Desembargadores comprados

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sábado, 15 de outubro de 2016

Continua: Pessoas estão sendo assassinados em UTIs públicas.

Agradeço à P. Lima pela informação. O texto que segue é de minha responsabilidade como sempre.

Deste vez a vítima foi o ex-jogador, técnico e dirigente, Valter Maranhão. Ele estava hospitalizado após sofrer um AVC.



A família foi procurada por uma mulher, na residência de Maranhão, solicitando autorização para a doação dos órgãos - Maranhão ESTAVA VIVO - e a morte encefálica ainda não havia sido diagnosticada.

A mulher que foi a residência de Maranhão é uma assistente social que trabalha como assessora parlamentar da Assembleia Legislativa do Piaui.

O MERCADO NEGRO ESTÁ ESCANCARANDO.

De acordo com o relato da família, eles foram procurados ainda na manhã de segunda-feira, mais de 24 horas antes da abertura do protocolo, por uma suposta funcionária do HUT.  Nesta conversa, ela teria dito que os órgãos tinham destinatários definidos, entre eles duas crianças, e uma outra mulher, amiga da família, teria comentado que o “ato generoso” de doar poderia ser bem recompensado, falando até mesmo em valores.  

Após a visita desta assistente social, Maranhão teve a morte encefálica "decretada". 

Repare que a assistente social já sabia para quem iria os órgãos e para isso, ela precisa ter acesso a informações médicas restritas. E mais. Ela sabia que Maranhão era compatível com os receptores, ou seja, ela tinha o perfil bilógico de Maranhão.

Segundo o diretor do Hospital, disse que, "na verdade essa pessoa pode ter feito o contato com a família no sentido de ajudar de alguma forma e apenas se precipitou. Tentando ajudar, levantou suspeita.". 

O Brasil está cheio de boas almas que oferecem até dinheiro para ajudar.

A família decidiu denunciar o caso à polícia que em breve deve arquivar tudo, como sempre fazem. Vão alegar que não houve negociação e os órgãos não foram "doados". Este é mais um capítulo do tráfico de órgãos no Brasil, protegido por autoridades.

Enquanto isso.....

Médicos brasileiros, policia federal e outras autoridades, se dizem preocupados com o tráfico de órgãos na Venezuela. O problema lá nada tem a ver com o tráfico de órgãos e sim erro médico durante cirurgias plásticas. Vale lembrar que no Brasil morrem mais pacientes por erro médico em cirurgias plásticas do que na Venezuela, mas o Estado não quer investigar as mortes no Brasil. Só na Venezuela. A imprensa está fazendo o maior alarde com esta história da Venezuela, mesmo sabendo que nada tem a ver com o tráfico de órgãos. Estranho?? Não. São pagos para isso. Mas o caso do Maranhão, a imprensa não vai falar.

Meus sentimentos à família, mas sou obrigado a dizer que Valter Maranhão foi mais uma vítima da Máfia do tráfico de órgãos no Brasil. As terapias que poderiam ajudar foram suspensas e os médicos aguardavam ele morrer para retirar os órgãos. Foram com sede ao pote e a coisa perdeu o controle. 

Na minha humilde opinião, para que a justiça seja feita, é preciso identificar a assistente social, descobrir o destinatário e o intermediador e matá-los, para que não façam outras vítimas. A justiça nada vai fazer em relação ao caso.

Justiça no Brasil se faz com as próprias mãos.

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