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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Minas Gerais se nega a investigar morte de ex-administrador

As instituições mineiras estão falidas moralmente. A corrupção tomou conta. Apesar de farta quantidade de provas, indícios e até de testemunhas, as instituições mineiras se negam a prosseguir nas investigações da morte de Carlos Henrique Marcondes. Tudo isto para proteger o mandante do crime, Carlos Eduardo Venturelli Mosconi, o chefe da máfia.

O abuso é tamanho que, reconhecem que o episódio foi queima de arquivo, mas se negam a desvendar que arquivo foi queimado. Se foi queima de arquivo, é porque alguém precisava ser protegido. Quem é este alguém? 

Se as mãos do administrador foram danificadas na Santa Casa, para que exames não poudessem ser realizados, quem danificou?

Se Regina Cioffi, presidente da Cãmara Municipal de Poços de Caldas, mentiu sobre o estado de saúde mental do administrador, o que ela queria com isso, justificando um falso suicídio??

São perguntas faceis de serem respondidas, mas as instituições mineiras continuam se negando a responde-las. Alegar falta de provas é só mais um ato de corrupção.


Carlos Mosconi, Chefe de organização criminosa que pratica tráfico de órgãos, fraudador de licitações do SUS, sonegador de impostos de sua empresa que está em nome de um filho, mandante do assassinato de Carlos Henrique Marcondes e político com acesso à tribunais, delegados de polícia, promotores de justiças, juizes e desembargadores. Amigo íntimo do presidente do TJMG que há 16 anos evita levar os médicos a julgamento.

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