Desembargadores comprados

Desembargadores comprados

quinta-feira, 28 de junho de 2007

O povo brasileiro

Por várias vezes me perguntei como os judeus permitiram que Hitler os massacrassem. Eu imagino que o terror tenha se instalado lentamente até que tomasse a dimensão de holocausto. Acredito que a chave para o sucesso de Hitler foi a forma pacífica e sem atitudes que os judeus aceitavam a cada investida nazista.

Hitler aos poucos, isolou judeus em guetos, e mais tarde não satisfeito, acabou com eles.

Não havia lei, direitos humanos ou qualquer explicação para estas atitudes, mas ela foram se impondo de tal forma que parecia bloquear a inteligência dos ofendidos. Muito tardiamente, apareceram as resistências, e infelizmente era muito tarde. Acabaram lutando para se manterem vivos, e não para evitar o genocídio.

É assim que vejo hoje os brasileiros. Estamos apáticos, incrédulos e coniventes com a corrupção que está lentamente tomando conta do país. Nunca antes na história deste país, se teve tanta certeza de que políticos estão roubando, fraudando, sonegando e nos matando aos poucos.

Temos um Presidente da República que não sabe de nada, não viu nada e que possui um irmão lobista, definido como ingênuo. Adotamos um lema que não nos pertence:

"Todos são inocentes mesmo que se prove o contrário".

Mas se você é honesto e está longe da política, não pense que este lema lhe serve. Ele é válido apenas para os desonestos e para aqueles que possuem relações com o presidente. Chegamos num ponto, onde um senador envolvido em propinagem, escolhe quem será o presidente do conselho de ética que vai julgá-lo, impondo inclusive o nome do relator. Tudo para garantir que é mesmo inocente.

As escutas telefônicas divulgadas pela polícia, deixaram de colocar bandidos na cadeia, para transformá-los em vítimas das investigações. Incluindo o irmão ignorante do presidente.

A falência moral do povo brasileiro é tão explícita que ficamos felizes em acreditar em uma possível cassação do senador propineiro, quando o certo seria que ele estivesse preso por sonegação fiscal, sem qualquer opinião do conselho de ética que nada significa.

Aceitamos sorridentes as manobras políticas para salvar das garras da lei, políticos envolvidos em escândalos que envergonham e destróem a nossa nação, enquanto enterramos nossos entes queridos assassinados em um farol de trânsito, ou em uma maca de hospital para fins de tráfico de órgãos.

Hoje assisti atônito um policial provocando um traficante pelo rádio, e o mesmo respondia a altura. O traficante tinha rádio!

Estes policiais, muitas vezes pai de família, deixam o lar sem saber se voltarão. Despedem-se de seus filhos a cada turno de trabalho como se fosse a última vez. Nos confrontos com os traficantes onde suas vidas ficam por um fio, conseguem prender meia dúzia de bandidos que inexplicavelmente, um ministro do supremo devolve as ruas através de uma canetada. Aqueles policiais que tombaram em defesa do estado, ficam esquecidos, e os traficantes de volta às ruas fazem festas regadas a muito pó.

No Brasil nazista de hoje, estamos promovendo terrorista à general e pagando indenizações retroativas por ter abandonado o exército em nome de uma revolução socialista. O herói que o governo está criando, é aquele que assaltou bancos, fez sequestros, deu as costas ao país e roubava armas do exército para entregar a terroristas. É este o povo brasileiro com quem o governo sonha!

Antes de sermos jogados em um gueto, devemos nos inspirar nos "heróis" do passado brasileiro - se necessário com os mesmo métodos já que foram aprovados pelo governo - e evitarmos assim uma nova tragédia na humanidade como foi o holocausto.

Antes que seja tarde demais.

terça-feira, 26 de junho de 2007

A lógica Nazista do Ministro da Saúde

O Ministro da Saúde José Gomes Temporão disse à reportagem do G1, que fetos com menos de 12 semanas de vida, não sentem dor. Por isso, ele apóia o aborto para estes casos.

O Ministro da Saúde afirmou que “Até ali, em torno da 12ª semana, não há (no feto) consciência, sofrimento, dor. Vários especialistas dizem isso, e é essa a posição que eu defendo”, afirmou. “Aborto é questão de saúde pública. A legislação precisa ser mudada”.

Ainda segundo o Ministro da Saúde, “Existem questões éticas, filosóficas e religiosas envolvidas. Mas o governo tem de se preocupar com o concreto e fazer alguma coisa em relação à dor e ao sofrimento dessas mulheres”.

Ele disse que devemos nos preocupar com o "concreto" e esquecer as "questões éticas", compreenderam?

Afinal, para que serve a ética para quem quer destruir um feto?

Em resumo para que todos entendam a opinião deste imbecil:

Assassinato sem dor não é crime!

Se a pessoa que ocupa uma vaga como esta de Ministro da Saúde pensa assim, significa que podemos ter respostas para outras discussões tão calorosas quanto o aborto.

Por exemplo a Eutanásia: Se o paciente não sente dor, qual o problema matá-lo? Afinal, assassinato sem dor não é crime. Um paciente em coma está inconsciente, não sente dor e nem sofrimento. Logo, podemos pela lógica do Ministro matá-lo!

Outro exemplo em relação a ocupação de UTI's. O governo de Humberto Costa tentou dar o poder aos médicos de desligarem pacientes supostamente sem chances de recuperação - EM HOSPITAIS PÚBLICOS - para liberação de vagas em UTI's. Matar para abrir espaço! Pela lógica do atual Ministro da Saúde, isto seria completamente sensato: paciente em coma, inconsciente, não sente dor e nem sofrimento... bingo!

Este Ministro da Saúde talvez não saiba, que uma política correta e sem corrupção, pode estender à todas as mulheres a opção de não engravidar! Talvez este Ministro da Saúde não tenha informações sobre o que em países de primeiro mundo é conhecido como controle de natalidade.

O Ministro da Saúde, este imbecil por natureza, defendo o controle da natalidade matando fetos que não sintam dores, em nome de mulheres que "sofrem" com a gravidez. Mas não sofreram na hora de praticar o sexo!

Estas mulheres que o imbecil Ministro da Saúde defende e que apóiam a idéia do assassinato de fetos como controle da natalidade, se fossem menos ignorantes (no sentido literal da palavra) teriam exigido meios anti-conceptivos gratuítos que só não chegam a elas devido a corrupção no Ministério deste mesmo imbecil. Mas preferiram relaxar e gozar - dentro do estilo petista de viver. Fizeram sem avaliar as consequências, e as responsabilidades, e agora querem extirpar o "mal" pela raiz.

Para resolver o problema da falta de política preventiva, trucidamos um feto, e jogamos muita terra para cobrir esta criatura suja, resultado de uma relação sexual sem gosto. Em outras palavras, uma bebê em plena formação e de saúde invejável.

Mas este imbecil que atende pelo nome de José Gomes Temporão tem atuado com muita coerência. Em junho de 2006, através da portaria de No. 542, o então Secretário de Assistência à Saúde - José Gomes Temporão - autorizou Álvaro Ianhez a voltar a fazer transplantes.

Álvaro Ianhez mantinha uma central clandestina em Poços de Caldas onde 9 pacientes tiveram seus órgãos arrancados sem a comprovação da morte encefálica, para fins de Tráfico de Órgãos. Este médico foi o que matou Paulo Veronesi Pavesi, meu filho, que recebeu anestesia geral antes de ter os rins retirados quando ainda estava vivo.

Agora sim faz sentido. Paulinho foi anestesiado. Inconsciente, sem dor, sem sofrimento dentro da lógica do Ministro da Saúde, pode matar. Nada mais justo - olhando pelo "concreto" - nomear alguém que responde por homicídio de doadores de órgãos para voltar a fazer transplantes - esquecendo as "questões éticas".

É compreensível que as mulheres sejam donas de seus próprios corpos. Mas é inaceitável que elas decidam o fim da vida dos seus fetos.

sábado, 16 de junho de 2007

As manobras do MPF para abafar o Tráfico de Órgãos

Finalmente recebi um e-mail do Ministério Público Federal. Mais especificamente, a procuradora federal dos "direitos dos cidadãos". Infelizmente, a resposta do e-mail confirma a morosidade na apuração dos fatos que constam em processos e em denúncias, envolvendo o crime de tráfico de órgãos.
Diz o e-mail:
Senhor Paulo Pavesi,

Informo-lhe o que
segue:

No dia 21/11/06, recebi do Gabinete do PGR cópia do dossiê encaminhado por V. S. a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Em pesquisa dos registros da PFDC localizei mensagem eletrônica encaminhada em 23/11/05 à PFDC e a uma série de outras pessoas. Tendo ele mencionado uma representação que fora arquivada no MPF, localizei o PA n. 08123.000269/98-80 na Procuradoria de São Paulo, cuja remessa solicitei, em 20/12/2006.
Os autos chegaram em minhas mãos em 9/02/07 quando proferi o seguinte despacho: "A Coordenadoria de Assessoramento Multidisciplinar para analisar em conjunto com o dossiê Paulinho Por Justiça e apresentar-me o relatório dos pontos controvertidos." Os autos foram distribuídos ao Analista Pericial Paulo Rogério no dia 11/02/07.

Foi muito bom V. S. ter enviado a mensagem que me fez perceber a demora na análise, muito embora não se deva a desídia. A PFDC recebe uma média de 300 procedimentos administrativos por mês, para revisão.

Espero em breve poder lhe dar uma resposta sobre a possibilidade de atuação desta Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.

Atenciosamente,

Ela Wiecko V. de Castilho
Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão
Podemos perceber que se eu não tivesse enviado e-mail à esta procuradora, o caso continuaria - como está - engavetado no Ministério Público Federal.
O Ministério Público Federal que acompanha o caso Paulinho - morto aos 10 anos pela Máfia do Tráfico de Órgãos - em 2002 chegou a me processar por estar cobrando uma atitude deles, já que a denúncia formulada contra os assassinos na justiça, foi completamente montada para beneficiar os criminosos. Médicos que participaram do assassinato foram excluídos da denúncia por serem sócios de um ex-deputado federal do PSDB.
Fui absolvido neste processo que abriram para me calar e a juíza reconheceu que minha denúncia era procedente, solicitando respostas ao Ministério Público Federal que até hoje não as forneceu.
Respondi o e-mail acima, e até agora não obtive respostas. Para quem acompanha este blog, deixe uma cópia do e-mail que enviei para este procuradora:

Cara Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão
ELA WIECKO VOLKMER DE CASTILHO

Agradeço a raríssima oportunidade de receber uma resposta do MPF.

Certamente a senhora não leu a minha denúncia na íntegra, pois saberia que não foi apenas uma representação apresentada. Foram 7 representações que nunca foram respondidas pelo Ministério Público Federal, entregues pessoalmente na Procuradoria Regional da República em São Paulo. Os números de todas as representações, das quais possuo o protocolo, constam no corpo da denúncia.

Nos últimos anos, graças às pressões do Ministério Público Federal, fui processado, tive meus sigilos eletrônicos quebrados e a minha vida vasculhada. Não tiveram a mesma preocupação com os assassinos, mas para quem conhece o contexto, o motivo se torna óbvio. O Ministério Público Federal chegou a insinuar que eu seria até mesmo um assassino, responsável pelo "suicídio" de Carlos Marcondes - administrador da Santa Casa. Tal operação em acabar com a minha vida, tão empenhada pelos procuradores mineiros, pela polícia federal de Varginha, pelos médicos e pelo chefe da Máfia de transplantes, custou o meu emprego, minha separação, meu carro, minha casa e diversos problemas de saúde.

Independentemente de todos os males que me causaram, somado ainda a perda de um filho muito precioso, tive que conseguir alguma forma honesta de me sustentar e dar sustento a minha família. Sem vender gados inexistentes, sem comercializar ilegalmente rins e córneas e, muito menos construindo pontes que ligam nada a lugar nenhum, consegui isso trabalhando muito. Ninguém do Ministério Público Federal, me telefonou para perguntar se o peso de tudo o que eu estava vivendo, atrapalhava a minha defesa em outro estado brasileiro, nos processos que entraram contra mim.

Portanto, pouco me importa se a senhora recebe 300, 30000 ou apenas 1 caso. Se o volume de crimes a ser apurado é tão grande assim, acho que a procuradoria poderia se empenhar o mínimo possível e pedir o impeachment, pois acho que o presidente deve ser indiretamente o responsável, haja visto que nossa política de segurança pública é apenas brincadeira de criança. Isso sem contar o envolvimento de partidários do presidente em tantos casos de corrupção, que estão abarrotando a polícia federal.

Como pode ver, a apuração dos crimes continua sendo um problema do Ministério Público Federal, que existe para isso, e não de nós denunciantes, apesar de ajudarmos muito a desvendá-los.

Os prazos devem ser cumpridos como determina a lei. Pelo menos, é isso que os procuradores me disseram quando me processaram.

É dever da senhora, do estado e da união prover as respostas para as ações criminosas que estou denunciando. Inclusive o envolvimento de procuradores federais de Belo Horizonte no abafamento do caso e na proteção aos criminosos. No mínimo - PREVARICAÇÃO!

Vocês me processaram e perderam. E ainda assim não estão aceitando a necessidade de denunciar os verdadeiros assassinos do meu filho?

Então para que serve a justiça?

Para dar cobertura a assassinos de crianças de 10 anos?

Fui submetido à todo o tipo de confronto legal, e superei a todos, e não é o suficiente para que vocês aceitem a minha denúncia e processem os verdadeiros criminosos?

Agora, é hora de reconhecer o erro e dar uma resposta e não jogar a culpa no volume de serviços que os procuradores têm. Aliás, sem qualquer valor próximo ao teto dos salários destes procuradores, eu fiz muito mais do que eles, e de graça. E não fiz pelo meu filho. Estou fazendo pelo filhos dos outros, e quem sabe até os seus.

A perícia que a senhora solicitou não deve ser tão demorada, uma vez que já está em anexo todas as provas que constam no processo de homicídio, um relatório final de uma CPI DO TRÁFICO DE ÓRGÃOS, e até o pedido da própria Juíza Federal que reconheceu a minha denúncia como verdadeira me absolvendo em seguida, e não como uma denúncia de um desqualificado esquisofrênico, como o MPF tentou provar.

Se necessário for devido a precariedade da atuação pericial em relação ao prazo, posso levá-los pessoalmente as cópias das provas que foram extraídas do processo do homicídio do meu filho, que por justiça, foram anexadas lá pelo próprio Ministério Público Federal.

A perícia que a senhora está solicitando é para ver se o que o próprio Ministério Público Federal anexou ao processo e que ao mesmo tempo as ignorou, são válidas?

Onde está o relatório final da CPI DO TRÁFICO DE ÓRGÃOS que confirma as minhas denúncias e que foi encaminhado ao Procurador Geral da República?

Onde está a resposta para o processo que moveram contra mim, e perderam?

Onde está a resposta para a denúncia que enviei há 9 meses atrás, e que já venho denunciando a 7 anos?

Quanto tempo ainda terei de esperar para que eles sejam denunciados?

Ou será que estão tentando jogar no esquecimento mais uma vez (a exemplo do caso de Taubaté) onde o processo prescreveu depois de 20 anos engavetado?

Cara procuradora. O Ministério Público Federal não está me fazendo qualquer favor.

É atribuição deste órgão responder as minhas perguntas, e de preferência com provas como elas foram formuladas.

Espero há 7 anos por uma resposta e ainda a senhora me diz que precisam de mais tempo?

Estes marginais possuem tanta influência assim a ponto de conseguirem prorrogar a simples análise de um documento de 237 páginas por tanto tempo? De acordo com o tempo decorrido, daria tempo de ler uma página por dia e sobraria muitos anos.

Nestes 7 anos, já me processaram e fui absolvido e ainda sequer denunciaram os verdadeiros assassinos do meu filho?

Para ter os meus direitos reconhecidos e o direito fundamental do meu filho que é a vida, devo me filiar ao partido do presidente?

Os assassinos nem pertencem ao partido presidente, mas pertencem à oposição. Nem isto parece fazer diferença neste país onde a política suja vale mais que uma vida.

Para finalizar, estou entrando com um pedido para participar de uma audiência temática em julho deste ano, em Washington na sede da OEA. Se a ONG que está entrando com o pedido não conseguir esta audiência, não terá problemas. Ainda assim, estarei lá para entregar pessoalmente a denúncia que comprova a morosidade e falta de comprometimento do Ministério Público Federal em resolver este caso. Talvez para o MPF isso faça pouca diferença ou até nenhuma. De qualquer forma, continuo fazendo o que todo cidadão deveria fazer em um país "democrático" e "livre", como é o Brasil.

Exigir que os meus direitos sejam reconhecidos e tirar de circulação, por consequência, marginais que usam aventais branco para matar crianças com o intuito de comércio ilegal de órgãos humanos.

Lembre-se procuradora, após o meu filho, mais 8 pessoas foram assassinadas por este grupo, no mesmo local.

Quantas mais vítimas o Ministério Público Federal deseja que sejam assassinadas para tomar uma providência contra este tipo de crime?

Paulo Pavesi

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Como o MPF atua para acobertar o tráfico de órgãos

O Ministério Público Federal tem atuado com bastante afinco para acobertar denúncias de tráfico de órgãos. Eu vou mostrar como eles fazem. Na verdade sem seria necessário pois basta telefonar ao Procurador Geral da República e perguntar sobre o relatório final da CPI do Tráfico de Órgãos e terá a resposta.

Em novembro de 2006 enviei uma denúncia para o procurador geral. Eles nunca me enviaram qualquer comunicado, sequer dizendo: "Jogamos no lixo!". Eles não precisam disso, pois estamos vivendo numa ditadura e sendo assim, você tem à quem reclamar. Ajoelhe e chore.

Segundo soube, a denúncia foi encaminhada para o Gabinete da Procuradora ELA WIECKO VOLKMER DE CASTILHO. Ao telefonar para lá, no mês de maio de 2007, e perguntar sobre o relatório, fui informado de que o mesmo estava no Gabinete do Procurador Geral. Na verdade eu telefonei no Gabinete do Procurador Geral e os assessores garantiram que a denúncia estava com ela ou Ela. Insiste mais um pouco e me disseram que não sabia do que se tratava e que precisariam de um tempo para procurar o documento.

Mais um tempo? A denúncia se refere à fatos ocorridos em 2000. Depois disso, inúmeros pedidos foram feitos ao MPF para que analisassem as denúncias e até hoje nunca enviaram nenhuma resposta. Querem mais tempo?

Disse então que não precisariam se incomodar, afinal, é tanta denúncia neste país de impunidade que não deve ter procurador suficiente para atender a demanda da população, ainda que o denunciante faça como eu fiz, e entregue tudo mastigado.

Para se ter uma idéia melhor de como atua o MPF, lembro à você leitor que fui processado pelos Procuradores Federais de Belo Horizonte, que trocaram nomes dos médicos que mataram meu , filho para fins de tráfico de órgãos, protegendo então os verdadeiros assassinos.

Na denúncia que fizeram contra mim, 9 procuradores assinaram como podemos ver no quadro abaixo. Os procuradores que acusei, eram testemunhas deles mesmos.


Contra os médicos, apenas três procuradores assinaram. Para o denunciante, todo o rigor da lei. Para os assassinos, todos o benefício do código penal.
O delegado da Polícia Federal de São Paulo Antônio Manuel Costa, foi responsável pelo inquérito aberto contra mim. Ao levar as denúncias à ele, o mesmo pediu a presença do Ministério Público Federal em meu depoimento, conforme o documento abaixo:

No dia do meu depoimento, nenhum procurador compareceu, e o pedido foi reiterado por mais vezes. Nunca o MPF quis ouvir as denúncias.
Talvez eles precisem de mais tempo, até que o crime esteja prescrito. Nesse contexto, é muito fácil afirmar que no Brasil, não há tráfico de órgãos.
Acredite. Eu torço para que nenhum de vocês precisem do Ministério Público Federal como eu precisei para punir os assassinos do meu filho. Aliás, espero que não precisem do Ministério Público Federal para nada.

Não há provas

No Brasil não existe justiça. Isto já está claro. A moda agora é dizer que não há provas. Neste caso, o brasileiro deveria exigir da justiça que a mesma nos informe o que ela entende como "prova".

Movimentações suspeitas e não declaradas à receita federal, não são provas.

O transporte mal acomodado de dinheiro dentro de cuecas, sem origem declarada, comprovada ou informada, também não é.

Superfaturamento de obras, nem pensar.

Pagamento de pensão alimentícia, através de lobistas da construção civil, é natural.

Escutas telefônicas passaram a ser apenas conversas vazias sem conteúdo criminoso, ainda que nas gravações seja falado em oferta de propinas e compras de sentenças judicias. Nada disso é prova.

Vídeos de funcionários públicos recebendo propinas só serve para o YouTube. E mesmo assim devem ser publicadas na categoria "funny".

Quais são as provas então que precisamos para colocar alguém dentro de uma cela por corrupção?

A resposta é simples: Nenhuma. Você pode apresentar uma declaração do papa assinada por Jesus, e mesmo assim, não valerá de nada, pois os testes do carbono 14 ainda não são confiáveis.

O que vale mesmo neste país, é roubar. O roubo está estatizado. Ninguém se atreve a interferir em licitações fraudulentas, ou em flagrantes da polícia. No dia seguinte, poderá ser o boneco de Judas em uma feira livre, onde aliás não faltará porretes e canivetes.

A prova que temos é que habeas corpus é moeda de troca, e quem rouba tem dinheiro pelo ladrão. Desculpem-me pelo trocadilho, mas é assim mesmo que funciona.

Não há limites e nem tão pouco patente. Todos estão autorizados à roubar o dinheiro público que hoje está abarrotando os cofres do Brasil.

Chegamos num ponto onde o judiciário está acusando a Polícia Federal de realizar prisões ilegais, sem existência de provas, sem qualquer indício necessário para que a mesma seja decretada. Mas ninguém ainda comentou que para a Polícia Federal prender alguém, é necessário um pedido de prisão autorizado pelo judiciário!

Se a prisão acontece, é porque o judiciário autorizou!

Como o judiciário depois alega que as prisões foram ilegais?

Não há provas.
Não há culpados.
Prender ladrão é ilegal.
Roubar os cofres públicos é que vale à pena.
Desde que não se esqueçam da propinagem.
O Brasil é o país do vale-tudo.

Se você leu este texto, poderá fazer um teste para descobrir o que é prova aceitável.

Entre em um supermercado e coloque uma lata de atum no bolso. Permita que as câmeras registrem sua empreitada e tente sair sem pagar.

Te vejo nas primeiras páginas dos jornais, algemado e trancafiado!

Abraços

sábado, 26 de maio de 2007

A proteção ao Tráfico de Órgãos

O crime de tráfico de órgãos é Lenda Urbana para as autoridades brasileiras. Poucos órgãos de imprensa têm a coragem de falar sobre o assunto. No Brasil o assunto tomou algum espaço na mídia quando meu filho foi assassinado por médicos na cidade de Poços de Caldas. Utilizando-se de uma Central de transplantes clandestina, 9 médicos juntarem-se para extrair rins e córneas do Paulinho. Forjaram provas, e ganharam a conivência do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, graças ao chefe desta Máfia, que na época ocupava uma vaga de Deputado Federal.
Ao denunciar o crime às autoridades, médicos, procuradores e delegado federal uniram-se em processos contra mim. Consegui uma CPI federal cujo resultado foi abafado. Um procurador federal na época da instalação da CPI chegou a enviar e-mail ao presidente pedindo para que a mesma não fosse adiante. Por qual motivo?
O motivo é óbvio. A rede de tráfico de órgãos movimento bilhões de dólares em todo o mundo. Centenas de pessoas possuem estrutura financeira suficiente para não terem de enfrentar a fila de transplantes do SUS.
No ano passado, o Tribunal de Contas da União anunciou através da uma auditoria que a fila de transplantes simplesmente não existia. As fraudes neste sistema são intermináveis e contam hoje com até com leis implantadas em 2001 que facilitam a venda de rins.
Outro problema é o envolvimento de médicos "renomados" e "poderosos". Estes médicos possuem influência no congresso e dentro das autoridades federais. Não existe hoje autoridade com coragem suficiente e nem seriedade para conter os assassinatos que estão acontecendo pelo país.
O tráfico de órgãos possui diversos modos de operação.
1. Um paciente entra no hospital com trauma encefálico leve ou insignificante e é colocado na UTI. Em seguida, aproveitando da ignorância da família que desconhece o nível de gravidade do acidente, e não tem informações sobre medicina, médicos levam o paciente ao coma induzido. Todos os tratamentos necessários para a recuperação do paciente são negligenciados e seu estado de saúde naturalmente piora. A família é consultada sobre a possibilidade de doação de órgãos. Se favoráveis, os médicos apressam a morte de diversas formas. Em últimos casos, como aconteceu com o meu filho, os órgãos são retirados ainda com o paciente vivo. Em 1985 na cidade de Taubaté, quatro médicos realizaram a retirada de órgãos de pessoas ainda com vida, incluindo crianças. O caso foi denunciado, mas a poderosa Máfia dos transplantes conseguiu fazer com que o crime prescrevesse, deixando o processo parado por mais de 20 anos em uma gaveta qualquer da justiça.
2. A outra forma, atualmente mais utilizada é a venda de rins entre vivos. Antes da morte do meu filho, somente era possível a doação de órgãos entre vivos por pessoas que fossem parentes consanguineas até o 4o grau. Em 2001 o Ministro José Serra que atuou intensamente para que o caso Paulinho fosse abafado, modificou apressadamente a lei 9.434, inserindo a lei 10.211 que passou a permitir a doação entre vivos de qualquer pessoa, com algum grau de parentesco ou simplesmente um desconhecido. Para tal, a justiça deveria autorizar a operação. O número de transplantes entre vivos cresceu assustadoramente. Quem precisa de um rim para viver, pode hoje visitar uma favela e oferecer algum dinheiro a um estranho, levá-lo ao tribunal e fazer a cirurgia, com a ajuda de laudos e exames produzidos por médicos que conhecem a ilegalidade.
3. Esta forma é completamente descartada pelas autoridades, mas existe em grande escala. É a história do rapto. Não é como os médicos divulgam na internet, incluindo uma banheira de gelo. Obviamente qualquer ladrão de órgãos não deixaria sua vítima viva para contar o que aconteceu, até porque esta vítima possuiu duas fontes de renda e não somente uma. Sem rins, ninguém sobrevive. Se olharmos as fichas de pessoas desaparecidas, principalmente aqueles que são moradores de rua, encontraremos mistérios inexplicáveis. Por serem moradores de rua, os casos simplesmente são ignorados, pois não há qualquer cobrança pela vida desta pessoa. Como vivem nas ruas, são considerados animais pelas autoridades brasileiras e como são excluídos da sociedade, seus desaparecimentos são completamente ignorados.
Nesta semana, durante uma audiência pública sobre denúncias de tráfico de órgãos na Amazônia, que fora denunciado por uma pesquisadora colombiana (pois nunca a denúncia partirá daqui de dentro), o coordenador de Operações Especiais de Fronteiras da Polícia Federal, Mauro Spósito utilizou argumentos padrões, distribuídos por médicos à imprensa para negar a existência deste tipo de crime.
Mauro disse que tráfico de órgãos na Amazônia é "crença indígena". Talvez este cidadão acredite ser crença indígena também o desmatamento e o uso da selva para laboratórios clandestinos para o refino de cocaína. Em seguida ele afirma:
"que a cirurgia para retirada e transplante de órgãos é sofisticada (envolve técnica cirúrgica, equipamento, e medicamentos) e tem que ser feita rapidamente, o que é difícil no meio da selva amazônica."
Em 2003 foi descoberto no Brasil uma rede de tráfico internacional de rins, onde as cirurgias eram realizadas em um flat na cidade de Durbain. Se a cirurgia ocorre em um flat na Africa do Sul, qual o problema de ser realizada no Amazonas?
Apesar do desespero de índios que relatam o desaparecimento de seus familiares, o superintendente da Polícia Federal não conseguiu encontrar qualquer evidência. A Polícia Federal até hoje não encontrou a origem do dinheiro do mensalão e dos dólares na cueca de alguns assessores parlamentares que voavam os céus do Brasil, e também nenhum caixa 2 foi devidamente esclarecido. Será que também temos que acreditar que nada disso aconteceu? Só porque a incompentência (?) da Polícia Federal não consegue solucionar um caso através de suas investigações?
O Ministério da Saúde também conta com uma rede estruturada para abafar os casos. Nesta mesma audiência, Camila Carlone Gaspar, da Coordenação do Sistema Nacional de Transplante do Ministério da Saúde disse que "não existe tráfico de órgãos na Amazônia e em nenhuma região do Brasil".
Ela não pode assumir a existência da Máfia de tráfico de órgãos uma vez que é dentro do Ministério da Saúde que as cirurgias clandestinas além de serem autorizadas, são pagas com dinheiro público. No caso Paulinho, descobriu-se que a máfia tinha tanto poder no Ministério da Saúde, que até partos em homens realizavam, e recebiam do Ministério mesmo assim.
No caso de Camila, não precisa ir muito longe. Basta pedir para que ela apresente a lista de órgãos que foram captados, de onde foram captados e para quem foram doados. Se ela responder esta pergunta, já será um grande avanço uma vez que o Ministério da Saúde não tem qualquer controle sobre as cirurgias.
Enquanto se discute em Brasília mais uma vez, uma forma de ignorar o assunto, a revista Veja de 23 de maio de 2007, fez uma pequena matéria sobre o assunto. E "veja" que interessante! Ela narra justamente a venda de rins dentro dos tribunais brasilieros, sem que qualquer autoridade interfira.
Vale a pena ler abaixo a matéria na íntegra:
O CORPO À VENDA
Existem 32 000 pessoas esperando por um,transplante de rim hoje no Brasil. E uma longa fila, que demora entre três e dez anos para ser vencida. Quem encara essa espera são doentes renais que não têm nenhum parente ou amigo com orgão compatível e disposto a doá-lo.
Essa dificuldade vem estimulando o comércio de órgãos, que encontrou, na internet, um caminho aberto para as negociações. Os rins são oferecidos, em média, por 80 000 reais. Mas há quem arrisque pedir até 500 000 reais. 0 comércio, embora proibido por lei, é uma solução tentadora para os doentes em situação de desespero, cujo tempo de vida está se esgotando.
Com um doador particular, ele não precisa esperar na fila e pode receber o órgão imediatamente, se os testes indicarem que existe compatibilidade. 0 passo seguinte é buscar a autorização judicial, obrigatória no caso de transplantes entre não parentes. Para concretizar a operação, basta que doador e receptor se declarem amigos perante o juiz. Como a fiscalização é falha, dificilmente se consegue desvendar a mentira. 0 indício do avanço desse comércio está nos dados da Associação Brasileira de Transplantes de órgãos. Nos últimos quatro anos, a doação entre parentes se manteve estável, na faixa de 1500 por ano.
A doação entre cônjuges caiu de 148, em 2002. para 121, em 2006. E, no mesmo período, a doação entre amigos aumentou de setenta para 114 ao ano. Os números podem parecer pequenos, mas o que está em jogo é a tendência que se verifica. 0 crescimento foi de 62%. Há três anos, a CPI do Tráfico de órgãos sugeriu, em seu relatório final, que o Ministério da Saúde acompanhasse de perto o número de transplantes entre não aparentados. Classificou essa modalidade como um propiciador do comércio de órgãos.
Até hoje o acompanhamento não é feito. Existem dezenas de anúncios disponíveis na rede. com e-mail para contato e alguns até com o telefone do vendedor. Esse tipo de oferta aparece também em classificados de jornal. 0 problema já é conhecido pelos médicos. 0 Hospital do Rim, de São Paulo, se recusa, por conta própria, a fazer transplantes entre não parentes.
"Há pessoas que doam apenas para fazer o bem. Mas isso não é a maioria. E dificil para um juiz saber se está havendo ou não algum tipo de troca", diz o médico Osmar Medina, diretor do programa de transplantes do hospital.

A decisão de vender um rim não é fácil. Quem segue esse caminho normalmente está tomado pelo desespero da falta de dinheiro. VEJA conversou com uma dessas pessoas. Tiago (a seu pedido, seu sobrenome não pode ser revelado) tem 27 anos e mora em Natal, no Rio Grande do Norte. Ele usou a internet para oferecer seu rim. No anúncio, divulga telefone, e-mail e pede 40000 reais. "Uma amiga de Sergipe vendeu seu rim a um receptor em Minas. Pouco antes do transplante, teve o dinheiro depositado na conta. Foram 80 000 reais", diz.
É possível encontrar razões humanitárias para a venda de órgãos. principalmente da parte de quem compra. Mas a lei é clara ao proibir. Para evitar que o desespero seja um combustível poderoso nas mãos dos traficantes de órgãos, o governo precisa agir rápido. Não dá para esperar mais.
É... como nossas autoridades esclarecem, no Brasil não existe tráfico de órgãos. E aquele que se meter a denunciar a Máfia como eu fiz, que se cuide, pois as autoridades estão preparadas para calar a tudo e a todos, utilizando todo e qualquer tipo de intimidação necessários.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Ministério Público Federal: A covardia personalizada

Tudo começou em 2000, quando um grupo de médicos assassinos retiraram os órgãos do Paulinho enquanto ainda estava vivo, utilizando para isso uma central de transplantes clandestina, que distribuia órgãos em troca de "doações" em dinheiro que contava com uma rede de políticos influentes.
As investigações deixaram claro desde do início, a existência de crime contra a vida de uma criança, para fins obscuros. O Ministério da Saúde revelou através de auditoria, a existência de inúmeros crimes cometidos por médicos transplantistas. A Polícia Federal completou as investigações mas acovardou-se nos indiciamentos. Propôs a retirada ilegal de órgãos e se omitiu diante do homicídio. Ou será que é possível retirar órgãos ilegalmente sem que se mate uma pessoa?
Pressionados através de e-mails e sites publicados sobre o assunto, o Ministério Público Federal apresentou a denúncia de homicídio. Covardemente porém, trocaram nomes de médicos que estavam indiciados pela Polícia Federal atendendo ao clamor público do ex-deputado federal Carlos Mosconi, que chantageou José Serra no plenário da Câmara. Mosconi ameaçou votar a favor da CPI da Corrupção caso o assunto não fosse abafado.
Entra em cena o Sub-Procurador Geral da República José Roberto Santoro que alguns anos depois foi flagrado usando a instituição para orientar Carlinhos Caichoeira em um caso que arrastou o Governo Federal à lama.
Santoro fez ameaças à mim por telefone, dizendo que se eu insistisse na denúncia por homicídio dos médicos que foram protegidos, me processaria. Eu insiste, e o Ministério Público Federal me processou. Nesta época, cheguei a gravar uma conversa com a Procuradora Federal de Santo André Ryanna Pala Veras onde ela propunha: "Sozinho você não é nada. Não vai a lugar nenhum! Ou fica do nosso lado ou será condenado como eles querem."
O Processo contra mim foi assinado por oito Procuradores Federais de Belo Horizonte. Infelizmente, estes Procuradores não assinaram a denúncia contra os médicos. Apenas três fizeram isso.
Não satisfeitos, passaram a enviar ofícios para a empresa onde eu trabalhava provocando a minha demissão. Solicitaram na justiça que eu fizesse exame de sanidade mental. Eu não fiz. E para concluir, solicitaram a quebra do meu sigilo eletrônico às vesperas da instalação da CPI, desnecessariamente pois todos os e-mails sobre o assunto eram enviados com cópias para este Ministério.
Nenhum destes procedimentos foram adotados contra os médicos que mataram meu filho, pois toda o esforço para punir, foi direcionado à mim. Era uma questão de honra para eles, pois havia declarado que os Procuradores Federais de Belo Horizonte eram corruptos, uma vez que desprezaram provas para deixar assassinos impunes.
Em 2005, cinco anos depois das violações de todos os meus direitos, a juíza da 4a vara federal de Belo Horizonte, não só reconheceu que eu estava certo quanto à estranha denúncia apresentada pelos Procuradores, como determinou que fossem novamente investigados os médicos substituídos pelos Procuradores. A juíza determinou também que o Ministério Público Federal explicasse porque os médicos indiciados na CPI DO TRÁFICO DE ÓRGÃOS não foram denunciados. O fato é que até hoje, os covardes Procuradores da República de Belo Horizonte, não apresentaram à mim qualquer justificativa sobre o assunto, e acredito que não tenham explicado à justiça também.
O Brasil é um país onde tudo pode acontecer, principalmente quando temos autoridades covardes que se escondem atrás de um emprego público altamente remunerado. Em alguns casos, até propinado.
O Ministério Público Federal continua até hoje - sete anos depois - dando cobertura aos bandidos assassinos de Paulinho, e se nega a responder as denúncias que versam sobre tráfico de órgãos e que envolvem os médicos de Poços de Caldas.
A juíza federal reconheceu, o juíz estadual em São Paulo reconheceu, a CPI DO TRÁFICO DE ÓRGÃOS reconheceu e em breve, a OEA também reconhecerá. Mas o imensurável ato de covardia destes Procuradores, não lhes permite reconhecer o óbvio, até porque o óbvio reconhecido se constituiria em crime.
Será que um dia, estes Procuradores reconhecerão que ao deixar os médicos livres, permitiram que os mesmos cometessem outros oito assassinatos cujos processos estão sendo manipulados em Pouso Alegre?