Desembargadores comprados

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domingo, 9 de novembro de 2014

Pedófilo estuprador da máfia do tráfico de órgãos, foi agraciado com prisão domiciliar.

O TJMG (a jagunçada de BH) aprontou mais uma. Lourival da Silva Batista, ex-presidente da Associação dos Renais Crônicos de Poços de Caldas (PRORIM), condenado a 10 anos por estupro de vulnerável, está solto.

A PRORIM para quem não sabe, controlava os pagamentos dos seus associados, oferecendo aos mesmos vantagens (transplantes de rins fora da fila) mediante a doações em dinheiro e mensalidade em dia (sim caros amigos, o candidato a um rim precisava pagar mensalmente uma quantia). Esta associação, contrariando a lei, tinha acesso a prontuários médicos e documentos sigilosos de seus pacientes. Funcionava no mesmo andar do prédio onde Álvaro Ianhez mantinha uma central clandestina de transplantes e seu consultório particular. Tudo acontecia a luz do dia, com a proteção de Carlos Mosconi (desempregado a partir de janeiro).

Lourival da Silva Batista foi pego em flagrante abusando sexualmente da neta de sua esposa, uma menina de 9 anos de idade. A imprensa do Sul de Minas escondeu este caso e não publicou sequer uma linha. Preso, conseguiu com um médico da máfia - João Goes Brandão (já condenado por tráfico de órgãos e aguardando recursos) -, um atestado alegando que Lourival precisava ser internado. Como não poderia deixar de ser, o local escolhido para abrigar o estuprador foi a Santa Casa de Poços de Caldas, o hospital dos horrores. 

A Santa Casa de Poços de Caldas era o local onde pessoas tinham os órgãos retirados quando ainda estavam vivas, em coma, para abastacer os clientes da máfia. Lourival era peça fundamental no esquema, pois ele era o contato, em muitas oportunidades, da máfia com os clientes. Lourival foi o primeiro cliente da máfia e teve um rim implantado na década de 90 pelas mãos de Carlos Mosconi.

Incrível como tudo se encaixa não é mesmo? Isto se chama máfia.

Apesar da farsa em relação ao estado de saúde de Lourival, o esconderijo do pedófilo da máfia de tráfico de órgãos de Poços de Caldas durou pouco e ele foi enviado ao presídio da cidade. Lourival alega ainda hoje, que sofre com problemas nos rins e precisa de atendimento médico 24 horas. Por sorte dele, e para o azar da criança que ele abusou, o rim parece não ser um obstáculo quando o assunto é sexo. Tudo parece funcionar perfeitamente para Lourival, especialmente quando precisa abusar de crianças. 

Enquanto crianças morrem por falta de um leito de UTI, como foi o caso de Weslei Silva em Santa Catarina, a justiça garante a um estuprador assistência médica especializada 24 horas. E tudo pago com dinheiro dos seus impostos (isto inclui justiça e assistência médica). 

Atualmente o estuprador goza de prisão domiciliar. Não vai cumprir pena em presídio e sim em casa, quem sabe, visitando a netinha. 

A jagunçada (TJMG) está vibrando! 

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