Desembargadores comprados

Desembargadores comprados

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O Brasil é um Estado de bandidos.

Vocês estão acompanhando a guerra entre Renan Calheiros, juizecos de primeira instância e o Supremo Tribunal Federal né? O Juizeco mandou prender os capangas de Renan Calheiros e o STF (corporativista) tomou as dores na pessoa da Ministra Carmem Lúcia. Diga-se de passagem, o STF mantém em suas gavetas (expliquei isto no vídeo) 11 inquéritos de Renan, que não andam nem com reza brava. Renan tem o STF nas mãos, tanto que em discurso recente alegou que salvou Gleisi Hoffmam e o marido do STF. Se ele fez isso é porque tem poder no STF. E o STF não fez nada, admitindo ser verdade.



No Brasil é assim. Você paga, corrompe, chantageia, ameaça e tudo funciona tranquilamente. O Estado é formado por bandidos.

Sendo assim, você não vai se espantar com o que vou escrever agora.


A Câmara Municipal de Poços de Caldas, que já levou assassino para fazer palestra, fez questão de mandar um  abraço para o Toninho das Moças. Aquele desembargador que protege a máfia dos tráfico de órgãos e tentou impedir textos no meu blog. Se você não lembra quem ele é, basta assistir ao vídeo abaixo. A homenagem À Toninho das Moças foi aprovada pela grande maioria dos vereadores de todos os partidos. O tráfico de órgãos sustenta muita gente.

Toninho das Moças é um vagabundo do TJMG, que até pouco tempo era corregedor (kkkkkkkkk) da justiça. O apelido vem das overdoses de viagra e as moças que ele pega por ai para se divertir em tempo livre (que é o que mais tem).

Antonio Servulo dos Santos - Vulgo Toninho das Moças
Desembargador de Minas Gerais apoiador da máfia de tráfico de órgãos

A Câmara Municipal de Poços de Caldas, não poderia se furtar de homenagear um bandido de tamanha qualidade, só comparada aos traficantes de órgãos que fazem palestras naquela casa de leis. Chegamos a um estado marginal, em que a bandidagem tomou conta e atua livremente.

Parabéns Toninho das Moças!!! Também gostaria de mandar o meu abraço aqui da Inglaterra onde lixos como você não existem, e se existem, estão presos.


Toninho das Moças tem 66 anos. Em breve se aposentará e morrerá de uma doença qualquer. Eu não posso estar no Brasil para adiantar o serviço, mas confio na natureza.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Reze para ter câncer!

Segunda a revista Exame, erros em hospitais podem matar mais gente no Brasil do que câncer. Isto significa que você tem mais chances de se curar se tiver um câncer do que ser internado em um hospital público. 

Até 434 mil pessoas (meio milhão de pacientes) podem ter morrido em 2015 por erros de atendimento enquanto estavam hospitalizadas nos sistemas público e privado de saúde no Brasil. É o que estima um estudo inédito da Universidade Federal de Minas Gerais  (UFMG) e do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) que será divulgado nesta quarta-feira durante evento em São Paulo.

Para chegar a esses dados, a equipe de pesquisadores extrapolou resultados obtidos em uma pesquisa de grupo para o número de internações em todos o país.

A constatação: se todos os hospitais do Brasil tivessem um elevado grau de qualidade e acreditação internacional, o número de óbitos por problemas hospitalares seria de 104 mil em um ano. Em condições mais realistas, o número seria de 434 mil mortes.

Isso significa que a cada três minutos, dois brasileiros podem ter morrido em 2015  por problemas durante a internação, como erros na aplicação de medicamentos ou infecção hospitalar.

De acordo com o estudo, no primeiro cenário, essas mortes seriam a quinta causa de óbitos no Brasil. Na perspectiva mais realista, a primeira ou segunda – à frente das doenças do aparelho circulatório (que mataram 339.672 pessoas em 2013) ou câncer (que respondeu por 196.954 óbitos em 2013).

Nos Estados Unidos, falhas no atendimento a pacientes internados são a terceira causa de morte – atrás das doenças cardiovasculares e câncer. Das 421 milhões de internações que ocorrem no mundo, pelo menos, 42,7 milhões apresentam um evento adverso (falhas de processo durante a hospitalização que poderiam ser evitadas).

“A culpa por esses eventos adversos raramente é de uma só pessoa. A origem, geralmente, está na organização do trabalho”, afirma Renato Couto, professor da Faculdade de Medicina da UFMG e um dos autores do estudo. Estima-se que 60% dessas falhas poderiam ser prevenidas.

Transparência

O problema por aqui é a falta de transparência que pauta o processo. No Brasil, os hospitais não são obrigados a divulgar indicadores de qualidade, como tempo de internação ou número de mortes decorrentes de infecções hospitalares, por exemplo.

“Em qualquer sistema de saúde desenvolvido, essa divulgação é pública. Assim como qualquer empresa de capital aberto tem que mostrar sua demonstração financeira, é preciso ter transparência sobre os indicadores de segurança e qualidade”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintendente-executivo do IESS.

Eficácia

Além da falta de transparência, hospitais pouco eficientes – e com elevados índices de eventos adversos – podem ser beneficiados pelo método de pagamentos que vigora no Brasil. Hoje, segundo o estudo, o modelo de compra de serviços hospitalares na saúde suplementar remunera o procedimento realizado e não o resultado gerado. Fato que pode favorecer estabelecimentos que mantém pacientes por mais tempo internados, por exemplo.

Suponha que uma pessoa é internada para tratar uma pneumonia, mas acaba contraindo uma infecção hospitalar e, portanto, precisa mais passar mais tempo hospitalizado. Em vez de ser punido por não ter prevenido o quadro de infecção, o hospital ganha mais exatamente pelo tempo a mais que o paciente teve que ficar por lá. “A falta de o e esse modelo de remuneração é uma qualidade explosiva que transforma a saúde em uma caixa preta”, diz Carneiro, do IESS.

Um modelo de pagamento comum em outros sistemas é o pagamento por diagnóstico e por performance. Por meio dessas modalidades, cada diagnóstico e risco têm um preço definido pelas operadoras e “se o paciente tiver alguma piora até o desfecho, o prestador do serviço recebe menos”, diz o especialista.

Para evitar manobras para melhorar os indicadores, como dar alta para pacientes que deveriam continuar hospitalizados, esse sistema pode penalizar os hospitais em casos de novas internações em até 30 dias devido a complicações – já que isso pode denotar que o problema não teria sido resolvido em um primeiro momento. Na rede pública, segundo Carneiro, tal método poderia ser utilizado para alocar mais recursos em hospitais com maior produtividade ou com especializações mais complexas, como é feito no sistema português.

O estudo estima que, por ano, o sistema de saúde complementar perca  entre 5,19 bilhões e 15,57 bilhões de reais com esses problemas decorrentes de erros de processo em hospitais. “O caro em medicina é o que a gente não consegue entregar”, afirma Couto.

- Caros, eu tenho avisado há muito tempo. O sistema de saúde no Brasil beneficia quem mata.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Estado vai indenizar chefe da Máfia de tráfico de órgãos

CARLOS EDUARDO VENTURELLI MOSCONI está processando o Estado por ter sido citado nas condenações de tráfico de órgãos, dos membros da máfia que ele criou. Mosconi tem o TJMG nas mãos e os desembargadores mineiros nos bolsos.


Mosconi pede indenização de 3 milhões de reais, por seu nome ter sido citado em sentenças. Vale lembrar que foi solicitado a abertura de inquérito para investigá-lo. O inquérito foi aberto e eu apontado como denunciante não fui ouvido. O mesmo inquérito já foi encerrado.

Mosconi é o mandante do assassinato de Carlos Henrique Marcondes, Diretor Administrativo do Hospital da Santa Casa. O Ministério Público admitiu ter conhecimento de que o Diretor foi assassinado pela máfia pertencente a Mosconi, mas arquivou o caso.

O processo para indenizar Mosconi está sob sigilo e também INVISÍVEL no sistema do TJMG. Tudo corre escondido dos olhos do povo. Em recente acordo, Mosconi pagou R$ 500 mil para anular sentenças de retirada ilegal de órgãos. Após ter a sentença anulada, Mosconi quer recuperar o dinheiro, já que tem dívidas de campanha que ainda estão em aberto. Para isso, em conluio com membros do TJMG, criaram esta ação que dará a Mosconi pelo menos R$ 3 milhões. 

Mosconi é como Pablo Escobar. Ele só vai parar quando levar um tiro na testa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Mais um para o saco!

Mãe de 'terrorista' denuncia morte premeditada
Silvana Ribas, repórter do GD

Mãe adotiva de detento morto por espancamento em unidade prisional diz que morte de Valdir Pereira da Rocha, 36, acusado de terrorismo, foi premeditada. Aponta fortes indícios do fato, desde a remoção suspeita, na “calada da noite” do Presídio Federal em Campo Grande (MS), para a Cadeia do Capão Grande, em Várzea Grande na última quinta-feira (13).

A advogada criminalista Zaine El Kadre conseguiu somente ao final da tarde do domingo (16), fazer a liberação do corpo de Valdir, graças a um auto de reconhecimento de cadáver junto à Polícia Civil. Isto porque a documentação dele foi apreendida pela Polícia Federal, quando ele foi preso na Operação Hashtag, desencadeada em 22 de julho deste ano.

Depois de não ser denunciado na operação, a Justiça determinou que ele deveria ser transferido para Mato Grosso, no prazo de 30 dias, após decisão da corregedoria da Justiça Federal em Mato Grosso do Sul, datada de 16 de setembro. Afirma que a transferência estranhamente foi feita pela Polícia Federal após dois feriados prolongados naquele estado (dias 11 e 12 de outubro).

A família não foi informada e só soube da remoção depois que Valdir foi espancado por cerca de 100 homens que dividiam ala com ele, após cadeados das celas serem abertos, no momento em que foi servido o almoço, na sexta-feira (14).

A advogada diz que tão logo o filho chegou a unidade prisional, agentes espalharam entre os presos que ele faria parte de um grupo terrorista que executaria crianças. Fato gerou revolta entre os detentos. Valdir teria pressentido que poderia ser morto. Segundo ela, dois procedimentos de praxe não foram adotados. Um deles de submeter o preso a exame de corpo delito, antes de ingressar na unidade.

Ele também não passou pela assistente social. A própria assistente disse a ela que tentou falar com ele várias vezes mas não conseguiu, pois sempre havia uma alegação de impedimento por outros servidores da unidade.

Depois da família ser informada do espancamento, Zaine disse que foi até o Pronto-Socorro. Diz que o Estado negligenciou o preso que estava sob sua tutela e o abandonou. Não ofereceu Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Em relação ao hospital, diz que tão logo o filho apresentou melhoras, retirou equipamento que controlava os batimentos cardíacos dele. “Meu filho não tinha febre, a pressão estava normal e ele tremia de frio. Quem tem morte cerebral não apresenta estes sinais. Mesmo quando a morte foi diagnosticada eu ainda sentia o coração dele tremer”, acusa a advogada.

Em relação as acusações de terrorismo, ela salienta que Valdir não foi denunciado e sua prisão ocorreu somente pelo fato de ser irmão adotivo de outro acusado, o seu filho Leonid El Kadre de Melo, que se encontra preso no presídio federal de segurança máxima, em Campo Grande.

Provou nos autos que Valdir não tinha qualquer envolvimento, tanto que ele nem chegou a ser denunciado. Só foi mandado para Mato Grosso porque responde por crime ocorrido lá no Tocantins e processo foi transferido para o estado após sua mudança para Vila Bela da Santíssima Trindade.

Salienta que o filho passou a seguir o islamismo por influência do pai, em 2005. Valdir será sepultado em Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a Oeste), local onde moram os filhos e a ex-companheira.

As mesmas desculpas de sempre

Nota da Assessoria - O paciente Valdir Pereira Rocha chegou ao Pronto-Socorro de Várzea Grande inconsciente na tarde de sexta-feira (14) e com trauma encefálico e não tinha como receber qualquer outro alimento, além do soro.

A informação passada pela assessoria de imprensa da unidade, que disse que Valdir recebeu atendimento no box de emergência pela equipe médica plantonista. Foi colocado em leito com aparelhos de respiração mecânica e depois foi avaliado pelo médico neurocirurgião Thiago Albonete.

Desde o momento em que ele deu entrada no Pronto-Socorro existia a suspeita de morte encefálica diante da não constatação de circulação de sangue no cérebro. No entanto, a morte encefálica dele não foi decretada pela equipe médica em nenhum momento, pois para isso existe um protocolo a ser seguido que consiste no aguardo de pelo menos 24 horas, com o paciente em observação e após a realização de dois exames clínicos e um exame complementar, chamado de angiografia cerebral. Este exame seria realizado na manhã de domingo (16), inclusive em outra unidade hospitalar, já que o Pronto-Socorro não dispõem do equipamento necessário.

Porém, na noite de sábado (15), às 19h23, a equipe confirmou que o paciente não apresentava mais sinais vitais (respiração e batimentos cardíacos). A morte então foi atestada e o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para buscar o corpo e realizar a necropsia que vai apontar a causa da morte.

Informa ainda que em nenhum momento da equipe médica do Pronto-Socorro atestou a morte cerebral do paciente. Enquanto ele apresentava sinais vitais permaneceu sob acompanhamento médico e com aparelho de respiração.

A direção do Pronto-Socorro esclarece que não houve retirada de equipamento de acompanhar batimentos cardíacos enquanto o paciente apresentava sinais vitais. Isso só ocorreu após a confirmação do óbito às 19h23.

sábado, 15 de outubro de 2016

Continua: Pessoas estão sendo assassinados em UTIs públicas.

Agradeço à P. Lima pela informação. O texto que segue é de minha responsabilidade como sempre.

Deste vez a vítima foi o ex-jogador, técnico e dirigente, Valter Maranhão. Ele estava hospitalizado após sofrer um AVC.



A família foi procurada por uma mulher, na residência de Maranhão, solicitando autorização para a doação dos órgãos - Maranhão ESTAVA VIVO - e a morte encefálica ainda não havia sido diagnosticada.

A mulher que foi a residência de Maranhão é uma assistente social que trabalha como assessora parlamentar da Assembleia Legislativa do Piaui.

O MERCADO NEGRO ESTÁ ESCANCARANDO.

De acordo com o relato da família, eles foram procurados ainda na manhã de segunda-feira, mais de 24 horas antes da abertura do protocolo, por uma suposta funcionária do HUT.  Nesta conversa, ela teria dito que os órgãos tinham destinatários definidos, entre eles duas crianças, e uma outra mulher, amiga da família, teria comentado que o “ato generoso” de doar poderia ser bem recompensado, falando até mesmo em valores.  

Após a visita desta assistente social, Maranhão teve a morte encefálica "decretada". 

Repare que a assistente social já sabia para quem iria os órgãos e para isso, ela precisa ter acesso a informações médicas restritas. E mais. Ela sabia que Maranhão era compatível com os receptores, ou seja, ela tinha o perfil bilógico de Maranhão.

Segundo o diretor do Hospital, disse que, "na verdade essa pessoa pode ter feito o contato com a família no sentido de ajudar de alguma forma e apenas se precipitou. Tentando ajudar, levantou suspeita.". 

O Brasil está cheio de boas almas que oferecem até dinheiro para ajudar.

A família decidiu denunciar o caso à polícia que em breve deve arquivar tudo, como sempre fazem. Vão alegar que não houve negociação e os órgãos não foram "doados". Este é mais um capítulo do tráfico de órgãos no Brasil, protegido por autoridades.

Enquanto isso.....

Médicos brasileiros, policia federal e outras autoridades, se dizem preocupados com o tráfico de órgãos na Venezuela. O problema lá nada tem a ver com o tráfico de órgãos e sim erro médico durante cirurgias plásticas. Vale lembrar que no Brasil morrem mais pacientes por erro médico em cirurgias plásticas do que na Venezuela, mas o Estado não quer investigar as mortes no Brasil. Só na Venezuela. A imprensa está fazendo o maior alarde com esta história da Venezuela, mesmo sabendo que nada tem a ver com o tráfico de órgãos. Estranho?? Não. São pagos para isso. Mas o caso do Maranhão, a imprensa não vai falar.

Meus sentimentos à família, mas sou obrigado a dizer que Valter Maranhão foi mais uma vítima da Máfia do tráfico de órgãos no Brasil. As terapias que poderiam ajudar foram suspensas e os médicos aguardavam ele morrer para retirar os órgãos. Foram com sede ao pote e a coisa perdeu o controle. 

Na minha humilde opinião, para que a justiça seja feita, é preciso identificar a assistente social, descobrir o destinatário e o intermediador e matá-los, para que não façam outras vítimas. A justiça nada vai fazer em relação ao caso.

Justiça no Brasil se faz com as próprias mãos.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Justiça meia boca

A mesma justiça que jogou uma garota de 15 anos - SEM NENHUMA CONDENAÇÃO - numa cela com 30 homens, em que ela foi estuprada por 26 dias, não quer prender traficantes de órgãos condenados em 2a instância pela morte de pacientes em coma, para que eles não sejam humilhados.

O nome dos médicos traficantes assassinos, valem mais que a vagina de uma criança de 15 anos - para a justiça.

CNJ é um agenciador de pedofilia

O CNJ (Conselho Nacional de Jagunços) agora está agenciando pedofilia. Todos conhecem o caso da Juiza Clarice Maria de Andrade, que assinou a prisão de uma garota de 15 anos, jogando-a em uma cela com 30 presos, que a estupraram durante 20 dias.

A juíza serviu um grande banquete aos detentos! Foram 20 dias de todo o tipo de violência contra a menor, observado de perto por carcereiros e abençoados pela justiça brasileira.

Depois de 10 anos do ocorrido, o CNJ resolveu punir a juiza. Ele ficará 2 anos afastada e receberá salário normalmente. A justiça brasileira demonstra que não se importa em passar vergonha no exterior. O mundo todo já sabe que o Brasil é o país da impunidade. Todo o mundo sabe que o Brasil é o país da farra do judiciário, que recebe altos salários e é completamente ineficiente.

Agora todo o mundo sabe que a justiça brasileira também é agenciadora de pedofilia para presos. 
Tente estuprar uma juíza para ver o que acontece! Como dizia Bolsonaro, as juizas brasileiras não merecem ser estupradas. 

10 anos para afastar a juíza por 2 anos recebendo salários. Quer um conselho? Compre um arma e faça a justiça com as próprias mãos. É mais barato, mais rápido, mais eficiente e acima de tudo é muito mais justo.


Se você pretende reclamar com os conselheiros que ganham 30 mil reais por mês, entre em contato, mas observe os horários. Eles trabalham das 12:00 às 19:00 somente e são muito ocupados.