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segunda-feira, 15 de maio de 2017

A censura da máfia de Curitiba

Por que existe censura?

Porque alguém não quer que você saiba de alguma coisa.  Simples assim.

O problema é que no Brasil as máfias estão instaladas dentro das instituições, e elas possuem poderes. Eu denunciei aqui a promotora Tarsila Teixeira (foto abaixo). Ela utiliza seu cargo no Ministério Público para retirar crianças de suas famílias e vendê-las por 9 mil dólares para o exterior. O caso foi comprovado, e conta com a participação do Tribunal de Justiça do Paraná. 


A promotora insere no processo informações falsas, criando situações de abuso inexistente. Em seguira, retira a guarda dos pais e coloca as crianças para adoção. O caso que chamou mais a atenção foi a venda de 7 crianças de uma única vez. Tarsila vendeu as crianças para o exterior com a ajuda de um sujeito conhecido como Lino. Há fotos que mostram os dois juntos, embora ela tenha negado que o conhece. 

Eu conheci o fato envolvendo a promotora na CPI do Tráfico de Pessoas. Na época, acompanhei o caso e achei que a CPI tomaria providências. Mas como estamos no país da corrupção (basta ver os jornais), Tarsila escapou. O processo foi arquivado sem qualquer explicação apesar das fartas provas existentes.

Foi então que, por acaso, me deparei com o caso da Sra. Andrea. E para minha surpresa, era a mesma promotora, desta vez, defendendo um pedófilo. Mas do que isso. Esta vagabunda estava ameaçando a sra. Andrea por ter feito um vídeo, sem sequer citar o nome dela. A promotora partiu para cima da Andrea com todas as ferramentas disponíveis, utilizandoo poder de seu cargo público.

Bastaria que a promtora viesse à público dizer os motivos pela qual estava defendendo um pedófilo, já que a venda de crianças nunca foi explicada.

Tarsila contratou o escritório de advocacia Dotti, um dos mais caros e mais famosos de Curitiba. E também passou a me atacar. 

Entre em campo o juiz Lucas Cavalcanti da Silva. Um juizeco de 1a instância que está à procura de fama, provavelmente empolgado com o efeito Moro. 


Natural da cidade de Taubaté, conhecida no país pelo caso de tráfico de órgãos na década de 80, o jovem juiz está deslumbrado com o poder que tem. Ele determinou a retirada do meu profile do facebook. Minha conta foi cancelada hoje. Eu não usei de anonimato e expressei a minha opinião. Uma promotora que vende crianças e ameaças mães indefesas, é uma grande vagabunda. Uma promotorazinha de merda.

O problema no facebook já está sendo resolvido. Eu já criei outra conta. Vai demorar um pouco para conseguir juntar meus amigos (são mais de 1000). Mas estou de pé. 

A censura é um abuso de poder. Eles têm o direito de me processar criminalmente e cobrar indenização na justiça. Mas determinar a eliminação da minha existência na rede virtual, é de fato um abuso. A censura tem como objetivo esconder fatos que não podem ser desmentidos. Tanto é verdade que o processo criminal contra a Sra. Andrea foi cancelado. Eles estão trabalhando para que ninguém tenha acesso aos meus posts, e como isso não é possível, excluíram a minha conta. Juiz e promotora atuando junto para acobertar crimes gravíssimos. São dois desqualificados, vagabundos e marginais da pior espécie. O pior marginal não é o que anda armado com uma pistola, mas é o que anda de toga e empunha uma caneta. O Brasil está cheio deles. 

Meus caros leitores. As próximas medidas são estas:

1. Amanhã iniciarei a gravação de vídeos, mostrando o caráter destes vagabundos.
2. Estou juntando material para escrever um novo livro, narrando o caso da venda de crianças. Vou provar a conivência do tribunal de justiça do Paraná, com esta promotora na venda de crianças ao exterior. 

Me aguardem. 



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