Desembargadores comprados

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sábado, 8 de outubro de 2016

Transplantes - a máquina de fazer dinheiro

Assista ao vídeo. Depois leia o meu texto.


Logo no início aparece o médico José Medina Pestana. O maior traficante de rins do Brasil. Ele cuida de um hospital especializado em transplantes renais. Conta com todo o apoio do Governo brasileiro e é testemunha de defesa do assassino Álvaro Ianhez, conhecido traficante de órgãos de Poços de Caldas.

O vídeo foi publicado no YouTube e não permite comentários. Por que? Porque eles sabem que eu vou denunciar. 

Repare agora no ambiente hospitalar. Temos 40 mil pessoas à espera de um órgão. Temos milhões de pessoas doentes, com várias enfermidades, que são tratadas como lixo. Mas os transplantes são milionários. As estruturas são completamente diferente de todos os outros setores do SUS.

Hospital Público Brasileiro: Pessoas amontoadas como lixo.

A ABTO dominou o sistema de transplante público. Ela comanda hoje toda a distribuição de órgãos do país (distribuição ilegal). Por isso que as estatísticas não correspondem a realidade. E é por este motivo que as doações de órgãos raramente resolvem o problema da fila que aumenta a cada ano. Muitos órgãos doados no interior dos estados, são desviados antes mesmo de serem comunicados às centrais e dados como perdidos. Segundo a ABTO, mais de 70% dos órgãos doados são desperdiçados. Na verdade não são desperdiçados, mas sim desviados para clínicas comandadas pela cúpula da ABTO, nas principais capitais brasileiras.

Os brasileiros já devem ter aprendido com os últimos acontecimentos. Lugar onde tem muito luxo é sinônimo de safadeza. 

Eu não quero que os transplantes sejam um lixo como o resto do SUS. Eu quero que o SUS seja um luxo como é o transplante.

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