "muito feia". A Polícia Federal no entanto curiosamente preferiu acreditar na resposta dada por SCAFI e sequer solicitou uma perícia grafológica para esclarecer o assunto. Porém, a revista CartaCapital ao observar o documento, decidiu consultar o perito Sebastião Edison Cinelli, que comparou a descrição com outras anotações feitas por SCAFI no mesmo documento e garantiu que ali está escrito "SEM", e não "COM", ME.

A prova desprezada pela Polícia Federal desvenda uma triste realidade. Se os órgãos de PAULINHO foram removidos "SEM M.E.", podemos afirmar que estamos diante de um homicídio. Estas informações aliadas à outras contidas no mesmo prontuário, como por exemplo o uso de anestesia geral para a remoção de órgãos, também comprovada por suas próprias anotações, bem como o desaparecimento das arteriografias e tomografias, compõem um conjunto probatório imbatível e completamente ignorado pelas autoridades brasileiras.


Na imagem acima, destaco uma das comparações feita por Cinelli utilizando o mesmo documento. Podemos observar o uso da letra “S” na 1ª. linha: “SEM M.E.” e também na 5ª. Linha onde está escrito “SUPRA RENAL”.

Ao depor na CPI DO TRÁFICO DE ÓRGÃOS Scafi mudou a versão.
CPI DO TRÁFICO DE ÓRGÃOS- 06/07/2004
Depoente: Celso Roberto Frasson Scafi

SR. DEPUTADO PASTOR PEDRO RIBEIRO – (...) Outra coisa, PAULO VERONESI PAVESI, o garoto que chegou para ser transplantado, o senhor afirmou, satisfazia o quadro de alguém com morte encefálica para ser operado. Esse processo vem-se arrastando há algum tempo, inclusive o senhor já foi ouvido, mais de uma vez, pela Polícia Federal, pelo Ministério Público. O senhor já tem respostas. Mas eu queria, nesta hora, nesta CPI, ouvi-lo dizer como é que se explica, quando o senhor emitiu um documento — vou citar este daqui, porque há mais de um: "Descrição do ato cirúrgico. PAULO VERONESI PAVESI. Categoria: SUS." O primeiro item que o senhor coloca é: "Paciente (...)" — eu não entendo o que vem antes — "(...) sem ME". Quando lemos ... inclusive o senhor colocou "ME" com letra maiúscula. Significa que ressalta o significado do "ME". Tem sido decodificado, entendido por todos, até pela imprensa, e creio que o senhor mesmo já admitiu, em várias oportunidades, que "ME" é "morte encefálica". Só que, antes do "ME", "morte encefálica", está "sem morte encefálica". Doutor, havia dúvida no quadro? O senhor enganou-se quando escreveu? Ou a criança estava viva?

O SR. CELSO ROBERTO FRASSON SCAFI – Não. Reforçando o que eu disse anteriormente, em nenhuma vez — e essa também não foi diferente — eu entrei em qualquer retirada de órgão onde houvesse qualquer dúvida quanto ao diagnóstico. Repetindo para o senhor, essa também não foi diferente. A gente tinha toda a documentação, como citei, escrita, assinada e carimbada pelo neurologista, está certo? com as radiografias realizadas, está certo?, como manda o protocolo, está certo?. Aí, onde na verdade se lê ou pelo menos a impressão aqui existe a palavra "sem", na verdade, a intenção é escrever "em morte encefálica". Provavelmente pelo próprio escrever ali, isso possa ter dado essa impressão, principalmente depois que esse instrumento foi "xerocado" várias vezes. Mas reafirmo que, primeiro, não escrevi a palavra "sem". Eu não tinha nenhum desejo em escrever a palavra "sem". Os documentos afirmavam que a criança já tinha morte encefálica, senão não seria realizada a retirada de órgãos. E inclusive, eu só gostaria de ressaltar para o senhor, até tentando tomar um "pouquinho" mais de zelo, que eu tento completar a descrição com o rodapé. Se o senhor me permitisse aí, não sei se fica legível no xerox, onde coloco que "a retirada, após o diagnóstico de morte encefálica, segundo Conselho Federal de Medicina e autorização prévia da família" ou o sentido um pouco ... Se o senhor me permitir, posso ler?

O SR. DEPUTADO PASTOR PEDRO RIBEIRO – Pois não.

O SR. CELSO ROBERTO FRASSON SCAFI – Aqui, onde eu escrevo aqui embaixo. "Após diagnóstico, segundo o Conselho Federal de Medicina, de morte encefálica, mais autorização prévia da família, realizada a retirada de múltiplos órgãos". Está certo?
O urologista CELSO ROBERTO FRASSON SCAFI, inventor da máquina copiadora que insere letras em documentos, afirma que tão evidente estava a morte encefálica que fez questão de inserir no mesmo documento, no rodapé da página, um texto onde demonstra toda a atenção destinada ao assunto. A preocupação de Scafi em anotar tal texto cujas letras estão em sentido diferente ao restante do documento, certamente colaborou para que a máquina de xérox errasse.

Se Scafi tivesse certeza da comprovação da Morte Encefálica, ele não precisaria escrever no rodapé da página algo que deveria estar escrito no 1º item do documento. SCAFI poderia iniciar a cirurgia descrevendo:
1) Paciente em DDH com M.E. segundo resolução...
SCAFI escreveu no rodapé que a morte foi constatada conforme resolução do conselho de medicina, porque só havia sobrado aquele espaço no documento, depois que PAULINHO teve os órgãos retirados.

Para saber detalhes do caso Paulinho leia:

A história de Paulinho narrada em 2002 pela CartaCapital - A matéria mais completa e honesta já publicada sobre o caso.
Remoção de órgãos de Paulinho com anestesia geral - O Anestesista classificou Paulinho como vivo antes de administrar Etrane (anestesia inalatória). Ele mentiu para a polícia federal, para o ministério público federal, mas foi desmentido publicamente durante a CPI. Ele me processou por chama-lo de mentiroso e fui condenado a indenizá-lo, uma vez que o processo correu em Poços de Caldas, berço da máfia.

Avaliação neurológica comprova: O estado de saúde não era grave. - Documentos que constam nos autos, comprovam que Paulinho foi levado ao hospital e sua primeira avaliação neurológica não era grave como dizem os médicos para se defenderem.

Exames fraudados com ajuda de procuradores federais e ministério da saúde. - Em um esquema montado dentro do gabinete do Ministro José Serra, Carlos Mosconi - o chefe da máfia - era informado a cada passo sobre os documentos obrigatórios que não foram entregues à auditoria. Mosconi repassava a informação para os assassinos que forjavam os papéis. Depois, estes documentos eram levados ao Ministério da Saúde e entregues ao procurador José Jairo Gomes. Este último encaminhava os mesmos ao delegado da polícia federal Célio Jacinto do Santos, que anexava ao inquérito como sendo documentos "originais". Veja alguns destes documentos. Nenhum médico responde ou respondeu por falsificação de documentos.

Sem Morte Encefálica. - Foi assim que o médico e assassino Celso Roberto Frasson Scafi descreveu o estado de saúde de Paulinho, minutos antes de lhe retirar o rim. Scafi escreveu de próprio punho que Paulinho estava SEM MORTE ENCEFÁLICA, porém, como é sócio de Carlos Mosconi, seu nome foi excluído do rol de acusados. Scafi estava indiciado pela polícia federal pelo crime de retirada ilegal de órgãos, e foi inserido em uma equipe da UNICAMP (ainda quando estava indiciado) para continuar realizando transplantes em Campinas, pelo Ministério da Saúde.

Asilo Humanitário - Você não verá isto na imprensa brasileira. O caso Paulinho está proibido de ser divulgado, exceto se for para inocentar (ainda mais) os assassinos.